Como escolher o mix de produtos sem ficar no prejuízo

Como escolher o mix de produtos sem ficar no prejuízo

Escolher o mix de produtos não é fácil. Criar um novo produto, coloca-los na gôndola, ter um mix diferenciado, permanecer sempre com os mesmos produtos, verificar o giro de mercado, investir em estoque, engajar mais a minha equipe de venda. Ufa, é muita coisa para pensar, mas afinal, quais produtos realmente dão um faturamento maior para a sua empresa?

 

Pontos de interrogação, abacaxis, vacas leiteiras, estrelinhas

Você já ouvir falar de produtos abacaxis? Ou produtos que são uma verdadeira vaca leiteira? E aqueles produtos “tops estrelinhas”? Tem também aqueles produtos que são um verdadeiro ponto de interrogação. Mas o que isso tem a ver? Vamos lá!

 

Hoje em dia, muitos diretores têm medo de arriscar colocando um novo produto na gôndola, mas também tem o mesmo medo em ficar para trás nas diversas opções que seu concorrente oferece para seu cliente. Comprar um estoque e investir em publicidade para as vendas ficarem paradas não é sonho de nenhum empresário, certo?

 

Pensando neste problema, vou dar uma forma para auxiliar em uma tomada de decisão mais eficaz na hora de escolher seu mix de produtos: a Matriz BCG.

 

O que é a Matriz BCG?

Essa matriz é uma técnica que tem como base o ciclo de vida dos produtos, para analisar como acontece seu giro no mercado, ela foi desenvolvida nos anos 70 pelo Bruce Henderson para uma empresa de consultoria BCG – Bonston Consulting Group. Sua principal função é designar os produtos que dão mais lucro, os que são mais rentáveis, os estagnados ou em declínio e os produtos que são uma incógnita.

Exemplo de estrutura de matriz BCG

A estrutura da matriz BCG ajuda você a escolher o mix de produtos.

Os pontos de interrogação: são aqueles produtos recém-lançados, que não tem uma participação forte no mercado, ainda estão em análise e têm um grande investimento da equipe de vendas, tanto para mostrar o que ele faz, como para incentivar as pessoa a comprarem. Portanto, ele tem uma baixa participação. Porém, é bom ficar de olho, pois tem uma forte chance de se tornar um produto estrela no mercado, caso esteja em constante crescimento. Mas também pode virar diretamente um abacaxi.

 

As estrelas: Esses produtos têm uma alta participação no mercado e gera um bom lucro para empresa, porém, estão em fase de crescimento e exigem um forte investimento de divulgação e de diferenciação da concorrência.

 

As vacas leiteiras: Já esses são os queridinhos, aqueles que “vendem como água”, sem a necessidade de muito investimento em marketing e venda. São eles que devem ser mantidos para neutralizar os custos da empresa.

 

Os abacaxis: São aqueles produtos que toda empresa quer passar longe, não geram lucro e nenhuma participação rentável, deve-se ficar de olho se ja é hora de abrir mão dele nas gôndolas ou fazer um investimento relativamente baixo para colocá-los em movimento.

Geralmente, já são considerados os “fim de carreira”, já que seu ROI é praticamente nulo.

 

Uma ideia legal é a de classificá-los desta forma:

Construir: os pontos de interrogação com maior sucesso, que podem ter uma grande participação no mercado.

Colher: que no caso são as estrelas, onde é preciso investir para colher os frutos.

Manter: as vacas leiteiras que geram a rentabilidade da empresa.

Abandonar: os abacaxis e os duvidosos ponto de interrogação, que após analisados por um tempo, não geram receita e não agregaram em nada a empresa.

Principais ferramentas do marketing digital ebook

Principais ferramentas de marketing digital e como elas irão aumentar suas vendas

A Matriz BCG é utilizada para:

1 – Escolher o melhor mix de produtos para sua empresa;

2 – Analisar quais dão maior retorno;

3 – Analisar quais são os que apenas estão ocupando espaços nas gôndolas, sem dar retorno nenhum.

 

Então para uma boa vida útil dos seus produtos, vale posicioná-los primeiramente no ponto de interrogação, para em seguida ver em qual quadrante eles vão estar e demostrar um grau de crescimento. A ideia é que ele siga o trajeto: interrogação, estrelas e vaca leiteira.

Porém nem todos esses produtos têm uma visão amigável do mercado, podendo entrar no ponto de interrogação e pular direto para um produto abacaxi. É interessante, a cada período de tempo, analisar a situação dos produtos e fazer isso regularmente, visto que o mercado sofre constantemente por mudanças e as vendas do mesmo enfrentam grande oscilação.

 

Insistir em um produto que está “empacado na vitrine” pode ser um grande erro, utilize a Matriz BCG para te ajudar a avaliar em quais produtos você está errando e em quais produtos está acertando e assim, diminua suas preocupações com as vendas!

 

Finalizou sua Matriz BCG e já sabe quais são seus melhores produtos? Lembre-se de avaliar se a sua estratégia de marketing está coerente. Leia este artigo que te ajudará a revolucionar as suas estratégias de marketing.

Arquitetura para restaurantes: Por que ela é importante?

Arquitetura em ambientes gastronômicos

Arquitetura para restaurantes é tão importante quanto o cardápio e o atendimento. A norma da necessidade da arquitetura em ambientes gastronômicos é clara: Não há restaurante que se sustente por muito tempo com uma ambientação ruim, mesmo tendo um cardápio de qualidade. Por isso, a arquitetura para restaurantes é tão importante.

Não é preciso ser um especialista em gastronomia para notar o quanto este segmento está se destacando em nosso país hoje em dia, aliás, também não precisamos ser especialistas para apreciar tudo o que a gastronomia aliada à arquitetura estão nos propiciando.

Espaços gastronômicos são ambientes especializados. O projeto alia de forma equilibrada os aspectos técnicos e funcionais referentes à armazenagem e produção de alimentos aos aspectos conceituais, seguindo os desejos do cliente “proprietário”. Não se consome apenas comida em um bom restaurante, em fato se consome um conceito. O projeto arquitetônico do restaurante deve proporcionar um local onde você tem uma experiência gastronômica e isso envolve o alimento, acomodações, cores, sons, ambientação e pessoas.

O “gourmet” está na moda e se tornou muito fácil ver bares e restaurantes temáticos, modernos e co mum conceito de arquitetura em ambientes gastronômicos surgirem, até mesmo em cidades pequenas do interior. Mas como estar preparado para montar seu negócio e impressionar pela experiência de compra através da arquitetura em ambientes gastronômicos?

 

  • Conheça seu alvo: O primeiro passo a ser tomado é definir o seu público-alvo, isso vai impactar até mesmo na hora de escolher seu ponto comercial. É importante lembrar que a decoração, bem como os móveis, acabamentos, equipamentos e materiais precisam estar de acordo com o público que deseja ser atingido com o seu projeto de arquitetura para restaurantes.

 

  • Seja acessível: Estar à vista é essencial, mas não esqueça que o local precisa ser acessível e fácil de estacionar, caso não haja um estacionamento privativo para os clientes. Ou seja, mesmo que o estabelecimento esteja na maior e mais movimentada avenida, se não for de fácil acesso não terá o sucesso esperado.

 

  • Não “se feche”: A tendência de restaurantes fechados está se dissipando, hoje em dia queremos ver e ser vistos. Invista em áreas abertas – de preferência com jardins – se áreas abertas não forem possíveis, tente pelo menos trabalhar com janelas grandes ou paredes de vidro. Isso também ajuda a divulgação, pois se você passa na frente de um restaurante e ele está cheio, com certeza você vai pensar que ali é um bom local.
Arquitetura para restaurantes - Área externa

Áreas externas ou grandes janelas são essenciais na arquitetura de ambientes gastronômicos.

 

  • Ilumine-se: A iluminação tem que ser adequada para seu tipo de estabelecimento. Procure usar uma iluminação aconchegante e focal quando for um restaurante requintado ou estabelecimentos onde se deseja que o público fique por mais tempo. Mas se seu restaurante é um fast-food, tente inquietar seu cliente com uma iluminação mais clara e generalizada, pois assim ele vai seguir o propósito de comer e não demorar muito no local. Tudo isso pode ser previsto fazendo um projeto de arquitetura para restaurantes.

 

 

Quer conversar comigo sobre como melhorar o ambiente do seu negócio?

Me chama no whats aqui.

RD Station vale a pena?

RD Station
RD Station vale a pena? O RD é um software completo para gerenciamento total de marketing digital em uma única plataforma. Ele concentra todas as ações de inbound marketing, como captação e nutrição de leads, criação de landing pages e email marketing.

O RD Station pode ser considerada a ferramenta “do momento” no marketing digital. Escrevi esse artigo para te ajudar a entender melhor sobre ele e descobrir se vale a pena assinar o serviço deles.

A pergunta talvez não seja, “se” o RD Station vale a pena. Mas sim “quando” vale a pena. A yard. está desde janeiro de 2017 como agência parceira do RD, hoje somos nível Silver no programa de agências, e por isso, podemos afirmar com autoridade que a ferramenta vale a pena. Mas continue lendo o artigo para entender melhor se é o momento certo para o seu negócio.

 

Está com preguiça de ler? Solicite uma apresentação de 3 minutos de demonstração do RD Station.

Um pouquinho da história do RD Station

Eu falei no início do texto que RD Station é a ferramenta “do momento” no marketing digital, na realidade ele é software do momento em outras áreas também:

– Marketing Digital

– Inbound Marketing

– SaaS (Software as a Service)

– Startups

– Negócios escaláveis

– Growth Hacking

Eu poderia aumentar essa lista com outros termos para ajudá-lo (a) a entender o tamanho e a relevância que RD Station tem para o mercado atual do marketing digital. Mas acredito que a lista acima descreve bem a relevância e a importância do nosso querido RD.

O RD Station foi criado no Brasil, em 2011 pela Resultados Digitais, mais precisamente em Florianópolis-SC. Um polo de empresas de tecnologia no Brasil. O atual CEO é o Eric Santos, que junto com Guilherme Lopes, Bruno Ghisi e André Siqueira, quatro grandes visionários brasileiros, construíram um império do zero. Atualmente a empresa tem mais de 600 colaboradores chamados de RDoers, numa brincadeira de “quem faz a coisa acontecer”.

Colaboradores-RD-Station

Colaboradores do RD Station durante o RD Summit 2016. Foto retirada de: https://resultadosdigitais.com.br/blog/retrospectiva-rd-summit-2016/

Inclusive vale citar que eles realizam anualmente um evento chamado RD Summit. Ele é considerado o maior evento de vendas e marketing digital da América Latina, fizemos um artigo sobre o RD Summit em nosso blog, da uma olhada.

Eles já receberam 4 rodadas de investimentos de fundos internacionais. Estima-se que mais de US$ 20 milhões de dólares já tenham sido injetados na empresa. O que não é tanto assim para o mundo das grandes empresas de tecnologia. Mas é muito legal para a realidade brasileira.

 

Para começar a te ajudar a entender se o RD Station vale a pena para você. Vou começar listando e explicando o que, na minha opinião, ele NÃO faz.

O que o RD Station não faz?

  • CRM;
  • Pop-ups mobile;
  • Vender sozinho;

 

CRM – Customer Relationship Management ou Gerenciamento do Relacionamento com Clientes.

Essa é uma das principais “falhas” do RD Station, contra seu principal concorrente que é o HubSpot. O HubSpot conta com um CRM nativo. Isso acaba não sendo um grande problema porque o RD faz boas integrações com os principais CRM’s do mercado. Mas se você está buscando uma ferramenta que reúna todos os dados em uma só, vale a pena saber sobre essa questão.

 

Pop-ups mobile

Essa é uma das minhas principais “reclamações”. Apesar de ter disponível a ferramenta para desktops, você acaba tendo que inserir plugins variados no site para conseguir essa funcionalidade em dispositivos móveis. Como a maioria dos acessos aos sites hoje vem do mobile, eu acredito muito na ferramenta. Claro que ela deve ser bem utilizada visando principalmente não incomodar o usuário.

Os pop-ups devem oferecer algo útil e complementar ao conteúdo da página que está sendo acessada. Nós já conseguimos ótimos resultados com pop-ups na versão desktop do próprio RD. Geramos mais de 258 leads qualificados para um cliente, e o melhor, sem custo nenhum em mídia paga. Aproveitando apenas a audiência que já estava sendo gerada e oferecendo um conteúdo complementar ao tema principal da página.

 

Números de um popup aplicado pelo RD Station

Um exemplo de leads gerados através de um popup implantado no site de um cliente da yard.

 

Vender sozinho

Uma das formas que nós fazemos para qualificar novos clientes para o uso do RD Station aqui na yard. é uma analise sobre a maturidade comercial da empresa. Itens que analisamos:

  • Existe uma equipe ou uma pessoa dedicada exclusivamente para o departamento comercial da empresa?
  • Existem processos bem definidos sobre a jornada de compra?
  • Já é utilizado algum sistema CRM?

Se a resposta foi “sim” para todas as perguntas, a empresa provavelmente tem uma maturidade comercial interessantíssima para utilizar o inbound marketing e consequentemente o RD Station. Se a resposta “sim” foi para duas ou apenas uma das perguntas, analisamos o caso mais a fundo. Até sugerindo a contratação de uma consultoria complementar para preparar a empresa.

Mas caso a resposta seja “não” para todas as perguntas, nós propomos alguma outra estratégia para essa empresa, sem envolver o RD Station num primeiro momento. Até que a empresa esteja madura comercialmente falando para aplicar o inbound marketing. Isso é feito porque provavelmente essa empresa não conseguirá fazer uma boa tratativa dos leads fundo de funil gerados, e não enxergará valor no trabalho que está sendo feito. E aí, a consequência é apenas uma: cancelamento.

Caso você tenha um e-commerce em uma plataforma bem estruturada, além de ter os produtos com preço certo, bem direcionados a um público-alvo e aliados à sua marca e às marcas dos produtos que você vende, irão atuar como “vendedores” e aí neste caso, o RD Station deve ser considerado desde o início, com certeza. Inclusive fiz um artigo sobre o que faz uma empresa dar certo. Onde cito exatamente essas questões sobre o porquê de algumas empresas darem certo e outras não.

Ficou curioso? Quer trocar uma ideia sobre isso, sem compromisso com um consultor da yard.?

Quero falar com um consultor

O que o RD Station faz?

Agora que você viu o que, na minha opinião, ele não faz. Vamos ver o que ele faz de melhor.

  • Criação de landing pages;
  • Automação de marketing (emails automáticos), lead scoring e lead tracking;
  • Campanhas de email marketing e segmentação de leads;
  • Agendamento de posts em redes sociais;
  • Otimização de SEO;
  • Fontes de conversão e análises de acesso do site.

Criação de landing pages

Landing page é uma página de um site (ou hotsite), que tem como objetivo de capturar informações dos visitantes através de um formulário, em troca de uma oferta de conteúdo.

Essa talvez seja a função mais “nobre” do RD Station. Pois você não precisa contratar um programador, nem manjar de programação para usar o software. Com noções básicas de design é possível criar landing pages iniciantes para converter visitantes em leads.

É lógico que existem muitas técnicas para aumentar conversão e deixar as páginas mais atrativas. Mas o fato da ferramenta ser intuitiva e simples, acaba sim baixando seus custos de manutenção.

Painel de criação de landing page no RD Station

A criação de landing pages no RD Station é simples e intuitiva.

Vivemos há alguns anos uma era em que o marketing de conteúdo está presente na grande maioria das estratégias de marketing de pequenas e grandes empresas. Em muitos segmentos, é praticamente impossível encontrar marcas que trabalham marketing digital sem ter alguma estratégia de conteúdo (por mais simples que seja).

Com a evolução da produção de conteúdo por parte das empresas e com o surgimento da metodologia do inbound marketing, percebemos que apenas atrair consumidores utilizando conteúdos interessantes é apenas uma etapa do processo. Claro que, essa prática é essencial para muitos segmentos que querem apostar no marketing digital e é assim que fazemos com os nossos clientes e com a própria agência. Inclusive, a atração de visitantes por meio do conteúdo está sendo feita através deste artigo.

Uma empresa pode atrair diversos potenciais consumidores através de uma boa estratégia, que engloba a definição de personas, planejamento de conteúdo, otimização de seus artigos de blog para ranquear no Google, etc.

Mas é, de certa forma simplista imaginar que apenas isso seja suficiente para render vários clientes e resultar em vendas. Mas é preciso ir além.

Para que serve uma landing page?

A lógica de criar conteúdo de qualidade para atrair visitantes em um site está 100% correta, mas o problema é que, depois de atrair as visitas, é preciso “dar um empurrãozinho” para que parte deles venha a se tornar um consumidor do produto ou serviço.

O que fazer se várias pessoas leem o blog mas nenhuma delas deixa nenhum tipo de informação no (quase defasado) formulário de contato? Esse é o momento em que é preciso usar as landing pages para converter os visitantes.

“Conversão” é um termo comum no marketing digital, que significa transformar visitantes em leads. “Lead” é um termo tão comum quanto, que significa visitantes que deixaram uma pista (ou lead, em inglês), informando que estão interessados conteúdo que está sendo ofertado e estão também possivelmente interessados no produto ou serviço, algumas vezes sem saber disso, tudo depende de da posição da persona dentro da jornada de compra (momento em que o visitante se encontra em relação à compra de determinado produto).

As landing pages, ou páginas de captura, são uma espécie de hotsite, com basicamente uma única função: oferecer um conteúdo criado pela empresa para o visitante do site converter. Em troca do acesso daquele determinado conteúdo, o visitante registra seus dados para acessá-lo. Gerando assim uma conversão e se transformando em um lead.

Exemplo de estrutura de landing page

Exemplo de estrutura de uma landing page ofertando um conteúdo sobre as principais ferramentas de marketing digital.

Como funciona uma landing page?

Uma landing page é estruturada por:

– Um cabeçalho;

– Imagens / textos informando qual conteúdo está sendo oferecido;

– Um formulário com perguntas personalizáveis (as imprescindíveis são “nome” e “email”)

A lógica dela é extremamente simples. Você oferta um conteúdo, que é liberado para o usuário logo após ele preencher os dados no formulário.

Onde criar uma landing page, além do RD Station?

Para criar as landing pages, existem diversas ferramentas. Pode ser de forma grátis no Google Forms, ou em uma ferramenta paga avançada. Nós utilizamos o RD Station, claro, mas não é a única opção. Uma alternativa viável e fácil de usar é o Facebook Leads, que cria landing pages na própria rede social, a partir do gerenciador de anúncios do Facebook.

 

Landing page no Facebook Leads

Exemplo de landing page usando o Facebook Leads. Imagem: Facebook

Fazendo boas landing pages

O mais importante nas landing pages, é deixá-las visualmente agradáveis (de preferência com a cara da sua marca e de seu site), não criar formulários muito longos para a grande maioria dos conteúdos, salvo exceções, e o principal: oferecer um conteúdo muito bom. Seu conteúdo ofertado deve ser tão bom que o usuário vai querer deixar seus dados em troca do acesso à ele.

Tudo gira em torno de bons conteúdos, capriche neles primeiro, para depois ofertá-los em landing pages e assim gerar mais leads e vendas para a sua empresa.

Depois da conversão, surgem os processos de relacionamento do inbound marketing, que pode ser feito através de uma automação de marketing, ou disparos de email marketing, por exemplo.

Entendeu o que são as landing pages? Agora chegou o momento de saber qual conteúdo criar e qual ferramenta utilizar. Você pode marcar uma conversa com um consultor yard. e vamos te ajudar. Clique aqui e converse com um especialista (e de quebra dá uma olhada na nossa landing page).

 

Automação de marketing

Essa é a segunda função mais “nobre” do RD. Além de ser o início de tudo, tanto que o RD Station é conhecido como um software de ‘automação de marketing‘.  A ideia é conduzir o seu lead topo de funil até o fundo e finalmente até a venda. De forma automatizada, planejada e organizada. Fazendo o que o pessoal do RD chama: Uma máquina de crescimento.

Como sempre falamos em nossos artigos,  nem todo potencial cliente está pronto para realizar a compra em um determinado momento, existem diversos estágios no processo que denominamos “jornada de compra” (seja dentro ou fora do Inbound Marketing).

A automação de marketing, também chamada de nutrição de leads, é extremamente importante em uma estratégia de Inbound Marketing justamente por fazer o uso de e-mails para nutrir os leads gerados, fazendo eles avançarem na jornada, instigando-os a realizar uma compra.

Para nutrir esses leads, criamos automações de marketing, uma sequência de e-mail’s com o objetivo de conduzir o lead a fazer uma ação que desejamos. Não há limite mínimo, nem máximo de e-mail’s para criar automações. Deve-se levar em conta que a taxa de abertura de e-mails, de um modo geral, é baixa. Para se ter uma ideia, a taxa de abertura de e-mail considerada boa é de 15%.

O que mais deve-se levar em consideração ao criar uma automação, claro, é a qualidade de e-mails enviados, que devem conter mensagens relacionadas ao universo de pesquisa do lead. Ou seja: se o lead realizou uma conversão no tema X, os e-mails de automação devem estar diretamente relacionados à esse tema, pois é algo que interessa para o usuário.

Além do conteúdo ser pertinente, deve ser enriquecedor também. Envie conhecimento para seu lead, isso vai fortalecer o relacionamento entre empresa e usuário, o que claro, aumenta o índice de sucesso na jornada (efetivação da compra).

O RD Station é plataforma completa de Inbound Marketing e é muito útil na ferramenta de automações.

No plano “pró” da ferramenta, é possível utilizar diversas variáveis que melhoram muito o trabalho de geração e qualificação de leads.

Automacao de marketing RD Station

A versão “Pro” do RD Station oferece diversas funções de automação de marketing.

 

Lead scoring

Essa função facilita que você identifique quais leads da sua base são verdadeiras oportunidades. O lead scoring funciona da seguinte forma:

Você define uma pontuação para os seus leads em relação a dois fatores: perfil e interesse.

perfil diz respeito às características do lead, que são informadas dentro de formulários em landing pages. Alguns exemplos: Cargo na empresa em que trabalha, número de funcionários da empresa em que trabalha, verba disponível para contratação do serviço / produto, etc.

interesse corresponde às atividades de interação do lead relacionadas ao seu site. Por exemplo: navegação em páginas no blog, abertura de emails de automação, conteúdos ricos baixados, entre outros.

Tanto o perfil como o interesse vão somando pontos para o lead, o valor dos pontos para cada atividade é você quem determina.

Sendo assim, quanto mais pontos um lead tiver, significa que há mais probabilidade de ele ser um lead quente, ou uma oportunidade.

Por exemplo, vamos imaginar que, para a yard., um lead quente deve ter 100 pontos. E para atingir esses 100 pontos, nós distribuímos as seguintes pontuações para cada atividade:

  • Abertura de um e-mail: 5 pontos
  • Click em algum link dentro de e-mail: 10 pontos
  • Conversão em landing page fundo de funil: 80 pontos
  • Conversão em landing page meio de funil: 20 pontos
  • Visita em páginas do blog: 5 pontos por página

Em uma situação como essa, para considerarmos que um lead seja oportunidade, ele deve ter feito uma conversão em uma landing page fundo de funil e ter visitado 4 páginas do blog, somando 100 pontos.

Claro que esse é apenas um exemplo de como funciona o lead scoring, que pode ser configurado de diversas formas dentro do RD Station, que faz essa pontuação de forma automática a partir de uma configuração pré-definida.

Lead tracking

Já a função de “tracking”, faz algo que foi citado no lead scoring: com ela, é possível saber em quais páginas do site um lead navegou. Porém, essa informação pode não ser usada apenas para criar pontuações, mas também para segmentar o público e programar automações específicas para diferentes comportamentos e acessos a um site.

Basicamente funciona assim: se um usuário acessa a página X do site, você manda disparar uma sequência de emails. Se ele acessa a página Y você dispara outra sequência diferente.

Se você criar uma automação de lead tracking corretamente, vai surpreender o lead, pois pode enviar por email, conteúdos relacionados à o que ele acabou de ver no seu site, isso eleva o relacionamento com o lead a um nível extremamente interessante.

Campanhas de email marketing e segmentação de leads

As campanhas de email e os fluxos de automação estão intimamente ligadas. A grande diferença é que as campanhas não são enviadas de forma automática, mas podem ser agendadas. E o mais interessante é unir essa estratégia com a função de segmentar a base de leads. Você pode segmentar por tipo de conversão ou por qualquer outro campo que você tenha colocado em suas landing pages, criando um verdadeiro labirinto (no bom sentido) de possibilidades de segmentação. A pessoa certa, recebendo um email marketing com uma oferta de solução para o problema real dela. E como você sabe disso? Ela mesma te contou na landing page que você criou.

Pop-up desktop

O pop-up, quando bem utilizado, é uma ótima maneira de gerar leads grátis. Nós geramos 258 leads para um cliente apenas ativando a função que ele não usava porque não acreditava. Criamos pop-ups diferentes em cada página do site, oferecendo conteúdos complementares em todas elas. O pop-up não pode ser chato, nem atrapalhar a leitura, ele deve ser complementar a ela. Até o Google já anunciou que vai punir sites com pop-ups exagerados.

Se você não entende para que os pop-ups servem, aí vai uma breve explicação: um pop-up tem como principal objetivo coletar algum dado do usuário, ou enviá-lo para um destino específico, seja para outra seção do seu site ou para uma landing page (página de captura de dados que oferta algum conteúdo).

Um exemplo de pop-up muito comum é utilizado em sites de e-commerce (lojas online). Quando você visita a página de um produto específico, lá tem um pop-up que te oferece 10% de desconto na compra daquele produto. Já viu algo parecido? Pois então, aí temos um exemplo de pop-up, mas não só isso, temos um exemplo de pop-up bem utilizado. Isso porque os pop-ups devem oferecer algo útil para o usuário que está navegando no site, do contrário, eles serão extremamente chatos.

Se você tem uma estratégia de oferta de conteúdos, quer montar uma lista para newsletter, ou quer oferecer descontos para os visitantes do seu site, então faça bom uso dos pop-ups, eles são uma excelente ferramenta para ajudar nesse objetivo.

Como RD Station cria apenas pop-ups desktop, nós utilizamos outra ferramenta para criar pop-ups mobile, chamada Sumo, software paga que conta com diversas funções de marketing dentro de um site, a função de pop-ups é grátis com certas limitações.

Outras opções são:

Optin Monster

Add This

Após escolher uma ferramenta, pense com estratégia: qual é o objetivo do seu pop-up? Para onde você vai mandar o seu usuário após ele converter no pop-up? Quais são os gatilhos mentais que você vai utilizar dentro do texto para torná-lo atrativo e fazer o usuário clicar?

São diversas possibilidades, o mais importante é você saber o que está fazendo, assim irá criar pop-ups úteis e que fazem o usuário converter.

Agendamento de posts em redes sociais

Essa é uma das funções que menos utilizamos aqui na yard. Existem outros softwares melhores para isso e essa não é uma função que faz falta. Acredito que eles só inseriram no RD Station para deixar o software mais completo. Mas eles estão constante melhorando a ferramenta. Quem sabe essa função possa ser útil para você.

Análise de SEO

Quer que o seu site chegue até as primeiras posições do Google, onde a maioria dos cliques acontecem? Você pode fazer isso de duas maneiras: investindo em Google Adwords, onde vai pagar por cada clique recebido, ou melhorando o seu site com técnicas específicas para ranqueamento orgânico, onde você não precisa pagar para chegar até o topo do Google, isso vai acontecer naturalmente, simplesmente porque o seu site é bom. Esse é o chamado “SEO (Search Engine Optimization)”.

O RD Station oferece uma análise de SEO simplificada, mas se você busca algo mais avançado, podemos ajudar.

A yard., sendo especialista em marketing digital, executa trabalhos contínuos de ranqueamento orgânico para diversos clientes, o que resulta em uma grande experiência prática no assunto nos mais diversos segmentos. Apesar de cada segmento ter suas peculiaridades quando o assunto é SEO, existem técnicas básicas que podem ser aproveitadas por praticamente qualquer empresa.

Veja, de forma resumida, alguns fundamentos que a yard. usa nas análises dos clientes:

– Tempo de carregamento do site: Um fator muito importante é, quanto mais rápido o site carrega, mais bem vindo pelo Google ele é. Isso não significa que você deve ter um site vazio, porém ele precisa ser leve. Uma forma de melhorar isso, é compactar as imagens usadas no layout, reduzindo seu tamanho para que não “pesem” no carregamento.

– Adaptação do site para mobile: Os dispositivos móveis são, atualmente, a principal forma que os brasileiros (e o mundo todo) utilizam para acessar a internet, o que significa que o seu site precisa ser otimizado para celulares e tablets. Isso também conta pontos para o Google.

– Uso de palavras-chave: São termos que você imagina que seu usuário busca no Google e, portanto, devem aparecer dentro do seu site. Recomendamos que a palavra-chave principal seja utilizada, no mínimo, 3 vezes na home do site ou em alguma página relevante. Pequenas variações dessa palavra-chave são bem-vindas.

Conteúdo: De nada adianta ter um site rápido, adaptado para mobile, com palavras-chave no texto, mas que não tenha um bom conteúdo. O Google não quer saber de sites com textos mal escritos ou erros gramaticais. E o principal: O Google odeia sites que não entregam nada para o consumidor. Portanto, se você quer posicionar o seu site no topo do Google, precisa avaliar se o conteúdo que está presente no seu site está coerente e resolve algum problema que o seu consumidor tem ou possa vir a ter. Isso vale tanto para artigos de blog, como para as demais seções do site.

Esses são apenas alguns dos fatores que a yard. leva em conta. É claro que, para realizar uma análise de SEO mais aprofundada, é preciso estudar a marca, o posicionamento e o público-alvo. Vale lembrar que SEO não é uma ciência exata e o Google altera constantemente seus algoritmo em busca de uma internet melhor para o usuário.

Se você precisa de ajuda para realizar uma análise de SEO avançada, fale com a gente!

 

Fontes de conversão e análise de acessos ao site

Eu garanto que, se você ainda não faz inbound marketing, provavelmente nunca entra na sua conta do Google Analytics ou entra muito pouco. Isso acontece porque como você não tem estratégias efetivas e planejadas para gerar acessos no site, esse número não faz muita diferença na sua vida e nas suas vendas. Dentro do RD Station, você acompanha através do dashboard, já na tela inicial do sistema, os acessos do site. Além disso, esse é o número inicial para planejar o seu funil de vendas (vou explicar mais abaixo).

 

Existem diversas outras ferramentas e funções dentro do RD Station que eu não citei aqui. Fiz apenas uma lista das que eu considero mais relevantes. Você sempre tem a opção de solicitar uma demonstração grátis direto com eles ou com uma agência parceira como é nosso caso. 😉 Se quiser, clica no botão lá no final do post e marca uma conversa.

 

O que analisar para saber se é o momento certo da minha empresa contratar o RD Station?

  • Você possui um setor comercial maduro?
  • Você acredita em investimentos em mídia paga online?
  • Você conhece muito tecnicamente sobre a área em que atua?

Eu gosto de falar que:

“O RD Station e o Inbound Marketing tem que entrar na empresa pela porta do departamento comercial e não pela porta do departamento de marketing.”

 

Agora você pode estar se perguntando: “Por que ele está batendo tanto nessa tecla do comercial?” Vou tentar explicar com outra pergunta:

Não seria interessante saber quantas vendas você fará no próximo mês?

Não estou falando de previsões com base em histórico de vendas passado nem com base em benchmarking. Essas duas técnicas, aliás, são muito interessantes e se você já as domina, leia a técnica a seguir e se torne um verdadeiro mago das vendas.

Você provavelmente já deve ter ouvido falar em funil de vendas. O funil é o processo de uma venda, do início ao fim, ele é dividido entre topo, meio e fundo. Tudo começa no topo com o número de contatos recebidos ou prospectados. No meio temos o número de propostas realizadas e enviadas. Já no fundo temos as vendas fechadas. O funil de vendas serve para planejar as ações e abordagens e orientar estratégias de marketing, especialmente no marketing digital e também para projetar investimentos e potencial de crescimento das vendas.

 

Funil de vendas no Inbound Marketing

O processo de vendas da sua empresa pode ser representado por um funil. O RD Station é um software que ajuda você a “empurrar” seus contatos funil abaixo.

 

A ideia é que você consiga chegar a duas conclusões:

– Qual é o investimento necessário para gerar “X” contatos de topo de funil.

– Quantas vendas em média você faz a partir desse número de contatos gerados.

Com essas duas respostas em mãos é possível fazer um planejamento de investimento mais consciente e preciso. Pois você saberá quantas vendas espera conseguir com uma determinada ação. Além disso o setup mental da sua equipe muda completamente, pois vocês não focarão mais nas metas de vendas e sim nas metas de prospecção ou contatos gerados.

Talvez até aqui, nenhuma novidade para você. A grande sacada é que através de uma técnica chamada inbound marketing, é possível gerar contatos de forma automatizada e nutrir as pessoas interessadas no seu segmento com informações relevantes e pertinentes para elas. Assim você obtendo respostas para as duas conclusões que citei acima, conseguirá determinar: quanto investir, quantos contatos topo de funil irá receber, quantas propostas sua equipe de vendas fará e consequentemente atingirá suas metas de vendas e conseguirá o tão sonhado número de vendas futuras.

Então o RD Station vale a pena? Sim!

Como uma dica extra aqui vai uma lista de alguns sistemas de automação de marketing similares ao RD Station:

Ainda em dúvida sobre investir em marketing digital no geral? Você sabia que 75% das pessoas leva o celular para o banheiro?

De acordo com uma pesquisa da Ipsos: 75% das pessoas leva o celular para o banheiro. Eu brinco que na o número deve chegar a 100%, porque os 25% restantes só não admitiram que também levam. Esse número pode até ser questionado.

 

75% das pessoas levam o celular para o banheiro

Mas o fato aqui é que fica evidente a mudança de comportamento das pessoas depois da popularização dos smartphones e do crescimento da mídia digital. Veja esses outros exemplos: As pessoas não assistem mais TV sem o celular na mão. O maior ‘matador’ do tédio é o smartphone.

Não existe possibilidade de você ou seu negócio ficarem fora dessa “festa”. Mesmo que você opte por não entrar formalmente no mundo do marketing digital, já parou para pensar que em quase todas as redes sociais é possível criar contas “não oficiais” de uma empresa? As pessoas estarão lá falando de você. A sua decisão é, vou participar da festa ou vou deixar que eles dancem sozinhos.

Só por isso da para ter ideia da importância de estar na mídia digital de forma profissional. E quando eu digo profissional, é muito mais do que apenas fazer postagens no facebook. Muito se fala do crescimento das redes sociais e do potencial de marketing que elas possibilitam. Elas são importantes e devem ser utilizadas para uma estratégia eficiente de publicidade na mídia digital.

O melhor insight é entender que quando precisamos pesquisar algo na internet usamos o Google e não as redes sociais como o Instagram e o facebook, por exemplo. Um negócio, mesmo que não venda online, tem que estar no Google por três motivos:

– As pessoas pesquisam sobre os produtos antes de decidir comprar;

– 95% dos acessos à sites no Brasil vem do Google;

– O que se posta no facebook expira em 48 horas, no Google fica para sempre.

Se você não tiver as seguintes ferramentas sendo utilizadas de forma profissional, sugiro repensar suas estratégias imediatamente:

  • Um site;
  • Uma conta no Google My Business;
  • Contas nas principais redes sociais que seu público-alvo utiliza.

Além disso, é muito importante aparecer para os potenciais clientes em outros momentos antes de fecharem a compra. Você pode fazer isso dentro de uma estratégia de inbound marketing. É o famoso funil de vendas com topo e meio e fundo de funil.

Muitas vendas são complexas e demoram meses para serem concluídas depois de iniciado o primeiro contato. Por isso você deve oferecer informações que auxiliem essas pessoas indecisas durante o processo de tomada de decisão ou eles se informarão com o seu concorrente. Este inclusive é tema de um outro artigo que temos em nosso blog: por que ter um blog.

Gostou desse artigo? Quer conversar com um de nossos especialistas? Agende uma conversa para entendermos melhor sobre o seu negócio, e depois quem sabe podemos sugerir alguma solução. Clica sem medo, você não está assumindo nenhum compromisso. Apenas o de investir no seus resultados.

Quero falar com um consultor

E-commerce no Instagram? O “Collections” está a caminho!

E-commerce no Instagram

Uma nova maneira de vender na internet está chegando, é uma espécie de e-commerce no Instagram que está por vir. Conheça um pouco mais sobre o “Collections”.

Recentemente, o Instagram passou a testar uma nova ferramenta dentro do aplicativo, a função se chama “Collections”.

Basicamente são anúncios patrocinados dentro da plataforma, que podem ser publicados em forma de vídeo ou imagem. Os anúncios oferecem a possibilidade de listar o preço do produto anunciado, além de outros produtos relacionados e botões call-to-actions (CTA’s) de “compre agora”.

E-commerce no Instagram Collections

O E-commerce do Instagram Collections possibilitará criar anúncios patrocinados para venda de produtos.

Esse formato de anúncio já está presente no Facebook, chamado de “Anúncios de coleção”. (Aliás, fica a dica, se você vende produtos online faça um teste!)

A possibilidade de um e-commerce no Instagram é muito interessante, desde que usada da forma correta. Nesta rede social, criar publicações visualmente bonitas e que chamam atenção é essencial, já que, diferentemente do Facebook, esta é uma plataforma muito mais visual, onde o texto e fica em segundo plano e as imagens e vídeos são o grande destaque.

E vale reforçar: para usar o e-commerce do Instagram, você vai ter que pagar. 

No Facebook, o alcance orgânico de páginas está cada vez menor. No Instagram, isso ainda não acontece, mas a tendência é que cada vez mais as funcionalidades pagas tomem conta da plataforma.

Se sua marca vende online, não deixe de ficar atento à essa novidade, que deve estar disponível para todos em breve (acredito que até o final de 2018).

Será uma ótima maneira de ampliar seu número de seguidores (para alcançar mais usuários organicamente), divulgar seus produtos e claro, vender mais.

Quer conhecer outras ferramentas essenciais para reforçar sua presença no mundo digital, mesmo que você não tenha um e-commerce? Baixe nosso guia clicando no banner abaixo!

Principais ferramentas do marketing digital ebook

Principais ferramentas de marketing digital e como elas irão aumentar suas vendas

Anúncios no Facebook: Descubra 8 formas de melhorá-los

Sua estratégia de anúncios no Facebook está falindo Descubra 8 formas de melhorá-la

Os anúncios no Facebook são uma ferramenta extremamente forte no momento que você está elaborando a sua estratégia de mídia. Hoje, grande parte das pessoas iniciam sua jornada de compra através da internet e são impactadas pelos anúncios nas mais diversas plataformas online, como a rede social em questão. Porém, as empresas devem prestar cada vez mais atenção em itens básicos e fundamentais na hora de criar seus anúncios no Facebook.

O ano de 2018 iniciou e logo recebemos uma notícia desafiadora: cada vez mais o algorítimo do Facebook irá priorizar, em nossos feeds de notícias pessoais, as notícias e compartilhamentos de informações realizadas por nossos amigos e familiares, tornando cada vez mais necessário criar anúncios para impactar o público alvo de forma assertiva. Isso significa que as empresas deverão ser cada vez mais relevantes para seu público e claro, links patrocinados se tornam cada vez mais importantes!

Um erro muito comum que empresas cometem no Facebook

Uma das formas mais comuns (e erradas) de esperar resultados de anúncios no Facebook, é através do famoso botão “impulsionar” nas publicações. Normalmente, após clicar no botão, aparece em seguida uma frase muito motivadora do Facebook, algo parecido com: “esta publicação está com desempenho 80% maior que os outros anúncios, que tal impulsioná-la?” Empolgante, não é mesmo? Mas cuidado ao fazer isso. Você conseguirá apenas que as pessoas curtam, compartilhem e TALVEZ comentem sua publicação. Você pretende analisar sua relevância nas mídias sociais apenas através desta métrica de avaliação? Ou preferente obter clientes reais, e suas informações, para que você possa oferecer seu produto? Curtidas não dão dinheiro!

O seu interesse em impulsionar a publicação já é muito positivo, visto que ainda existe uma grande parcela de empresários e donos de negócios que estão “presentes” nas redes sociais e esperam resultados reais organicamente, ou seja, sem investir uma quantia satisfatória de dinheiro.

Pense bem, por que você paga uma quantia significativa para realizar anúncios nos veículos de comunicação como rádio, TV e outdoor (o chamado outbound marketing) e não está disposto a investir em anúncios no Facebook ou Google Adwords (aliando a uma estratégia de Inbound Marketing)?

Mas vamos segurar as emoções e prestar atenção aos fatos! Uma campanha publicitária on line (seja ela realizada no Facebook, Instagram, Google Adwords ou Youtube) deve começar pela premissa que você conhece seu público e suas dores como ninguém. Por que não usar este conhecimento para configurar suas campanhas de forma correta? Separei alguns motivos pelos quais você pode estar fracassando em seus anúncios online sem saber o motivo e como consertá-los! Vamos descobrir?

 

1 – Indo além dos posts orgânicos

Como já citei acima, o envolvimento orgânico ocorre quando você não investe nada em dinheiro em seus anúncios no Facebook. É errado pensar em buscar esse envolvimento? Isso depende do objetivo da sua publicação. A não ser que sua empresa já seja suficientemente relevante para seu público nas mídias sociais e em sua cidade, e você, por exemplo, crie uma promoção onde as pessoas precisem curtir e compartilhar sua publicação para ganhar algo especial como prêmio, apenas para movimentar e conquistar seu público cada vez mais.

Lembre-se: até que ponto essas pessoas que estão curtindo e compartilhando são seus clientes ou potenciais clientes? Elas estão interessadas no seu produto ou apenas na promoção?

Não deixe de considerar isto, afinal, você precisa estar presente nas mídias sociais para fortalecer sua marca e vender seu produto. Faça ações de envolvimento nas suas publicações como forma de fortalecer a marca, criar aproximação com as pessoas e transmitir a personalidade da sua empresa, porém não esqueça que seu objetivo é angariar potenciais clientes para compra e vender seu produto! Por isso é fundamental que você esteja disposto, e entenda a necessidade e urgência, de investir dinheiro em suas publicações on-line. Caso contrário, apenas uma pequena parcela de pessoas saberão da existência do seu negócio.

Busque criar publicações que sejam tão legais para fazer com que as pessoas queiram compartilhar umas com as outras. Aí sim o envolvimento vai valer a pena. Do contrário, opte por uma estratégia de geração de leads e posts patrocinados.

2 – Usando o gerenciador de anúncios do Facebook

Bom, agora que você aprendeu que é fundamental investir na maioria de suas publicações, volto a falar de algo que citei no início do texto: o botão “impulsionar publicação”. Se ele não traz os resultados esperados para que o seu negócio possa impactar o público alvo de forma assertiva, como configurar e impulsionar uma campanha da melhor maneira possível no Facebook?

Existe uma flecha, no campo superior direito, próximo as solicitações do seu perfil, que levará você ao “Gerenciador de anúncios”, um mundo mágico irá aparecer a você irá entender melhor tudo o que estou falando! Mas não deixe de ir até o item “cobranças” e “configuração de pagamento” (botão no canto superior direito) e definir a forma de pagamento dos seus anúncios (boleto ou cartão de crédito). Após configurar a cobrança, você poderá criar seus anúncios de forma muito mais completa e assertiva com as dicas que irei oferecer pra você!

 

Gerenciador de anúncios do Facebook

Comece a usar o “Gerenciador de anúncios” em sua estratégia de anúncios no Facebook.

3 – Conhecendo os diferentes objetivos de impulsionamento no Facebook

Logo que você clicar neste botão, dentro do gerenciador de anúncios, você deve estabelecer qual o objetivo que você deseja alcançar, os mais comuns são: Conversão, Tráfego e Envolvimento. O Facebook explica, na própria página, para que serve cada uma das funções e como elas fazem para atingir melhor seu objetivo. Mas resumindo:

Tráfego: você pretende levar seu público até o seu site? Este é o formato ideal para isso! Você pode criar conteúdos que chamem a atenção e que façam ele clicar para serem redirecionados para seu site. Você pode, por exemplo, publicar um artigo do seu blog no Facebook e fazer com que as pessoas se sintam atraídas pelo conteúdo, que irão até a sua página terminar de ler o conteúdo. (Que tal no final da sua página você criar um call to action que leve até uma landing page? As oportunidades estão em todos os lugares!) Cuidado para nem sempre oferecer seu produto nesse momento, lembre-se: cada pessoa está em uma etapa do funil de vendas, ofereça conteúdos pertinentes para cada uma delas.

Envolvimento: como o próprio nome propõe, o objetivo é fazer seu público se envolver com a sua publicação, podem ser com anúncios interativos, promoções, informações relevantes, publicações de apelo emocional (seja com objetivo de fazer rir, ou mesmo chorar) e uma infinidade de propostas.

Conversões: visam que seu público converta em alguma ação proposta por você, normalmente utilizada quando são criadas landing pages, com o intuito de conhecer infomações que aproximem você de quem se interessou por seu conteúdo. Neste tipo de publicação é onde você consegue gerar seus leads e criar sua lista de contatos, invista bastante nelas!

 

4 – Segmentando o público-alvo dos anúncios no Facebook

Talvez essa seja a etapa mais crucial do anúncio. Com o tempo, as outras informações vão ficando cada vez mais familiares e você vai entendendo como deve configurar sua campanha, dependendo do objetivo. Porém, a etapa do público-alvo deve ser a mais cuidadosa, ela deve ser: planejada, analisada, acompanhada e controlada! Nesta fase, além de definir dados básicos como: localização, idioma, sexo e idade, você vai definir os interesses e comportamentos do seu público!

É possível escolher, por exemplo: casado, solteiro, divorciado, viúvo, noivo, pais de crianças até 2 anos, afinidade por setor imobiliário, afinidade por churrasco, renda de até R$ 3.000,00, renda superior a R$ 20.000,00, tem interesse em casamento, casa nova… São inúmeras formas de você traçar a personalidade do seu público.

Outra parte importante é limitar o público, assim, o usuário terá que corresponder a diversos critérios para ser impactado pelo anúncio.

E por fim, você pode também excluir pessoas, ou seja, selecionar determinados perfis de usuários para quais você NÃO quer exibir anúncios. Olha só um exemplo de público mais assertivo, que limita os interesses do público:

Segmentação de público em anúncio do Facebook

Segmentação de público em anúncios no Facebook.

Preste atenção em cada uma das possibilidades desta parte, não deixe escapar nada. Por exemplo, você não pode deixar sempre a idade de 18 à 65+, certo? Você precisa ser mais assertivo, por isso, pensar na sua persona e suas dores nessa hora é tão importante. Vamos explicar algumas possibilidades de público alvo que você pode testar em suas campanhas:

Look alike: O público look alike, ou público semelhante, permite que você atinja pessoas que possuam interesses semelhantes aos seus consumidores mais relevantes! Ou seja, se você possui uma lista de leads, clientes ou um público que você sempre utiliza e traz resultados para você, você pode, a partir da criação do look alike, encontrar pessoas que possuam os mesmos interesses e comportamentos de quem está na sua lista!

Personalizado: No público personalizado, você encontra diversas opções de alcançar pessoas que já interagiram de alguma forma com a sua empresa. Você pode escolher entre as opções oferecidas, através do upload de uma lista de clientes ou leads que você já possua, seja de alguma ferramenta online ou offline. Desta forma, você pode criar campanhas de remarketing, para pessoas que já se envolveram com uma publicação no facebook ou visitaram seu site. Clique aqui e entenda como usar as redes sociais para atrair visitas para o seu site.

Pixel do Facebook: pixels são utilizados quando a finalidade da sua campanha é de gerar conversões ou tráfego. Você configurou sua campanha, criou um texto bacana e uma imagem que chame a atenção mas não entende porque não está com o retorno esperado. Você configurou seu pixel corretamente? Eles são como ‘rastreadores’ instalados no seu site que falam para o Facebook: “olha, Face, é através desse pixel que você vai mensurar meus resultados e recolher informações”. Se você não instalar eles no seu site, sua métrica de avaliação estará comprometida!

 

5 – Configurando o orçamento e programação dos anúncios no Facebook

Como em todas as outras etapas para criação de anúncios no Facebook, essa também depende do seu objetivo! Para você que está começando a criar suas campanhas pelo gerenciador de anúncios, aí vai uma dica: na hora de definir o orçamento para sua campanha, escolha um período de início e fim e coloque como “orçamento vitalício”. O Facebook irá distribuir a sua verba máxima durante o período estipulado da maneira mais otimizada possível!

Otimize o gasto da sua verba em anúncios no Facebook.

Otimize o gasto da sua verba em anúncios no Facebook.

Os próximos passos deverão ser analisados cuidadosamente, todos eles são melhor explicados pelo próprio Facebook de forma bem simples! Esta configuração pode mudar de acordo com o objetivo da sua campanha (envolvimento, conversão ou tráfego).

Se você cria uma campanha com objetivo de tráfego, aconselhamos usar a otimização para “visualização de página de destino”, assim você garante que a pessoa realmente visualizou seu conteúdo! Visto que, de outra maneira, podem acontecer inúmeros acontecimentos: desligar o computador, acabar a energia, não carregar a página… Desta forma você garante que a pessoa clicou e realmente olhou seu conteúdo! Outros tópicos que você deve prestar atenção e não passar despercebido:

Valor do lance (você pode definir um limite mínimo e máximo, mas aconselhamos usar o automático mesmo)

Programação de anúncios (escolha o horário e dias da semana para veicular)

Tipo de veiculação: Pode ser normal (ao longo de todo o período programado), ou acelerada (exibindo seu anúncio e gastando seu orçamento o mais rápido possível para uma campanha relâmpago).

Leia atentamente e faça a configuração de acordo com o objetivo da sua campanha!

 

6 – Entendendo os posicionamentos de anúncios no Facebook

Você pretende aparecer apenas no feed do Facebook e na timeline do Instagram? Ou então seu objetivo é veicular um anúncio no stories do Instagram? Ou quem sabe apenas no Messenger? Prefere desktop ou mobile? Defina sua estratégia e crie o anúncio de acordo com cada formatação. Edite os posicionamentos, alguns deles possuem configurações diferenciadas e você pode prejudicar o criativo da sua campanha e, consequentemente, não impactar o público alvo de forma assertiva.

Quer um exemplo? Se você cria um anúncio para veicular na timeline, mas deixa selecionado para aparecer no Messenger, provavelmente ele ficará todo desconfigurado (imagem cortada, texto pela metade) e ficará sem sentido quando for veiculado! Ah! Fique atento: quantos mais canais escolhidos, mais sua verba será pulverizada.

Posicionamentos de anúncios no Facebook

Os posicionamentos do Facebook definem os formatos para veicular seu anúncio.

7 – Fazendo bons criativos: imagens, textos e ação!

Chegou a hora de deixar a imaginação rolar! Nesta parte, use e abuse de gatilhos mentais, imagens que chamem a atenção do seu público e formatos diferentes como: carrossel de imagens, apresentações multimídias, anúncios interativos, vídeos, imagens 360 graus e textos com técnicas envolventes. Anúncios com objetivo de tráfego possuem a opções de call-to-action (botão de chamada para ação)! Sempre utilize esta opção, a taxa de conversão irá aumentar significativamente. Uma dica: o Facebook possui um central de criativos onde você pode pesquisar e se inspirar para criar suas campanhas! O Creative Hub.

8 – Acompanhando os resultados

Entre diariamente em sua conta e acompanhe os resultados dos seus anúncios! Reorganize verbas para anúncios que estão com melhor desempenho. Tem um anúncio indo mal? Pause e mude o criativo ou então repense seu público. O custo por resultado está sendo muito alto? O número de conversões está satisfatório para a verba investida? Preste atenção nessas métricas de avaliação no Power Editor!

E aí, seus anúncios estão atendendo as expectativas e trazendo resultados reais?

Dica extra!

Para você que leu o artigo até o final, merece uma dica adicional :).

Anualmente a gente participa de um evento chamado RD Summit. Ele acontece em Florianópolis, sempre no segundo semestre do ano. Atualmente é considerado o maior evento de marketing digital e vendas da América Latina. Veja um artigo nosso que conta tudo sobre o RD Summit.

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