Quem são os influenciadores digitais e o que eles podem fazer pela sua marca?

Influenciadores digitais

Há muito tempo, plataformas como o Youtube e Snapchat têm tomado mais horas do consumidor que os meios tradicionais, como a TV e a leitura física. Principalmente devido a praticidade dos vídeos, no qual, inclusive, não dependemos do visual em muitos casos, o que também acaba substituindo a função do rádio.  Mas o que faz com que os mais jovens passem tanto tempo nas redes sociais e em plataformas de compartilhamento? Isso se dá pela ampla variedade de possibilidades que essas plataformas trazem. Mas há um motivo especial que talvez seja o principal de todos: a possibilidade de acompanhar, seguir, receber notificações, curtir, não curtir, responder, comentar, enfim, interagir com os chamados “influenciadores digitais”. Nas rodas de conversas dos adolescentes é possível notar uma crescente influência dos “Vlogger’s”, “Youtuber’s” ou, nesta denominação mais recente, “Digital Influencer’s”, que têm tomado cada vez mais o mercado publicitário, se tornando cada dia mais comum ver grandes marcas trabalharem com seus rostos, que ficaram conhecidos principalmente graças ao Youtube.

Mas o que faz destas pessoas “influenciadores de opinião”? A resposta pra isso depende de uma série de fatores, mas um fato em comum é que todos eles passam horas do dia falando sobre coisas que muitas pessoas gostariam de poder dizer, fazem tutoriais das coisas mais inusitadas ou simplesmente dão sua visão sobre determinado assunto. E talvez essa seja uma necessidade básica de todos nós, a de buscar informação onde quer que ela esteja e no formato que for possível, ainda que nos dias de hoje, a preferência seja pelo formato mais prático. E nisso se inclui também a busca pelos influenciadores, que mudam a nossa maneira de pensar e agir.

Uma marca que trabalha com influenciadores de maneira constante é o McDonald’s, que realizou uma ação com food trucks para divulgar sua nova linha de sanduíches com a assinatura do “Chef” e teve em suas ações a presença de vlogueiros de culinária. Outro exemplo é a Vivo, que produziu um documentário veiculado no Youtube, em formato de anúncios patrocinados, no qual a cada anúncio era possível assistir um novo trecho do curta que contava a trajetória e um pouco sobre a vida dos vlogueiros “gamers”, aqueles que criam conteúdo baseado apenas em jogos. E por aí vai, os nichos explorados dentro da plataforma são infinitos e a cada dia que passa aparecem novas maneiras de atrair e reter a atenção desse público, que quer ouvir e interagir apenas com aquilo que dá vontade. Nesse sentido, surgem marcas que enxergam essas oportunidades e investem em influenciadores para estampar suas campanhas. Isto tem dado muito certo, a ponto de existirem várias formas de anunciar quando se fala em usar um influenciador dentro de uma campanha.

Os formatos variam desde uma simples inserção do produto ou marca em uma publicação no Instagram, uma nova roupagem do já antigo “product placement” (nesse caso, normalmente o influenciador pode citar a marca falando sobre como gostou da experiência e recomendar aos seus seguidores), pode-se também utilizar influenciadores como modelos, como a Oi tem feito com o já famoso Whindersson Nunes, utilizando o youtuber em diversas situações inusitadas. Ainda há o formato em que a empresa pede para que os influenciadores falem sobre o produto nas vinhetas de seus vídeos, num formato de patrocínio narrado, estilo merchandising, bastante utilizado por canais “gamer”. Enfim, são infinitas as possibilidades quando se tem uma marca estabelecida e um influenciador repleto de seguidores que estão dispostos a fazer tudo o que lhes for indicado.

Uso de influenciadores digitais em uma campanha

O uso de influenciadores digitais é muito variado dentro da publicidade. Imagem: ruangmahasiswa.com

Porém, quando marcas pensam em utilizar influenciadores, que portam opiniões próprias e normalmente seguem em frente defendendo estas opiniões, é preciso que se tome um cuidado além do normal para não deixar que estas ideologias acabem indo contra os ideais da própria empresa. Por exemplo, existem canais muito famosos que falam sobre política, esse é um assunto ao qual as marcas devem manter uma certa distância, levando em consideração que o público pode e normalmente vai possuir uma variedade bem significativa de opiniões e crenças com relação a esse tipo de assunto. Embora em muitos casos o uso de influenciadores seja extremamente viável e benéfico, assim como toda ação em marketing, é preciso de planejamento e estudo sobre a sua real necessidade e objetivo.

Antes de mais nada, as marcas também devem agir como influenciadoras e, para isto, basta que estudem os comportamentos que vêm moldando a maneira como se consome mídia nos dias de hoje, algumas marcas já perceberam isso e além de usar influenciadores em suas estratégias, também procuram agir da mesma maneira que esses. Como por exemplo o Netflix, que utiliza uma comunicação extremamente horizontal com seu público e procura de maneira diferenciada manter o contato o mais pessoal possível, sem deixar aquela impressão de que falamos com um robô toda vez que precisamos sanar uma dúvida, criticar ou elogiar o serviço por meio de uma rede social. Essas marcas também percebem que para se tornarem influenciadoras, é preciso estar atento aquilo que o público busca, espera ou até mesmo pede. Ou seja, é preciso criar uma relação amigável com seu público, de maneira que ele sempre deixe vestígios do que espera da sua marca e de como ela pode ajudar a sanar uma necessidade ou anseio. Essas dicas simples podem fazer toda a diferença na avaliação entre ser influenciador ou precisar de um, ambas as possibilidades estão a disposição e podem ser utilizadas com muito sucesso, basta sabermos o porquê de fazer cada coisa.

O uso de influenciadores digitais faz parte de uma estratégia de marketing na internet. Quer mais dicas de marketing digital? Clique aqui.

Links patrocinados – A importância para pequenas empresas

Links patrocinados - Por que eles são tão importantes

Existem profissionais que defendem a busca de engajamento orgânico para empresas na internet. Esta é uma prática que pode e deve ser valorizada, com certeza. Entretanto, quando tratamos da realidade de empresas não tão grandes assim, o cenário muda um pouco. Para uma empresa conseguir o engajamento de forma orgânica, isto é, sem pagar, o esforço é muito grande e mesmo assim o custo acaba sendo alto. Pois para alcançar este objetivo existem duas possibilidades: ou criando diversos anúncios e postagens diárias aliado a um trabalho intenso de relacionamento com usuários, ou emplacando posts com ideias geniais e autênticas que vão bombar de forma espontânea e descontrolada. Mas como eu disse, das duas maneiras sairá caro para uma pequena empresa bancar este trabalho. Claro que existem outras realidades, seja em marcas de grande reconhecimento a nível nacional, como por exemplo a página da Rede Globo no Facebook, que não utiliza verba para patrocínio, ou em páginas destinadas para publicar conteúdos específicos, sejam eles de humor, notícias, entretenimento e críticas. Em ambos os casos, o engajamento orgânico ocorre de maneira natural.

Mas voltando o tema para empresas de pequeno porte, se analisarmos a dificuldade e os altos custos, a busca por engajamento orgânico se complica. E aí chegamos no assunto principal do texto: os links patrocinados. Patrocinar anúncios na internet é tão comum quanto, ou até mais que veicular uma propaganda na rádio, TV ou outdoor. Quando falo em links patrocinados, estou incluindo todo e qualquer tipo de anúncio pago por uma marca para impactar pessoas e, geralmente, enviá-las para algum destino na internet. Isso pode ser feito por todos, desde a pequena empresa que quer investir R$500 por mês (mas que terá que se contentar com os resultados proporcionais, não espere fazer milagre com uma verba baixa), até uma grande que invista acima de R$10.000,00. Na internet, todos podem pagar para atingir potenciais clientes. Indo além, as ferramentas de links patrocinados baratearam os custos e revolucionaram a forma de anunciar. Pois foi com a chegada destas ferramentas que foi possível criar uma segmentação precisa do público-alvo de determinada campanha, podendo tornar um anúncio personalizado e otimizado para atingir as pessoas que você realmente quer, tendo estimativas de alcance muito específicas.

Setup de anúncio do facebook

Exemplo de setup de anúncio patrocinado no Facebook Ads e sua infinidade de possibilidades de segmentação.

Ferramentas como o Facebook Ads, Google Adwords e similares compõem uma nova forma de se fazer publicidade, imprescindível até mesmo para ferramentas que têm como foco o marketing de permissão, como o Inbound Marketing. Sim, mesmo dentro do Inbound, onde o grande objetivo é que sua empresa atraia leads que estão interessados em uma determinada oferta, o patrocínio de conteúdos é importante. Isto porque para fazer uma boa divulgação destes conteúdos, em um momento onde sua marca não tem tanto alcance, os patrocinados ajudam e muito, de maneira que o uso desta ferramenta torna-se essencial na etapa de atração do Inbound, que é quando você utilizará ferramentas para atrair visitantes para o seu site e seus conteúdos.

 

Os principais links patrocinados para a sua estratégia de marketing

Existem diversas formas de se anunciar na internet. Estas são as mais comuns e mais recomendadas pela yard. para você utilizar, seja para anunciar conteúdos, captar leads com ofertas, realizar um anúncio institucional ou uma promoção.

 

Facebook Ads

Como já disse anteriormente, o Facebook Ads é um grande exemplo de como a segmentação em links patrocinados pode ser extremamente forte. Neste caso específico, tratando-se do Facebook, ela acontece de forma bastante precisa. Isto porque os usuários da rede social mais utilizada no mundo estão constantemente atualizando seus gostos e preferências dentro da plataforma, fornecendo informações sobre suas vidas o tempo todo. O Facebook faz um aproveitamento das informações fornecidas pelos usuários e, a partir disso, traça perfis de público-alvo, permitindo que você segmente seus anúncios de forma bastante eficaz. O Ads do Facebook é a plataforma que a yard. mais utiliza e recomenda para os clientes. Inclusive, buscamos sempre educar nossas empresas parceiras, orientando na otimização de verbas de patrocínio, pois ainda há muita desinformação com relação ao tema. Enquanto ainda existem muitas empresas que acreditam que o Facebook é uma mídia gratuita, outras investem muito pouco. São erros comuns e simples, mas que podem comprometer toda estratégia de marketing digital. Esteja atento.

 

Palavras-Chave (Google Adwords)

 O Adwords se baseia na compra de palavras-chave no buscador do Google. Realizando esta compra, você pode configurar anúncios para o site da sua empresa, direcionados para as pessoas que realizaram uma busca relacionada a tais palavras. Veja um exemplo prático abaixo de empresas que compraram as palavras-chave: “Imóveis em São Paulo”.

O que é o google adwords

Exemplo de anúncios em links patrocinados via Google Adwords.

Nós também recomendamos fortemente este tipo de estratégia, que é complementar à do Facebook. Enquanto na rede social você consegue impactar e alcançar pessoas que não necessariamente estavam procurando algo relacionado à sua empresa naquele instante, no Google Adwords ocorre o contrário: você é mostrado para pessoas que estão buscando algo pertinente ao seu assunto, da mesma forma que acontece na busca orgânica, em que você pode utilizar técnicas que SEO que te ajudam a alavancar o seu site nas buscas do Google gratuitamente.

 

Banners (Google Adwords)

Outra forma de utilizar o Google para fazer anúncios patrocinados e por meio de banners, também chamado de display. São anúncios visuais veiculados dentro de páginas de sites que podem ou não ser relacionados ao tema da sua empresa. Estes anúncios também podem ser configurados através de uma configuração prévia de segmentação.

Banner display Google adwords

Exemplo de anúncio em banner, feito por meio do Google Adwords.

De maneira geral, a chegada dos links patrocinados trouxe junto uma verdadeira revolução na forma de se fazer anúncios, o mais importante para você que está iniciando neste universo é não cair no engano de não utilizá-los, achando que apenas postagens orgânicas darão conta do recado. O barato pode sair caro. Repense todos os seus investimentos: você está pagando mais caro para criar as mídias ou para veiculá-las? O ideal seria ter, no mínimo, um equilíbrio entre os dois investimentos. De nada adianta criar diversos posts descolados para a sua página no Facebook, se ninguém será impactado, devido a falta de investimento.

 

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Como usar a arquitetura comercial para vender mais

O que um projeto de Arquitetura Comercial pode fazer por você

Os clientes estão cada dia mais resistentes à comunicação publicitária tradicional, por isso, é indispensável utilizar novos métodos que criem algum tipo de destaque dentro da estratégia de comunicação e marketing. Antigamente, um simples panfleto poderia ser o necessário para chamar a atenção e ter uma estratégia eficiente de divulgação. Hoje em dia, as estratégias tradicionais de comunicação precisam ser repensadas, é preciso olhar para o consumidor e entender realmente o que gerará impacto de verdade para ele.

É importante lembrar sempre que o bonito vende. Por isso, investir em um tipo de comunicação moderno, de bom gosto e que traga uma boa sensação térmica, acústica, cromática e luminotécnica, para os clientes faz toda a diferença. É impensável manter uma loja sem um estudo de decoração planejado, evitar poluir visualmente o ambiente com muitos cartazes e palavras complexas. Uma outra dica é evitar acreditar que uma comunicação estática conseguirá destacar os produtos de maneira eficiente.

Esteja na mente dos clientes. Chamar a atenção dos clientes é o que faz toda a diferença entre uma venda ou não. Por isso, planejar uma arquitetura comercial capaz de estimular a curiosidade do cliente, levando-o para dentro da loja é tão importante. Em alguns casos é importante estimulá-lo a permanecer mais tempo no estabelecimento, em outros, é importante aumentar o giro de cliente para vender mais. Um bom projeto de interiores alinhado com suas estratégias de branding, pode te ajudar nisso.

Branding e arquitetura

Um bom projeto de arquitetura comercial deve estar alinhado com o restante das suas estratégias, formando um branding sólido. Imagem: cdn.vox-cdn.com

A publicidade atual utiliza muito os recursos sensoriais para entrar na mente dos clientes, por isso, ter um tipo de comunicação que possa ser alterado de acordo com a iluminação ou projeção pode ser extremamente útil, mais um ponto positivo para investir nas telas tensionadas como comunicação.

Em tempos onde investimentos exigem um retorno seguro, ter uma estabelecimento comercial com arquitetura comercial envolvente e moderna não é apenas o que fará a empresa crescer, mas também irá fidelizar o seu consumidor, fazendo do negócio uma presença constante na mente dos clientes, seja como primeira opção de compra, seja como um ambiente agradável onde as pessoas vão sentir prazer em estar.

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