O RD Summit 2019 – Cupom com 15% de desconto e ainda o melhor resumo sobre o evento

O RD Summit vale a pena?
O RD Summit 2019 em Florianópolis é um evento para mim? Este post vai te ajudar a responder isso e ainda te dar um desconto para a inscrição, caso você decida ir ao evento. Se você tem qualquer interesse em marketing, publicidade, vendas, empreendedorismo, inovação, desenvolvimento pessoal, eventos, ou mesmo um pouquinho de todos juntos. Leia esse texto até o final e descubra.

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Quanto antes você começar a se preparar para o RD Summit 2019, melhor. É claro que para ir ao evento você terá algumas despesas. Mas tendo a certeza mais cedo de que irá participar, você consegue se planejar com antecedência.

Abaixo vou inclusive citar quanto eu gastei para ir na edição de 2018 do RD Summit em florianópolis, para você ter uma ideia. Veja toda a nossa “jornada” em 2018, o quanto gastamos, o que vimos de melhor e de pior e várias dicas para você ir ao evento em 2019 muito mais preparado.

O que é o RD Summit 2019?

O RD Summit 2019 é um evento focado em marketing digital e vendas, que acontece anualmente em Florianópolis e é organizado pela Resultados Digitais. Em 2019 acontecerá em novembro.

A agência yard. participou, em 2017, pela primeira vez, como agência parceira da RD. Inclusive, vale citar que, contratar uma agência “homologada” pelo programa de parceria do RD, garante para os clientes mais segurança na hora de decidir qual empresa cuidará das suas estratégias de marketing digital e de inbound marketing.

Confira a página da yard. dentro do MarketPlace da RD.

O RD Summit teve sua primeira edição realizada em 2013 (com 300 participantes) e desde então não parou mais de crescer. Se tornou um dos principais acontecimentos do Brasil nas áreas de marketing, marketing digital e vendas.

Em 2018 teve a participação de mais de 11.000 profissionais. O evento acontece anualmente em Florianópolis-SC e apresenta programação voltada para profissionais das áreas de: publicidade, publicidade online, marketing, marketing digital, inbound marketing.

E também para qualquer empresa, negócio ou pessoa que precisa ter uma presença online ou divulgar produtos e serviços pela internet.

Ou seja, mesmo empresas que não vendem diretamente pela internet, podem tirar muito proveito do evento. Em 2019 a 7ª edição do evento acontecerá em novembro. Veja o vídeo e sinta o clima de como foi a edição de 2017.

 

RD Summit 2016

Amostra do que foi o RD Summit em 2016. Imagem: moringadigital.com.br

O RD Summit vale a pena?

Essa é uma dúvida muito comum, eu mesmo me questionei diversas vezes se o investimento em participar do RD Summit 2019 vale a pena. Afinal, além do custo do ingresso, existe os gastos com deslocamento, hospedagem e alimentação. Sem contar o custo das horas que você e sua equipe dedicarão no evento.

Em 2017 após uma reunião com um consultor do SEBRAE, durante a participação em um programa chamado PGQ, eu decidi que valia o risco. E hoje digo de boca cheia: vale cada centavo! O RD Summit vale a pena sim! Fomos em 2017, 2018 e com certeza iremos em 2019. Abaixo vou citar alguns dos pontos mais importantes para te ajudar nesta decisão.

 

Palestrantes do RD Summit, são de “peso”:

Tanto na edição de 2017 quanto na edição de 2018 do RD Summit (que eu fui), foram mais de 150 palestrantes, nacionais e internacionais, que dividiram as melhores práticas de mercado. Além de profissionais que ocupam cargos estratégicos em empresas como: Google, Netflix, Trello, Salesforce, Great Place to Work, RD Station, Booking.com, entre outras.

Para a edição de 2019, veja os palestrantes do RD Summit. São profissionais que ditam o rumo do marketing digital e das vendas de grandes empresas no mundo todo. Entre os principais palestrantes do RD Summit 2019, destaco:

Gary Vee (Vaynerchuk) – Vayner Media

Gary Vaynerchuk é empreendedor serial e presidente da VaynerX, uma holding de comunicação moderna, bem como CEO e co-fundador da VaynerMedia, uma agência digital full-service que atende clientes da Fortune 500 em todas as 4 sedes da empresa. Gary é também um dos palestrantes mais procurados da atualidade. Capitalista de risco, já esteve cinco vezes na lista de autores mais vendidos do New York Times e foi um dos primeiros investidores em empresas como Twitter, Tumblr, Venmo e Uber, tendo sido nomeado para as listas “40 Under 40” da Crain e da Fortune.

Ann Handley – Marketingprofs

Ann Handley é co-fundadora do MarketingProfs, uma empresa de treinamento e educação em marketing, com mais de 600.000 membros. Ela é a primeira Chief Content Officer do mundo (mesmo!). Ann é best seller no Wall Street Journal com dois livros: Everybody Writes: Your Go-to Guide to creating Ridiculously Good Content e Content Rules. Seus livros já foram traduzidos para 16 línguas. Ela é a co-fundadora do ClickZ.com, que é uma das primeiras fontes de interactive e commentary marketing. Ela foi colunista da revista Entrepeneur e site IBM’S Think Marketing. Membro do programa LinkedIn Influencer e palestrante keynote em eventos ao redor do mundo. No twitter, ela reúne mais de 400.000 seguidores, dos quais a maioria são reais.

Eric Santos – Resultado Digitais

Co-fundador e CEO da Resultados Digitais, Eric é engenheiro de controle e automação, formado por uma das melhores universidades de engenharia da América Latina, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Eric é empreendedor pela segunda vez. Nos últimos 16 anos, trabalhou em diversas startups e empresas de tecnologia desenvolvendo produtos e estratégias go-to-market, nacional e internacionalmente.

Will Reynolds –  Seer

Wil é fundador e diretor de estratégia da SEER Interactive. Já trabalhou em todos os segmentos, de produtos farmacêuticos e sistemas hospitalares a e-commerce e SaaS. Com mais de 15 anos de experiência fazendo e falando sobre buscas, ele adora palestrar em conferências sobre o futuro das buscas e fazer equipes enxergá-las com novos olhos.

Jacco Vanderkooij – Winning by design

Fundador da Winning By Design, empresa do Vale do Silício que auxilia empresas e startups a desenhar, construir e escalar as áreas de vendas, marketing e CS. Jacco é autor de “Blueprints of a Sales SaaS Organization” e “The SaaS Sales Method/Sales as a Science” e foi VP de vendas em várias empresas de tecnologia. O mais novo de oito filhos, foi criado em uma pequena vila de agricultores na Holanda. Competiu no xadrez, boxe, vela e representou a Holanda no triatlo em 2 campeonatos mundiais.

 

Veja toda a lista de palestrantes do RD Summit 2019 em Florianópolis aqui.

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Veja abaixo alguns nomes que já passaram em outros anos pelo RD Summit em Florianópolis:

– Martin Spier, Engenheiro de Performance Senior na Netflix;

– Allison Pickens, VP da área de sucesso do cliente na​ ​Gainsight;

– Romero Rodrigues, co-fundador do Buscapé​ e sócio na Redpoint Eventures;

– Martha Gabriel, consultora e autora bestseller​ ​brasileira;

– Renan Dal Zotto, medalha olímpica de vôlei e atual treinador da​ ​Seleção​ ​Brasileira.

 

Oportunidade de “abrir a cabeça”

Você já ouviu falar em Inbound Marketing? Já ouviu falar em geração de leads? Você planeja as vendas da sua empresa com base em metas pré-estabelecidas? Já ouviu falar em CAC – Custo de aquisição de clientes?

Já parou para pensar que os resultados em vendas do seu negócio podem ser muito superiores ao que você tem hoje? Nada melhor do que aprender com quem já tem resultados acima da média. E no RD Summit 2019 você vai ver tudo isso.

Durante o evento, além do conhecimento técnico e do relacionamento, você tem a oportunidade de conhecer novas ferramentas e técnicas e quem sabe, até mesmo, mudar o rumo do seu negócio.

Além disso, você vai encontrar novas​ ​soluções​ ​para​ ​a​ ​sua​ ​empresa. Diversas empresas expõem na feira de negócios durante o RD Summit com soluções para otimizar o seu trabalho e tempo.

 

Networking em alta

Imagine um espaço com mais de 10.000 profissionais, dos quais 70% são tomadores de decisão (CEOs, Diretores, Coordenadores). A possibilidade gigantesca de networking é mais um dos principais motivos que me fazem afirmar que o RD Summit vale a pena.

Lá, conversei com inúmeras pessoas, dos mais diversos segmentos, com as mais diversas especialidades, o que colaborou para adquirir ainda mais conhecimento, que foi além dos aprendizados das palestras.

 

Conhecimento

Com tanta gente boa e com tanto conhecimento circulando, é praticamente impossível você sair de um evento como esse sem nenhum conhecimento útil para seu negócio ou sua atuação profissional. Se existe um evento no ano que eu recomendo, esse evento é o RD Summit!

Ficou curioso ou quer garantir os ingressos mais baratos com desconto de 15%? Clique aqui e  compre direto na página oficial. Por sermos uma agência parceira do RD, contamos com um desconto exclusivo para vender os ingressos.

 

Como convencer meu chefe?

Você quer participar do maior evento de marketing digital e vendas da América Latina, mas não sabe como justificar ao chefe o quanto o RD Summit vale a pena? Faça uma lista com 5 motivos e ao lado de cada motivo coloque algo novo que você pode trazer de lá.

 

“O RD Summit não é para mim!”

Se mesmo depois de tudo isso, você ainda não se convenceu, e está penando que este evento não é para você, eu te asseguro, esse evento é para você! Qualquer pessoa com atuação empresarial no mundo hoje, tem que usar a internet de alguma forma e no RD Summit são abordadas estratégias, cases e discussões relacionados à todos esses temas.

Se neste momento você está pensando: “Eu não vendo pela internet, minha empresa é uma loja física, o que irei fazer nesse evento?”.

É porque talvez você ainda não tenha se dado conta de que 100% dos seus clientes e 100% dos seus fornecedores estão na internet diariamente, pesquisando, se informando, se divertindo, se relacionando e fazendo compras. E aí, tem certeza que vai ficar de fora? O RD Summit vale a pena para você!

 

Quanto custa ir ao RD Summit 2019?

Vou listar abaixo para você, o quanto a gente gastou para ir ao RD Summit em 2018. É claro que pode haver uma pequena variação mas já da pra você ter uma boa noção. O cálculo abaixo foi feito considerando por pessoa.

– Ingressos = R$ 850,00

Se você comprar com desconto e pegar os primeiros lotes pode garantir um desconto ainda maior. Clique aqui e compre com 15% de desconto. Aproveite enquanto os lotes iniciais ainda estão valendo. Também é possível parcelar em 10X sem juros. 😉 No ano passado, eu deixei para comprar o meu ingresso muito em cima e paguei muito mais caro.

– Deslocamento = R$366,68

Você conhece o site Mapeia? É um site muito legal que faz o cálculo do custo de viagens rodoviárias, inclui pedágios, custo de gasolina e estimativa de duração de viagem.

Como a gente sai de Ponta Grossa-PR esse é o nosso custo, mas você pode fazer a sua própria simulação no site ou até mesmo simular os custos de uma passagem aérea se for de mais longe. Um site legal para acompanhar preços e promoções de passagens aéreas é o Melhores Destinos.

Esse foi o nosso trajeto para chegar até o RD Summit. Imagem: mapeia.com.br

Um outro site tão legal quanto o Mapeia para fazer cálculo de custos de viagens e pedágios é o Qualp.

– Hospedagem = R$ 567,00

Aqui vale uma dica de ouro! Reserve com antecedência. Florianópolis é cheia de opções de hotéis e pousadas, mas como estamos em uma ilha, em pouco tempo os hotéis do centro ficam lotados e você corre o risco de ter que se hospedar longe do Centro Sul (local de realização do RD Summit) ou então ter que ficar em São José (cidade que fica cruzando a ponte de Floripa).

Essa última opção inclusive, foi o que aconteceu com a gente em 2017. Com um preço de diária médio de R$ 189,00 esse é o custo para um hotel 3 estrelas. Tanto em Floripa quanto em São José. Como eu já disse, se você quiser, encontrará opções mais baratas (hostels) e também opções mais caras.

Além de inúmeras pousadas espalhadas pelas belas praias de Floripa. Essa é uma dica legal também, se você quiser esticar a folga após o evento, o RD Summit sempre encerra na sexta-feira, por que não ficar até domingo na “ilha da magia”?

 

– Alimentação = R$210,00

Gastando em média R$ 30 por refeição e considerando que o café da manhã está incluso no preço do hotel, é possível conseguir bons restaurantes por esse preço.

Vale lembrar que no RD Summit tem uma feira com mais de 60 food trucks, é opção que não acaba mais. Além de que lá tem a bancada da fruta, banana, maçã e pêssego à vontade para ajudar na maratona das palestras. Água e café você encontra em diversos pontos também.

 

– Total = R$ 1.993,68

Não esqueça que alguns custos podem ser parcelados em 10X, outros você pode dividir entre mais pessoas como o deslocamento e o hotel. Então no final das contas esse valor acaba sendo um pouco menor.

 

– Quanto por mês? = R$ 166,14

Esse será o custo mensal para ir ao RD Summit 2019 se você começar a juntar o dinheiro desde Novembro de 2017. Eu costumo falar a seguinte frase: “ou você da um jeito ou você dá uma desculpa”. Se você realmente quiser ir, ainda tem a opção de tentar rachar esse custo com sua empresa, lembra da carta de como convencer meu chefe que citei acima? Use e abuse!

 

O que de melhor, o que de pior?

De melhor: Clima, ambiente, “áurea”. Chame como quiser…

A cultura de solicitude da equipe do RD é algo inacreditável. Você bobeia e olha para o lado vem alguém te oferecer uma balinha ou perguntar se você precisa de alguma ajuda para encontrar alguma sala.

De pior: a única coisa que eu considero ruim no RD Summit é também algo muito bom. O fato de ter tantas palestras juntas ao mesmo tempo, você acaba perdendo algumas que gostaria de assistir, mas é legal ter tantas opções para escolher, dificilmente terá algum momento que você não encontre nenhuma que te interesse. O evento é dividido em trilhas.

As trilhas são como temas, para organizar e facilitar a escolha das palestras. As trilhas disponíveis eram: Marketing Introdução, Marketing – outros conceitos, Marketing Avançado, Gestão e Estratégia, RD Station, Tecnologia, CS e Atendimento do Cliente, Agências, Conteúdo, Desenvolvimento Pessoal e Vendas, além das Mains Sessions.

Agora imagine 7 palestras diferentes umas das outras acontecendo simultaneamente dentre esses temas. Isso a cada 40 minutos! 😱

 

O que de mais importante aprendemos nos RD Summit 2017 e 2018?

O RD Summit 2019 vale a pena. Mas o que aprendemos de melhor? É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, mas estas abaixo foram as que mais nos chamaram atenção:

1 – MACHINE LEARNING: A inteligência artificial e seu uso no marketing, segundo a palestra do evangelizador do Google, Avinash Kaushik para Novembro de 2018 o desafio era que 50% das suas ações de marketing estivessem utilizando ML de alguma forma.

Olha a foto que tirei justamente desse slide. ML – Inteligência Artificial é a capacidade de softwares de aprenderem sem terem sido programadas especificamente para isso, não tem muita relação com robôs humanóides andando por aí.

Metas de Machine Learning para 2018 RD Summit

Estas são as metas sobre Machine Learning que Avinash propôs em sua palestra no RD Summit 2017.

2 – SEGMENTAÇÃO: Com o Facebook e o Google, você pode segmentar seu público de maneira inimaginável. O facebook tem uma parceria com a Serasa e além de todos os dados baseados no comportamento das pessoas online, juntam isso com dados de renda e consumo.

Eles sabem, por exemplo, que você gosta de páginas relacionadas a comida japonesa, faz check-in em restaurantes japoneses 1 vez por semana, sua esposa te marca em páginas de comida japonesa, que você é diretor de uma faculdade e que tem uma renda entre R$ 8.000 e R$ 10.000.

E sabe o mais curioso? Poucas empresas realmente tiram proveito disso. Acabam anunciando no Facebook sem selecionar nenhuma segmentação e sem selecionar o objetivo da campanha dentro da rede. Mas isso é assunto para outro artigo. 😉

3 – CONTEÚDO: Qualidade é muito melhor do que quantidade, cada vez mais. Como disse uma das primeiras palestrantes Ann Handley: “Seja relevante pra sua audiência.” Sabe o que a gente aqui da yard. está tentando fazer nesse artigo?

Ser relevante para você, te dar dicas reais e úteis sobre o RD Summit e não apenas tentando te vender algo, aliás, não estamos vendendo nada.

Isso é te dá uma dica sobre o que é o Inbound Marketing.

4 – GROWTH HACKING: Uma das coisas mais interessantes que você poderá ver no RD Summit  2019 é sobre isso. Se você der 30 passos de 1 metro, chegará a 30 metros. Porém, se a cada passo dobrar o tamanho, chega a 1 bilhão de metros. Essa analogia é excelente para associar ao growth hacking, que nada mais é do que “truques” para potencializar o poder do seu marketing digital.

Pode ser para crescimento de visitas no site, aumento no número de leads, ou qualquer outro objetivo de sucesso que você tenha.

5 – CHATBOT: Os robôs já estão dominando o marketing digital, um exemplo muito claro disso são os chatbots. Através deles, você cria respostas automáticas para se relacionar com usuários que interagem com a página do Facebook da sua empresa. A gente com certeza vai ouvir falar muito sobre eles no RD Summit 2018.

6 – REMARKETING SEGMENTADO POR PERFIL: Para cada pessoa que converteu em alguma oferta da sua empresa, é possível criar uma ação de marketing específica para atingi-la novamente. Mas não só isso, você também pode aproveitar o perfil daquela pessoa e criar anúncios para atingir outras pessoas com características semelhantes às dela.

É uma segmentação preciosa para atingir públicos que estão propensos a interagir com a sua marca

6 – E MUITO MAIS! Os próximos artigos que forem surgindo aqui no nosso blog trarão diversos insights que tivemos durante a nossa participação no Summit 2018 e dicas para você que vai participar do RD Summit 2019.

 

RD Summit

RD Summit 2018 – Equipe agência yard

Quer um resumo deste artigo em 7 palavras? O RD Summit 2019 vale a pena!

Dica final: os lotes sobem muito rápido! Se você já decidiu que vai ao evento, compre seu ingresso o quanto antes. Aproveite os ingressos com desconto exclusivo para agências parceiras 🙂

 

Como aproveitar o Big Data para criar um planejamento de mídia diferenciado

Como aproveitar o Big Data para criar um planejamento de mídia com ações diferenciadas
A grande pergunta para a leitura deste artigo é: sua empresa está preparada para utilizar as informações que os clientes fornecem todo dia na internet e transformá-las em um planejamento de mídia eficaz? Isso também é conhecido como big data.

Agora, pare por um minuto e reflita:

– Qual seu primeiro pensamento ao abrir os olhos? Você já parou para pensar nisso?

– No desenrolar do seu dia qual a quantidade de informações que você recebe até a hora do café da manhã?

– Você pega o celular para ver que horas são, mas já aproveita para dar uma olhada nas redes sociais e em algum portal de notícias?

Tenho quase certeza que você respondeu afirmativamente para todas ou quase todas as questões anteriores. Afinal, todo mundo precisa se manter informado. Principalmente se o seu trabalho envolve, de alguma forma, melhorar e surpreender a experiência para clientes.

A sua empresa está preparada para utilizar as informações que seus clientes recebem diariamente? Ou então, vamos pensar por outro ângulo, mais relevante para o momento em que vivemos: a sua empresa está preparada para aproveitar as informações que seus clientes fornecem? Você consegue imaginar um planejamento de mídia a partir dessas informações? O ambiente digital proporciona cada vez mais um maior número de dados referente aos hábitos de consumo, preferências, desejos e, porque não, sonhos dos consumidores. Cabe a cada empresa entender como transformar estes dados em informações chave para o negócio e assim oferecer uma experiência para o cliente.

Big data

Há muita informação disponível sobre os seus clientes. Através do avanço do marketing digital, isso está muito mais acessível atualmente. Imagem: saudebusiness.s3.amazonaws.com

Os consumidores estão cada vez mais informados

Consumidores informados exigem cada vez mais experiências satisfatórias em qualquer ambiente, tanto em uma loja virtual, quanto nas lojas físicas. Sua jornada de compra está sujeita a constantes modificações, isso devido às novas formas de compra e experiências pelas quais eles vivenciam e querem vivenciar.

As informações que buscam, seja antes de dormir ou ao acordar, são dados riquíssimos para que as empresas proporcionem tais experiências e assim consigam conquistar mais consumidores que se identifiquem com sua marca e com seu estilo de vida.

“Isso significa que a partir de agora devemos focar todos nossos esforços apenas nas mídias digitais para obter informações? Não!”

Significa que esta é a mídia com fonte de dados mais completos e com retorno mais rápido de dados. Para que assim você crie uma base de informações consistentes sobre o seu público-alvo, possibilitando tomadas de decisões mais certeiras, que podem ser executadas tanto no online, quanto no offline. Por isso, a informação do momento é: saiba transformar os dados (big data) em informações úteis para o seu negócio e proporcione experiências surpreendentes aos clientes. Uma forma de fazer isso de maneira eficiente, é aproveitando as informações big data nos planejamentos de mídia, que normalmente são feitos ao contratar uma agência de publicidade para trabalhar em campanhas.

Planejamento de mídia em agência de publicidade
Planejamento de midia

O planejamento de mídia é a principal ferramenta para determinar os rumos de uma comunicação integrada. Imagem: foundationadvertising.com

Afim de proporcionar uma experiência para o cliente, dentro de uma agência de publicidade, a elaboração do plano de mídia leva em consideração etapas carregadas de informações adquiridas dos mais diversos meios. É dessa forma que o planejamento de mídia é feito:

– Primeiro passo: a reunião inicial da agência com o cliente tem como objetivo elaborar o briefing. Procura-se entender aspectos como expectativas do cliente, a maneira como trabalha, como é seu relacionamento com o público-alvo da empresa, trabalhos já desenvolvidos e, basicamente, todos os dados relevantes para a criação de campanhas publicitárias ou de criação de marcas. O briefing caracteriza a etapa fundamental de todo o planejamento, pois é a partir destas informações que serão realizadas as próximas etapas e a agência pode utilizar de forma eficiente a verba disponível para criar ações.

Segundo passo: É a análise de mídias, aqui investigamos as informações citadas no começo deste artigo. Procurar entender as necessidades e desejos do público-alvo é fundamental, mas nunca se esqueça de encontrar o que ele está procurando de verdade! Parece confuso? Calma, está tudo sob controle, literalmente. Existem plataformas digitais que oferecem estes serviços para que você possa analisar dados e mensurar suas ações em tempo real. Isso significa que agora você possui um universo de informações ricas em torno do seu público-alvo, você pode visualizar o que seus consumidores estão procurando, quais os assuntos mais comentados, como interagem entre si, o que sentem, suas expectativas e até mesmo experiências que presenciaram com seus concorrentes. Percebeu que estamos com a galinha dos ovos de ouro em mãos?

“O marketing digital possibilita que você acompanhe a reação das pessoas e possa tomar decisões baseadas em dados para continuar na mesma linha de pensamento ou mudar sua estratégia, tudo isso em poucos cliques!”

– Terceiro passo: agora é hora de pensar no cronograma de mídia: quais ações estratégicas serão realizadas, em quais veículos de comunicação a execução será feita e qual será a periodicidade, todas essas decisões são feitas de acordo com a verba disponível, sempre pensando no público-alvo em primeiro lugar. Lembre-se: experiências positivas para o cliente geram identificação com a marca. Nesta fase do plano de mídia, utiliza-se planilhas de controle, que identificam de forma clara e objetiva o que, como, quando e onde será realizada cada ação.

– Quarto e último passo: Agora é o momento de colocar a mão na massa. Mas apenas colocar o plano para rodar não significa que o trabalho está concluído, você deve monitorar de perto as ações. Esteja pronto para fazer alterações no meio do caminho, isso é natural e provavelmente vai acontecer. Mas não se preocupe, essas alterações servirão para aperfeiçoar ainda mais sua estratégia. Além de garantir que tudo ocorra dentro conforme planejado.

Apesar do turbilhão de informações que você irá receber através do big data, não esqueça de tratar seu público como indivíduos únicos. As experiências que você irá proporcionar são a chance da sua marca se conectar com as pessoas e até mesmo reforçar a individualidade de cada um, através de ações que os façam sentir-se valorizados.

Caso seu objetivo final seja proporcionar um atendimento de excelência aos seus clientes, crie um ambiente dentro do seu negócio que propicie o alcance deste objetivo, indo de acordo com o que foi estabelecido no plano de mídia. Trace metas, métricas de avaliação, treinamentos, invista em sua equipe, seja no ambiente virtual ou físico, ambos devem andar de mãos dadas. Comunique-se. Por isso, engaje sua equipe a partir de seus valores e projeções futuras, para que todos realizem suas tarefas diária guiadas para o mesmo propósito. A partir desta preparação interna, você poderá desfrutar da sinergia de informações e apresentar uma experiência de valor ao seu consumidor final.

“Customer experience”, o que é e por que é tão importante?

Entenda o que é customer experience de maneira simplificada e por que ela é tão importante para marcas que querem sobreviver em um mercado competitivo.

Vivemos uma convergência de gerações, a geração “X”, da qual pertencem pessoas nascidas do início dos anos 1960 até o início dos anos 1980, que ainda em sua maioria, continuam fazendo e consumindo publicidade da maneira antiga. Devido a isso, elas sentem os reflexos dessa comunicação quase que unilateral, enquanto a nova geração, os “millennials”, compostos por pessoas nascidas no início dos anos 1980 à meados da década de 1990, ainda dão sinais muito diferentes de como querem consumir. Nesse sentido, uma dúvida se sobressai entre todos os estudos da área: “Como atingir um público que não gosta de propaganda?”

É fato que, todo tipo de ação é válido, mas essa nova geração parece ser muito mais pautada no “live marketing”, ou seja, em ter qualquer tipo de experiência positiva com relação as marcas. Porém, se a ação não for pensada com alinhamento às expectativas do consumidor, as impressões negativas tendem a surgir e, nesse ponto, os millennials costumam não passar por mais de duas experiências negativas com a mesma marca.

“Os millennials costumam não passar por mais de duas experiências negativas com a mesma marca”

Para não sairmos perdendo em uma relação comercial com as novas gerações, devemos levar em consideração diversos fatores, o mais importante deles, talvez seja analisar o contexto geral antes de tomar qualquer tipo de decisão. Normalmente percebemos marcas, principalmente as grandes, que abrangem território nacional ou são, em muitos casos, multinacionais, tomando partido em questões do âmbito político. Isso é, de certa forma, extremamente arriscado tendo em vista o cenário atual, onde presenciamos uma guerra entre ideologias numa briga pela verdade absoluta de um dos lados. Sabemos então, que qualquer marca interessada em entrar nesse mérito junto aos seus consumidores, deve ter em mente que as chances de fracasso são enormes e por mais que uma parcela de seus clientes compactue das mesmas aspirações, marcas não devem expor esse tipo de pensamento, justamente porque quando falamos em público, é praticamente impossível saber quais as ideologias e pensamentos de todos. Então, ao tomar partido, automaticamente a marca está “excluindo” uma parcela de seus consumidores.

propaganda habbibs caiu preco da esfirra

O Habbib’s realizou uma campanha fazendo referência ao impeachment de Dilma Roussef. O buzz foi gigante e a polêmica também. Clique aqui para assistir.

Mas onde entra o “customer experience”?

Tendo em mente essas mudanças de consumo, temos de perceber que se os millennials procuram por novas experiências, as maneiras de uma marca se comunicar devem mudar. A maioria das marcas apostam em seu público cativo, através de ações mais tradicionais, porém, é preciso levar em consideração os possíveis novos consumidores, já que essa nova geração não costuma ser fiel a nenhuma marca, eles podem estar em busca de novos produtos e serviços que se adequem a seu perfil, sem se importar tanto com qual empresa está ofertando. Prova disso é o Uber, que apareceu no mercado há pouco tempo. Se compararmos com os serviços prestados por taxistas, que ultrapassam décadas, podemos perceber que uma enorme parcela de consumidores opta pelo novo serviço, pois é oferece mais benefícios e uma experiência muito mais positiva, mesmo sendo muito mais recente que o táxi, já estabelecido no mercado.  O grande trunfo e o porque de o Uber se tornar um disruptor em tão pouco tempo se deve ao fato do fator “customer experience” atrelado à marca. A boa experiência do consumidor parte desde a balinha e água servidas dentro do carro aliado à comodidade de saber o preço antes mesmo de realizar a viagem. Em alguns lugares, como em São Francisco nos Estados Unidos é possível solicitar um carro inteligente, sem motorista, o que chama ainda mais a atenção quando falamos de experiência inovadora para o consumidor.

carros do uber sem motorista - customer experience

Além de água e balinha, o Uber começou a oferecer carros sem motoristas. Quer um customer experience melhor que esse? Imagem: g1.globo.com

E por esperarem experiências tão inovadoras como essa, os novos consumidores buscam mais do que simples ações de marketing. Entramos cada vez mais em um mercado ávido por exclusividade e não por quantidade. O primeiro pontapé realmente certeiro nesse sentido, acredito que tenha sido da C&A, a marca é conhecida por sua enorme diversidade de peças de estoque feitas em série e com preço acessível. Ao realizar uma campanha que utilizava Gisele Bündchen como garota propaganda, a C&A conseguiu integrar dois quesitos super importantes que nenhuma outra marca havia pensado, conseguindo vender com as mesmas condições de antes (preço acessível e produção em série), um produto assinado por uma top model. Desta forma, mesmo que seja fabricado em série, a moda C&A ainda traz a imagem de uma certa exclusividade para uma parcela da população que não podia se dar ao luxo, ou talvez não se importava com roupas de grife, mas que de certa forma, viu esse desejo surgir ao perceber que a “exclusividade” era extremamente acessível. Ou seja, talvez não seja tão difícil criar ações dignas de engajamento e que despertem a atenção desse novo consumidor e assim surpreendê-los de forma semelhante.

Gisele Bündchen para C&A - Customer Experience

Peça de campanha da coleção “Gisele Bündchen para C&A”. Imagem: sfeminino.wordpress.com

Claro, que não é necessário um budget milionário e uma garota propaganda como a Gisele Bündchen em toda ação, o que quero dizer é que o mais importante é dar atenção aos desejos do seu público-alvo e às suas experiências com marcas. Toda ação deve estar alinhada aos objetivos da empresa e, claro, entregar satisfação aos millennials, pensando em customer experience, pois da mesma forma que é difícil agradá-los, é fácil fazer com que eles repassem as experiências positivas nos círculos sociais. Se uma marca é capaz de conquistar isso, então ela atinge um status muito mais humanizado e personalizado para aquele consumidor, conseguindo gerar lembrança na mesma medida em que atende aos anseios de um cliente muito mais exigente.

Quer mais dicas de marketing? Clique aqui e acesse outros posts do nosso blog

Insight #bookyard. 1 – O que um ônibus espacial tem a ver com a bunda de um cavalo?

yard-insight-bookyard3blog

A bookyard. é uma reunião semanal que realizamos na agência. Nela, cada membro da equipe é responsável por ler um livro e trazer um capítulo toda semana, que é apresentado e debatido entre todos. A história que mais nos chamou atenção está no livro “Marketing na Era do Nexo” de Walter Longo e Zé Luiz Tavares. Veja a seguir:

“A mais avançada engenharia mundial em design e tecnologia acaba sendo afetada pelo tamanho da bunda dos cavalos da Roma antiga.”

O livro “Marketing na Era do Nexo” de Walter Longo e Zé Luiz Tavares volta a ser destaque na bookyard! O capítulo de hoje aborda as tomadas de decisão e como elas podem ser divididas. Basicamente, temos 4 tipos de decisão, que se dividem entre racionais e emocionais, são elas: dedução, repetição, generalização e intuição. O insight de hoje trata da decisão por repetição. O autor conta uma breve história sobre como a repetição influencia nas decisões futuras.

“Aqui está um exemplo clássico de com a força inercial compromete as decisões que vão sendo tomadas ao longo do tempo: hoje, nos Estados Unidos, a bitola das ferrovias (distância entre dois trilhos) é de 4 pés e 8,5 polegadas.

Mas por que essa medida foi utilizada?

Porque era esta a bitola das ferrovias inglesas e como as americanas foram construídas pelos ingleses, esta foi a medida utilizada.

Mas por que os ingleses adotavam essa medida?

Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças, antes das ferrovias, e utilizavam os mesmos tamanhos de eixos das carroças.

Mas por que essas medidas para as carroças?

Porque a distância entre as rodas das carroças deveria servir para as estradas antigas da Europa, que tinham essa medida.

Mas por que as antigas estradas europeias tinham essa medida?

Porque essas estradas foram abertas pelo antigo Império Romano, quando de suas conquistas, e tinham sua largura baseada na das antigas bigas romanas.

E por que as bigas tinham essa largura?

Porque foram feitas para acomodar dois traseiros de cavalos!

Pois bem: o moderníssimo ônibus espacial americano, o Space Shuttle, utiliza dois tanques de combustível sólido que são fabricados por uma renomada empresa em Utah. Os engenheiros que o projetaram queriam fazê-lo mais largo, porém, tinham a limitação dos túneis das ferrovias por onde eles seriam transportados, os quais tinham suas medidas baseadas a bitola da linha. Ou seja: a mais avançada engenharia mundial em design e tecnologia acaba sendo afetada pelo tamanho da bunda dos cavalos da Roma antiga.”

Como usar as redes sociais para atrair visitas para o seu site

Como usar as redes sociais para atrair visitas para o seu site

Em vários dos artigos da yard., já citamos inúmeras vezes a importância das redes sociais para qualquer tipo de negócio. Um terço de toda a população mundial está nelas, por que sua empresa não estaria? O uso de redes sociais dentro de empresas, dentre outras funções, como branding, relacionamento e vendas diretas, tem também o objetivo de gerar visitas para o site da marca e é muito importante que você saiba disso. Principalmente se está buscando consolidar uma estratégia de Inbound Marketing, que, na minha visão, depende muito das redes sociais para fazer sucesso.

Já que eu citei o Inbound (e se você não o conhece, clique aqui), preciso complementar dizendo que estamos em uma era voltada para o conteúdo. Muitos consumidores estão se cansando de tantas ofertas, promoções e “compre agora mesmo” e estão, cada vez mais, valorizando marcas que os envolvam e provem que realmente são especialistas em algo. É nisso que se baseia o Inbound Marketing. Claro que as redes sociais são ótimas para criar postagens de ofertas também, mas considerando que você oferece conteúdo interessante em seu site e ele transmite credibilidade, fica muito mais fácil se aproveitar disso e vender pela internet, mesmo que você não tenha um e-commerce. Então você pode fazer uso das redes para aumentar os acessos do seu site. E a melhor forma de atrair visitas usando as redes sociais é divulgando nelas o conteúdo que você publica dentro do seu blog, outro elemento fundamental na estratégia de Inbound. Dessa maneira, os usuários se sentirão atraídos por aquilo que você está oferecendo e realizarão outras ações dentro do seu site, como acessar mais conteúdos, entrar em contato, pedir um orçamento ou realizar uma compra. Mas para isso acontecer, você precisa estruturar o seu site de forma inteligente e conduzir o usuário para que ele se torne um lead. Leads são pessoas que fornecem algum tipo de informação (nome, email, telefone) em troca de alguma oferta que você disponibilizou. Transformar visitantes em leads é muito importante por dois motivos: 1º – Você terá alguns dados importantes daquele consumidor em mãos. 2º – Você saberá que ele tem algum interesse em algum tipo de conteúdo que você está oferecendo. Isso pode significar que ele pode vir a se tornar o seu cliente. Ou não. Se ele não se tornar um cliente, não se desespere. Fazendo uma analogia, não são todas as pessoas que passam por uma loja de roupas e realizam a compra, mas isso não quer dizer que elas não têm interesse. Certo?

Só tô dando uma olhadinha

Só tô dando uma olhadinha! Imagem: virtualgate.com.br

Como as redes sociais ajudam o site da minha empresa?

Para entender a resposta, você precisa passar a encarar as redes sociais para o seu cliente de duas maneiras: fonte de informação e possibilidade de se comunicar com marcas. Para estas duas, você pode criar estratégias que tragam acessos para o seu site e, ao mesmo tempo, “sacie os desejos” do seu público. Você pode trabalhar o relacionamento com o cliente resolvendo os problemas que ele tem e ainda assim oferecendo conteúdos para que ele visite seu site e, a partir daí, inicie o processo de compra, que pode ser rápido, mas também pode ser a longo-prazo (pode levar meses). Utilize as redes sociais (independente de quais forem) para atrair e relacionar ao mesmo tempo, elas são ótimas para ambas as tarefas. Não deixe de realizar os seus posts patrocinados “tradicionais”, com objetivos mais institucionais ou mesmo de venda direta, mas se quer uma dica, reserve boa parte da sua verba para os posts que trazem visitantes. Ah, detalhe fundamental: sempre invista dinheiro em seus posts nas redes sociais, desde que eles sejam bons.

Como fazer anúncios patrocinados nas redes sociais para atrair visitas?

Muito importante: Faça o impulsionamento (anúncio patrocinado) focado em tráfego e conversão. Esse é um detalhe que passa despercebido entre muitas empresas (e as vezes até agências).  O Facebook e o Instagram oferecem, dentro de seus gerenciadores de anúncios, a possibilidade de patrocinar as postagens com o objetivo específico de que o usuário clique no link do site. O algoritmo irá selecionar um público que esteja mais propenso a clicar nos links e otimizará a verba investida para este objetivo, o que torna mais barato e assertivo optar por essa categoria de anúncio no momento de criação do post. É comum que as empresas esqueçam (ou não saibam) disso na hora de fazer um anúncio e acabam impulsionando de forma “padrão”, ou seja, com o objetivo em gerar curtidas e comentários. Isso não significa que você deve impulsionar todos os seus posts com o objetivo de tráfego no site, mas é uma alternativa que se enquadra perfeitamente nos posts que foram pensados para atrair visitas.

Quer um exemplo? Todos os posts de blog da yard. que são compartilhados no Facebook, têm como foco a atração de cliques e visitas. Fizemos um teste em um post de blog com patrocínio focado em envolvimento (curtidas, comentários), veja uma comparação abaixo, ambos os posts foram impulsionados com R$15,00, mas com os objetivos diferentes.

Post patrocinado 1

Este post foi patrocinado com o objetivo de envolvimento, gerou 61 interações (a maioria são curtidas), não gerou nenhum clique. Ninguém que foi impactado pelo patrocínio leu a publicação em nosso blog.

 

Patrocinado 2

Já este post foi impulsionado com o objetivo de gerar cliques. O patrocínio rendeu 28 cliques para o post do blog da yard. Ou seja, 28 pessoas que abriram a publicação do blog e provavelmente leram o artigo.

Você pode fazer um teste por conta própria, pois o Facebook permite que você crie testes A/B dentro do gerenciador de anúncios. Não é uma regra absoluta, porém, é algo que nós já testamos e comprovamos.

Se você está tendo dificuldades para gerenciar as páginas da sua empresa nas redes sociais, bem como todo o marketing digital da sua empresa, pode entrar em contato com a gente e faremos uma análise GRÁTIS do marketing digital da empresa. Clique aqui.