Qual a geração do seu consumidor?

Qual a geracao do seu consumidor

Você sabe o que seu cliente gosta de comprar? Qual o meio de comunicação mais tem influência para ele? O que ele gosta de saber? Qual a tendência que ele será influenciado até qual o tipo de música e roupa e ele usa?

Isso tudo engloba o estudo do comportamento do consumidor. Com tudo isso, é possível compreender a jornada de compra e entender por que ele decidiu comprar determinada marca.

Isso quer dizer que você precisa conhecer melhor tudo o que ele pesquisa e até por que ele decidiu pensar em comprar um determinado produto naquele momento.

Vivemos em um mundo com diversas gerações e indivíduos com características e opiniões próprias, que têm capacidade de determinar qual será seu produto/serviço a ser consumido.

Cada geração tem uma forma de se se expressar e uma maneira diferente de consumir, atualmente são: Geração Baby Boomers, Geração X, Geração Y e Geração Z.

Você sabe dizer qual geração do consumidor os seus clientes se enquadram?

Geração Baby Boomers –  Nascidos entre 1940 e 1960

São aqueles foram marcados por grandes mudanças mundiais, como a Guerra do Vietnã, o surgimento de anticoncepcionais, os direito trabalhistas das mulheres e drásticas mudanças econômicas. Formaram uma geração que queria reconstruir o mundo.

Este perfil sempre enxerga o líder como “aquele que está no controle de tudo”, por isso são pessoas disciplinadas e fiéis com a cultura da empresa. São aqueles que pensavam na sua aposentadoria desde cedo, buscando estabilidade na carreira e valorizando o emprego fixo. Consequentemente, são leais a horários, compromissos, cargos, têm foco no resultado e são altamente competitivos. Por este motivo, para eles, a vida profissional é mais importante que a vida social.

 

Geração X – Nascidos entre 1960 e 1980

O que marcou esta geração foi a luta pelos direitos iguais, a liberdade de escolha, críticas aos sistemas econômicos e o uso de músicas para expressar suas ideias além de vivenciarem uma revolução política e social, através de fatos marcantes como o assassinato de Luther King, a Guerra Fria, a queda do Muro de Berlim, o surgimento da AIDS, entre outros.

As famílias dessa geração não eram tão estruturadas como a geração anterior, já eram comuns as famílias com os pais divorciados e mães trabalhando fora, fazendo com que os programas televisivos tivessem uma forte influência nas escolhas de produtos dentro de casa, visto que a maioria dos filhos ficavam em casa a maior parte do tempo e a TV era um entretenimento familiar.

No ambiente de trabalho, a geração X busca por lugares informais e com menor hierarquia, corre atrás de objetivos e não por prazos.

 

Geração Y – Nascidos entre 1980 e 2000

Essa é a geração que nasceu na tecnologia, são super antenados e querem as coisas de imediato, são donos das suas decisões e buscam ter um bom nível de formação. Se preocupam com o meio ambiente, com os direitos humanos, diversidade e o respeito das diferenças.

Grande parte dessa geração foi criada em creches ou pelos avós, o papel de pai e mãe não é tão presente, seus dias eram preenchidos com escola, cursos, esportes, etc. Tudo era pensado e feito para que tivessem um bom futuro.

Por estarem inseridos no mundo tecnológico, têm acesso fácil às informações, porém são impacientes, insubordinados, só fazem o que gostam, principalmente se perceberem que há alguma recompensa nisso.

Encaram o ambiente de trabalho como uma fonte de satisfação e não como renda. Não valorizam permanecer por muito tempo em uma única empresa, pois buscam pela liberdade e flexibilidade, procuram sempre estímulos para desenvolver suas atividades e não gostam de cobranças.

 

Geração Z – Nascidos após o ano 2000

São similares à geração anterior, porém, são imediatistas e multitarefa. Assistem, ouvem música, falam no telefone, escrevem e jogam, tudo isso ao mesmo tempo. Preferem estar conectados falando com os amigos o tempo inteiro do que ficar assistindo. A TV nessa geração é apenas para pôr um “barulho de fundo”. Sempre estão atentos às novidades tecnológicas e já estão acostumados com o avanço delas.

São altamente consumistas, influenciam sua família a comprar e ainda incentivam a adquirirem determinadas marcas. Procuram estar atentos às tendências, desde um produto diferenciado, até um novo hit musical.

No ambiente de trabalho, vivem um ritmo bem fragmentado com várias atividades ao mesmo tempo. São seletivos ao escolher as condições de trabalho e preferem jornadas com horários flexíveis.

 

Mostrar que está interessado nas “dores” e que está disposto a ajudar seus clientes, faz com que eles se sintam mais à vontade e se identifiquem com a marca, assim se tornando clientes ativos. Além disso, compreender o perfil do seu cliente ajudará você a tomar decisões importantes para o seu negócio, tais como:

  • Ter um atendimento diferenciado e personalizado;
  • Decidir o seu ponto comercial de forma estratégica;
  • Selecionar os produtos / serviços que mais chamam atenção do seu público;
  • Compreender o que leva o cliente a decidir uma compra;
  • Melhorar as campanhas publicitárias para ser mais assertivo nas mensagens;
  • Gerenciar ações de marketing;
  • Antecipar as tendências para o seu mercado

E aí? Já sabe qual é o seu público? Qual é a geração que está mais presente na sua empresa? Ter esta base de perfil do consumidor em mãos o ajuda a elaborar suas próximas estratégias para fazer seu negócio decolar. Se depois disso você precisar de ajuda para atingir esse público, fale com a gente!

Se você tem uma empresa de tecnologia também pode ler as Dicas de marketing de relacionamento para empresas que vendem software.

Como melhorar a velocidade de carregamento do seu site

Atualmente é fundamental que as marcas melhorem a velocidade de carregamento de seus sites, inclusive para que sejam bem ranqueados nos mecanismos de buscas. Hoje o tempo parece escasso e as pessoas querem agilizar tudo o que podem, ainda mais quando se trata de uma experiência online, como: acessar as redes sociais, ler notícias, comprar ou pagar contas.

Segundo Maile Ohye do Google, 2 segundos é um tempo de carregamento aceitável, mas espera-se que a página seja carregada em menos de meio segundo. A velocidade de carregamento é essencial para quem busca a estratégia de SEO “otimização para mecanismos de busca”.

E o que acontece quando a navegação não flui? Creio que todos já passamos por isso, estamos navegando na rede social, aparece um artigo interessante, você clica ansiosamente e não carrega. Segundo a Google, a maioria dos sites perde mais da metade dos visitantes durante o seu carregamento.

Uma pesquisa da Kissmetrics revelou que 40% dos visitantes desistem de sites que levam mais de 3 segundos para carregar. Já pensou o quanto você está deixando de vender por ter um site lento?

Se seu site não está otimizado, nem tudo está perdido. Existem ferramentas que avaliam o desempenho de sites em diversas plataformas, e a Google está disponibilizando a sua própria, a “Test my site” analisa os websites minuciosamente, detalhando o que está deixando lento e até faz uma comparação com sites de outras empresas similares a sua. Vamos destrinchar o relatório feito pela Google para você ficar por dentro de cada detalhe do que pode ser apontado e melhorado.

As pessoas estão cansadas de sites lentos, está na hora de melhorar a velocidade de carregamento do seu site.

A validação acontece em algumas etapas:

a) Dados do site:

    • Execução do javaScript
    • Verificação do HTML/CSS
    • Compactação

b) Usabilidade em dispositivos móveis:

    • Legibilidade do texto
    • Janela de visualização
    • Dimensionamento do contexto
    • Analise da conexão 3G


Ao fazer a validação desses dados, a ferramenta do Google traz uma curiosidade, dizendo que até 2020, cerca de 70% das conexões de celulares serão feitas em 3G ou velocidades mais lentas.

Após a validação, será encaminhado um e-mail com todos os detalhes da análise, nela contém 3 status: “Precisa de ajustes”, “pode melhorar” e “tudo certo”.

Então o relatório trará alguns tópicos e de acordo com cada status ele apresentará soluções tais como:

1 – Imagens pesadas

É importante entender de que forma deve-se exportar a imagem, pondere bem se ela terá alta qualidade e principalmente o formato. Quanto mais leve for a imagem mais rápido ela vai renderizar na tela do usuário, também é preciso analisar cuidadosamente   se  a imagem com qualidade baixa trará os resultados esperados do CSS.

Os formatos PNG, JPEG e GIF representam 96% do tráfego total de imagens da internet, sendo o PNG e o GIF formatos sem perdas.  Para imagens animadas é recomendado a utilização de vídeos ao invés do GIF, pois o site terá uma compactação melhor, e para imagens estáticas o PNG tem a melhor qualidade visual.

A extensão JPEG apresenta perdas, a compactação remove detalhes da imagem. Para este formato deve-se considerar reduzir a qualidade para 85%, se ela for maior deve – se utilizar a extensão progressiva do JPEG, que possui uma taxa de compactação maior que a extensão de linha de base.


2 – Hospedagem

A escolha do servidor é essencial visto que os planos básicos de hospedagem possuem limitações no processamento e podem fazer com que um site com muitos acessos fique lento ou saia fora do ar. O tempo de resposta do servidor deve ser menos de 200 ms,  considere fazer uma medição para comparar com a velocidade ideal, depois de corrigido é importante analisar periodicamente para que eventuais problemas não aconteçam.

3 –  Uso de Scripts

Os Scripts são necessários para que determinada função seja executada em seu site, é de extrema importância se atentar onde eles estão armazenados, quando estão dispersos em arquivos diferentes demandam mais tempo para que cada item seja aberto.

4 –  Aproveitar o processo de cache do navegador

O Download as vezes demanda muitas viagens entre o servidor e o cliente, isso pode acarretar um bloqueio de renderização de todo o conteúdo da página. A recomendação é de que cada recurso deve especificar uma política explícita de armazenamento em cache determinando quanto tempo, quem pode fazer, e como será feita a revalidação depois que a validade da política expirar.

5 –  Reduzir Recursos (CSS e HTML)

Qualquer detalhe que você puder reduzir, reduza. É possível fazer isso por meio de uma técnica chamada “minificação”, ela remove dados desnecessários sem afetar o processamento do recurso pelo navegador.

A Google recomenda a utilização de algumas ferramentas que podem auxiliar nesta tarefa tais como:

    • HTMLminifier
    • CSSNano
    • UglifyJS
    • Closure Compiler

O processo é muito fácil, para analisar e melhorar a velocidade de carregamento do seu site basta colocar a URL e pressionar a tecla enter

6 – Adaptação para dispositivos móveis

Os dispositivos móveis invadiram todos os lares na última década e cresce cada vez mais. Mas será que toda a web está adaptada para eles? A resposta é “não”. Infelizmente esses dispositivos são limitados pelo tamanho de sua tela, e variam muito entre smartphones e tablets além de outras plataformas, por isso se você quer manter seus visitantes é necessário esse processo de otimização.

Existem a algumas recomendações para deixar a otimização impecável e uma delas é utilizar a meta tag “viewport” no cabeçalho do documento, ela instrui o navegador a ajustar o dimensionamento da página.

7 – Evite redirecionamentos da página de destino

Problemas relacionados com a página de destino podem ocorrer quando se tem mais de um redirecionamento do URL fornecido a página de destino final. Esses redirecionamentos adicionam uma solicitação de resposta HTTP, ou seja pode ser que sejam necessárias várias viagens de ida e volta para concluir a busca DNS. Por isso deve-se priorizar minimizar o uso dos redirecionamentos, desta forma o site terá um bom padrão e um bom desempenho assegurado nesta etapa.

Abaixo segue alguns padrões de direcionamento:

Analise qual é a real necessidade dos redirecionamentos e elimine o que é desnecessário.

Não adianta ter um site graficamente maravilhoso, se ele não tem desempenho e nem mesmo é otimizado para todas as plataformas, busque sempre priorizar a experiência do usuário, dessa forma não só manterá mais visitantes em sua página, como também poderá ficar a frente da concorrência no ranqueamento orgânico do Google.

Seu site está muito lento e você não consegue resolver de forma alguma? Converse conosco!

Dicas de marketing de relacionamento para empresas que vendem software

Dicas de marketing de relacionamento para empresas que vendem software

O trabalho de relacionamento com o cliente é primordial em praticamente qualquer empresa de qualquer segmento. Para empresas de tecnologia, isso não é nem um pouco diferente. Mas pode ser que esse trabalho pareça difícil de ser executado, pois pode parece que a proximidade com o cliente é algo mais difícil de conseguir através das vendas online. Então como realizar trabalho de relacionamento em empresas de tecnologia? Tenho algumas dicas.

 

Por que ter um bom relacionamento?

Se você realmente tem alguma dúvida da importância de um bom relacionamento, imagine a seguinte situação:

Você já visitou alguma loja e saiu de lá satisfeito por ter sido bem tratado pelo atendente? Ou frustrado por ter sido mal recebido? Isso acontece o tempo todo! Ninguém gosta de visitar um estabelecimento e ser respondido de forma grossa, muito menos perceber que o vendedor quer empurrar um produto a qualquer custo.

Fatores como esses são o que fazem você voltar ou não a comprar naquela loja. E a mesma coisa ocorre em uma compra de software.

Claro que existem outros fatores determinantes, como por exemplo a qualidade do produto, mas de qualquer forma, o relacionamento é um dos pontos principais e você precisa deixar “tinindo” na sua empresa de tecnologia.

 

Como começar?

Para começar a trabalhar o relacionamento, é preciso ter uma equipe dedicada? Não! Na verdade, se a sua empresa tem estrutura para isso, com certeza é recomendável ter uma equipe estruturada com um gestor dedicado, mas caso contrário, não precisa.

Na verdade, o relacionamento deve estar em todos os setores da sua empresa e não em uma equipe só. Todos os colaboradores devem ser instruídos e treinados para pensar e trabalhar o relacionamento com o cliente, principalmente os que têm contato direto com o consumidor.

Mas até mesmo quem não tem contato direto com o cliente deve pensar no relacionamento. Seja no setor de desenvolvimento, processos, segurança, todos devem desempenhar suas funções pensando no bem estar do cliente.

Portanto, aí vai uma dica: Invista em capacitação e treinamento para seus colaboradores entenderem a importância do relacionamento.

Investir em treinamentos é o principal caminho para fazer seus colaboradores entenderem a importância do relacionamento com o cliente em uma empresa de software.

 

O relacionamento começa durante a venda

Não adianta ter um bom trabalho de relacionamento no pós-venda se você não sabe fazer isso durante a negociação. Saber atender o seu cliente é a primeira e fundamental etapa de relacionamento. Durante a negociação e a venda, você precisa entender quais são as necessidades do cliente, ouvir o que ele tem a dizer e depois apresentar soluções adaptadas para os problemas dele e a realidade em que ele se encontra. Assim você começa o relacionamento muito bem. 

Para fazer isso, sua equipe deve coletar o máximo de dados possíveis durante as conversas de negociação com o cliente. A coleta de dados é importante tanto para conhecer melhor o cliente, quanto para registrar os principais empecilhos que impedem uma a concretização de uma compra, dentre outras informações bem importantes.

 

Após vender, faça um acompanhamento

Depois de fechar venda, faça um acompanhamento com o cliente para ouvir o que ele tem a dizer sobre o processo de negociação e os primeiros dias de uso do software. Isso vai fazer com que ele se sinta importante, pois está sendo ouvido, além de ser uma ótima fonte de coleta de dados para você como citei no tópico anterior. Ouvir o cliente após a venda poderá gerar várias ideias para melhorar seus processos constantemente se a sua equipe conseguir absorver os elogios e reclamações da forma certa.

 

Preste um bom suporte

Quando o cliente contrata um software, ele espera ter um bom suporte. Aposto até que muitos usam esse como o critério principal para fazer a escolha. Esteja sempre disposto para ajudar, não “enrole” o cliente, não terceirize o problema, simplesmente resolva! Além de deixar o cliente feliz, isso vai te gerar várias indicações, pode ter certeza. 

 

Dê incentivos aos seus clientes

O relacionamento com o cliente já deve estar indo muito bem após você ter cumprido as 3 etapas anteriores. Agora, para encantar de vez, dê presentes, brindes e “mimos” para os seus clientes. Pode ser um desconto na compra de um segundo produto, teste grátis, desconto na mensalidade caso seja um software de pagamento recorrente, bônus por indicação… enfim, são inúmeras possibilidades. Cabe a você e sua equipe estudarem e definirem qual a estratégia que melhor se encaixa na realidade da sua empresa.

 

Produza conteúdo

O marketing de conteúdo é considerado por muitos o grande trunfo do marketing no século XXI. Aqui na agência, nós apostamos muito em conteúdo para nossos clientes, seja para os que atuam no ramo da tecnologia ou não.

Essa metodologia consiste em criar conteúdo para se relacionar com o seu público atual e também para atrair novos clientes. Esses conteúdos devem ser realmente interessantes e pertinentes para o público, levando dicas úteis, que farão o consumidor enxergar sua empresa como referência no segmento.

Para otimizar o marketing de conteúdo, você pode complementar a estratégia com o Inbound Marketing, entenda melhor sobre a metodologia aqui.

Como recomendação final, indico um software que trabalha o relacionamento com os clientes através do Inbound Marketing, o RD Station. Conheça a ferramenta neste post.

 

Faça tudo isso e avalie o resultado. Nada é garantido, mas já é um bom começo. Depois disso, desenvolva suas próprias técnicas para melhorar o relacionamento, se baseando no que você conhece sobre sua carteira de clientes. 

Precisa de ajuda no seu marketing de relacionamento? Converse com a gente!