Mobile Marketing: a era da informação imediata

Hoje é difícil você não ver alguém com um aparelho mobile na mão. Seja na fila do banco, na espera do pão na padaria, no supermercado, no restaurante ou até mesmo dentro de uma loja. Em todos os lugares as pessoas utilizam o celular para se comunicar ou simplesmente passar o tempo. Já parou para pensar quantas informações, diretas e indiretas, esse mecanismo de mão pode propagar? Vamos entender melhor o Mobile Marketing: a era da informação imediata.

 

Internet para todos

A internet chegou no Brasil nos meados dos anos 80, ela era utilizada inicialmente para fins acadêmicos, como troca de artigos e mensagens de uma país para outro. Depois começaram as trocas de mensagens instantâneas. Essa novidade, porém, começou a ser popular no ano de 1994: “nasce uma nova forma de comunicação que ligará por computador milhões de pessoas em escala planetária”, anunciava a Folha de São Paulo, em sua edição de domingo (ERCÍLIA, 1994, p. 4). Com isso, surgiu a Web 1.0, conhecida como a Era da Informação. Esta é uma das características da geração X, que crescia junto com este borbulhão de informação e meios de se comunicar.

Primeiro, surgiram os sites de noticias, seguidos de sites de vendas, compra e entretenimento e consequentemente a internet foi usada como forma de pesquisa. Com a revolução dos blogs e chats, das mídias sociais colaborativas, das redes sociais e do conteúdo produzido pelos próprios internautas, caracterizou a Era Social, ou a Web 2.0. No final dos anos 90 que os smartphones começaram a ganhar forma e já era possível acessar a internet de qualquer lugar. Mais do que a própria internet, a tecnologia móvel forma a base da principal revolução tecnológica do século XXI. Nasce então a web 3.0, a “Internet das coisas”, que promete, além da mobilidade, dar inteligência aos objetos, conectando-os em rede.

 

Quer saber mais sobre o seu consumidor? Verifique qual é a geração do seu consumidor para te ajudar a atingir seu cliente de forma qualificada.

 

O “boom” dos smartphones

“Um quarto da população mundial terá um smartphone em 2015 e, em 2018, 51,7% dos usuários de celular em todo mundo usarão smartphones, o que representa um total de 2,56 bilhões de pessoas”. Isso é o que mostrava o estudo Smartphones Users and Penetration Worldwide, 2013-2018, realizado pelo eMarketer. Ainda de acordo com o IBGE, 83% da população brasileira que vive no Centro-Oeste possui celular, seguido pelo Sul (80,2%), Sudeste (79,8%), Norte e Nordeste têm o mesmo percentual (66,7%).

As regiões Norte e Centro-Oeste aumentaram a participação no PIB nacional entre 2010 e 2011, de acordo com a pesquisa Contas Regionais do Brasil (IBGE), para 5,4% e 9,6%, respectivamente. As regiões Sul, Sudeste e Nordeste possuem 16,2%, 13,5% e 13,4%, respectivamente. E esses dados vem aumento com as melhorias de redes e incentivos governamentais para que a rede seja acessada por todos.

 

O mobile marketing surgiu através da conectividade para todos.

Apesar da Ericsson ser a pioneira em smartphones, quem liderou este mercado por um bom tempo foi a Blackberry, com seus aparelhos usados principalmente para troca de e-mails e mensagem, mas que em 2002 incorporou como celular. A liderança continuou até a chegada do smartphone sem teclado criado pela Apple, que conquistou os amantes de tecnologia pela novidade. Nos anos seguintes, a Google lançou o sistema operacional gratuito que ainda é uns dos mais utilizado no mundo até hoje: o sistema Android, que disponibiliza diversos aplicativos que auxiliam nas atividades rotineiras além das redes sociais.

Hoje em dia, é impossível não ter um smartphone com aplicativos instalados, seja para acessar as redes sociais, ou para ver a previsão do tempo, passar tempo com games ou acessar a organização da sua rotina diária. O smartphone facilita muito a vida de muita gente com ter este fácil acesso a tudo.

Mas será que as empresas estão preparadas para caminhar junto com esta exigência pela informação na hora exata? Será que empresas estão preparadas para o mobile marketing?

Quem nunca se sentiu desconfiado com uma informação que escrita na embalagem ou em uma propaganda e foi pesquisar no smartphone para saber se as informações eram verídicas? Ou, ao se deparar com um produto em uma loja física, pesquisou na internet para ter certeza que o preço realmente estava melhor que nos outros lugares? O mobile facilitou essa troca de informação e é de extrema importância que as empresas estejam a frente das exigências, como forma de estar pronto para atender esta nova característica do consumidor: a informação na hora exata.

 

O acesso informação na palma da mão facilita o mobile marketing.

 

Um site mobile ou um web app?

Com toda essa tecnologia em avanço e novos smartphones ganhando forma e tamanhos, não adianta mais criar um site pensado apenas para a navegação de um computador. Criar um site que não seja adaptável ou para ser visto só de uma tela de computador deixou de fazer sentido e é considerado totalmente antiquado para os dias de hoje. Veja algumas diferenças:

  • Site mobile: Um site mobile é aquele que possui um layout muito “resumido”, carregando poucas imagens, isso porque visa ter a navegação mais rápida.
  • Sites responsivos: São aqueles que se adaptam automaticamente com a largura de vários formatos de tela, como computador, tablet’s, celulares e TV’s. Este é o mais utilizado.
  • Aplicativos: Exclusivos para smartphones e tablets que, após baixados, na maioria dos casos não ficam dependentes de uma rede de internet para serem acessados, pois estão alocados diretamente na memória do dispositivo móvel.

As lojas de compras geralmente utilizam os três tipos para agradar e facilitar seu consumidor, sempre procuram deixar seu conteúdo mais acessível.

É nessa mesma lógica que você deve agir. O primeiro passo para iniciar o mobile marketing é criar um site que seja “amigável” para o smartphone.

Gostou do tema e quer descobrir outras ações de mobile marketing? Acompanhe nosso blog!

Quer saber se seu site está adaptável para este mercado ou receber dicas de como melhorar a velocidade do seu site?

Como organizar o departamento comercial de empresas de TI

Como organizar o departamento comercial de empresas de TI
O departamento comercial de empresas de TI é algo que, com frequência, só é organizado de forma profissional depois que a empresa atinge um certo tamanho ou faturamento. Engana-se quem acredita que não é possível organizar isso desde o início de uma startup. Inclusive ter o departamento comercial organizado agregará valor para possíveis investidores.

Vou dividir o artigo em duas partes. A parte 1 trata da estrutura comercial e a parte 2 das ações para nutrir essa estrutura.

Parte 1 – Estrutura comercial.

Já começo citando um dos livros mais importantes para quem tem uma empresa de TI. Chama-se “Receita Previsível” de Aaron Ross e Marylou Tyler. Basicamente o livro apresenta de forma simples como implantar a metodologia de vendas outbound ou prospecção 2.0. Se você é diretor de uma empresa de TI, o livro é leitura obrigatória. Veja aqui uma comparação de preços.

A estrutura apresentada no livro é inicialmente composta por apenas 2 pessoas:

  • Um SDR (Sales Development Representative), responsável pela qualificação de potenciais clientes (leads).
  • Um Executivo de Contas, responsável pelo fechamento dos negócios.

A metodologia do livro possui algumas diferenças entre outras metodologias encontradas por aí, inclusive pela própria Resultados Digitais. Como quase tudo no mundo atual, não acredito que existe metodologia 100% correta nem 100% errada. Você deve adaptar cada uma à sua realidade e ao que você acredita. Por isso vou deixar organizado aqui o que eu indico que funciona muito bem para empresas de TI.

No livro eles defendem muito a ideia de que o SDR não pode, de jeito nenhum, fazer fechamentos de vendas e que o Executivo Comercial não pode, de jeito nenhum, gastar tempo fazendo prospecção e qualificação. Isso faz bastante sentido, a remuneração variável desses profissionais também deve seguir esses parâmetros.

Por exemplo, quem ganha comissão por fechamento é o Executivo. O SDR deve ganhar comissão sobre o número de oportunidades aceitas pelo executivo, nunca pelas vendas feitas. Até porque isso não é sua responsabilidade. Já pensou você receber uma remuneração variável através de uma variável que não depende de você?

Essa é a estrutura básica apresentada pelo autores do livro, 2 pessoas. Mas eles defendem também a separação dos profissionais que qualificam leads vindos de prospecção ativa – o chamado Cold Calling 2.0 – e dos leads vindos do inbound marketing.

Eu acredito que para uma empresa que está iniciando, ter apenas uma pessoa para qualificar tantos os leads vindos do inbond marketing quanto os leads vindos da prospecção ativa é suficiente. A medida que a empresa for crescendo e principalmente, o volume de leads gerados, você pode começar a pensar em separar as duas funções.

Como funciona a estrutura em etapas simples:

1 – Crie uma forma de geração contínua de leads/oportunidades vindas através do inbound marketing. Para te ajudar nesse processo você usar uma ferramenta como o RD Station, por exemplo. Você pode fazer isso internamento ou contratando uma agência. Se optar por contratar uma agência, solicite uma proposta para nós, a yard. é especialista em inbound marketing para o segmento SAAS.

2 – Crie uma rotina para o SDR fazer prospecção ativa, durante algumas horas da semana, a também chamada Cold Calling 2.0. Basicamente consistem em enviar até 50 emails por dia para potenciais CEO’s (para emails corporativos reais que o SDR deve conseguir através de linkedin, de outra rede social ou mesmo através de indicações). O email tem uma estrutura mais ou menos assim: Olá fulano, eu represento a empresa X, somos especialistas em desenvolver XX. Quem é a pessoa ideal na sua empresa para eu falar sobre isso? A ideia não é fazer email marketing, por isso a limitação de caracteres e da quantidade de emails. Os disparos devem ser manuais e não automáticos. Devem ser selecionados a dedo pelo SDR.

3 – Faça reuniões de apresentação (virtuais ou presenciais) dependendo do perfil do teu produto, conduzidas pelo SDR. Para as pessoas indicadas por quem respondeu o email ou por quem avançou na jornada de inbound.

4 – Qualifique, através do SDR, as oportunidades vindas do inbound (etapa 1), os chamados MQL’s (Marketing Qualified Leads) e qualifique as oportunidades vindas da prospecção outbound (etapa 2).

5 – Passe os leads pré-qualificados pelo SDR para o Executivo Comercial também chamado de vendedor ou Closer. Alguém responsável exclusivamente por fechar as vendas.

6 – Estabeleça metas independentes para cada um deles. O SDR deve ter metas de oportunidades geradas, já o Executivo metas por vendas fechadas.

OBS adicional: Normalmente as oportunidades geradas pelo SDR devem ser aprovadas pelo executivo para ser contadas como oportunidades reais.

Mas e como é que o SDR qualifica os leads? Uma das formas que mais gosto, é o mesmo critério que utilizamos para criar as campanhas de inbound e qualificar os leads para transforma-los em MQL’s. Chama-se BANT:

Budget (orçamento)

Authority (autoridade)

Need (necessidade)

Timing (tempo)

O lead tem o orçamento disponível para o seu produto? Vocês está falando a pessoa que tem o real poder de decisão na empresa? Ele tem real necessidade disso ou você está empurrando o produto? Ele urgência para fechar negócio?

Se a resposta for sim para pelo menos 3 dessas questões, é provável que ele seja um lead qualificado e então deve ser repassado para o executivo comercial finalizar a venda.

Parte 2 – Ações para nutrir a estrutura comercial

Se você está pensando que vai ler uma fórmula mágica, desculpe a decepção, porque isso não existe. Mas calma! Nem tudo está perdido, é possível fazer previsões de venda mais precisas. E não estou falando de previsões com base em histórico de vendas passado nem com base em benchmarking. Essas duas técnicas, aliás, são muito interessantes e se você já as domina, leia a técnica a seguir e se torne um verdadeiro mago das vendas.

Você provavelmente já deve ter ouvido falar em funil de vendas. O funil é o processo de uma venda, do início ao fim, ele é dividido entre topo, meio e fundo. Tudo começa no topo com o número de contatos recebidos ou prospectados. No meio temos o número de propostas realizadas e enviadas. Já no fundo temos as vendas fechadas. O funil de vendas serve para planejar as ações e abordagens e orientar estratégias de marketing, especialmente no marketing digital e também para projetar investimentos e potencial de crescimento das vendas.

A ideia é que você consiga chegar a duas conclusões:

– Qual é o investimento necessário para gerar “X” contatos de topo de funil.

– Quantas vendas em média você faz a partir desse número de contatos gerados.

Com essas duas respostas em mãos é possível fazer um planejamento de investimento mais consciente e preciso. Pois você saberá quantas vendas espera conseguir com uma determinada ação. Além disso o setup mental da sua equipe muda completamente, pois vocês não focarão mais nas metas de vendas e sim nas metas de prospecção ou contatos gerados.

Talvez até aqui, nenhuma novidade para você. A grande sacada é que através de uma técnica chamada inbound marketing, é possível gerar contatos de forma automatizada e nutrir as pessoas interessadas no seu segmento com informações relevantes e pertinentes para elas. Assim você obtendo respostas para as duas conclusões que citei acima, conseguirá determinar: quanto investir, quantos contatos topo de funil irá receber, quantas propostas sua equipe de vendas fará e consequentemente atingirá suas metas de vendas e conseguirá o tão sonhado número de vendas futuras.

Quer falar com um especialista em marketing digital para empresas de SAAS e melhorar seus resultados comerciais? Diga um oi, nós podemos te ajudar!

CONECTE-SE AO SEU CLIENTE, USE MICRO-MOMENTOS

Você já ouviu falar em micro-momentos? A Google revela que criou esse termo pensando na jornada de compra dos consumidores, um passo a passo de como eles pensam e agem. Preparamos um artigo completo contando o que é, como funciona e como pode ajudar a sua marca a conquistar esses clientes.

Os smartphones impactaram a forma de como usamos pouco tempo para fazer várias coisas, assim mudando o comportamento de consumo. Hoje o desafio está em conquistar o consumidor em micro-momentos, esses momentos são fragmentos de tempo, em que a tomada de decisão ocorre.

Um exemplo prático de micro-momento é quando se está com fome, porém não se tem tempo para preparar um jantar ou até mesmo não tem ingredientes para fazer um simples lanche, então o que fazemos? Pesquisamos, pegamos o smartphone, abrimos o Google e fazemos uma breve busca sobre deliveries, provavelmente você irá verificar o tempo de espera e escolherá aquele que tiver o melhor prazo. Logo depois a comida chega, você não precisou buscar até o local, enfrentar filas e nem sequer teve que falar com alguém, ou seja, o smartphone resolveu o problema em poucos minutos.

A busca em dispositivos móveis só aumenta e tende a ultrapassar o desktop

O Google mostra que os micro-momentos estão divididos em algumas situações, como:

“Eu quero saber”, hoje temos as informações na ponta dos dedos. Isso acontece quando as pessoas utilizam o smartphone para suprir uma vontade momentânea de aprender ou comprar algo. O consumidor ouviu algum termo desconhecido, o que ele faz? Pesquisa direto no Google.

“Eu quero ir”, esse micro-momento está relacionado diretamente com economia de tempo, as pessoas querem encontrar o que precisam, perto de onde moram, ou de onde estão. Por isso é muito importante que sua empresa esteja indexada no Google My Business, pois ao fazer a busca, seu endereço físico ficará disponível e visível para o usuário.

“Eu quero fazer”, o smartphone aumentou a acessibilidade de aprender a fazer, onde você estiver, os usuários podem facilmente resolver problemas do dia-a-dia na palma de suas mãos. Para este micro-momento deve-se considerar o consumo de vídeo, tutoriais que ajudam e auxiliam o usuário seguir o passo a passo.

“Eu quero comprar”, com a vasta quantidade de informação online, a tomada de decisão pode acontecer em apenas alguns minutos. Podemos afirmar que aqui é o fundo do funil, onde o consumidor está disposto a efetuar a compra.

Então onde está sua marca quando o cliente precisa?

 

Esteja presente em cada passo do seu consumidor na jornada de compra

 

Em um universo com tantas opções aparecendo, sugestões são sempre bem aceitas. O consumidor não consulta apenas a família e amigos mas toda a informação online que está disponível, por exemplo: como chegar, onde encontrar, que carreira seguir.

Com a disponibilidade 24 horas do smartphone, as pessoas fazem pesquisas a todo momento, as marcas tem acesso a toda jornada de compra do consumidor ponto a ponto, dessa forma podendo influenciar diretamente na tomada de decisão.

O próprio Google aponta que os consumidores querem ter as melhores experiências até mesmo nas pequenas compras, coisas do dia-a-dia, segundo a gigante de pesquisas, as buscas com o termo “melhores” tiveram mais de 100% de crescimento nos últimos dois anos como é o caso de “melhores guarda-chuvas”, que obteve 140% de crescimento e melhores acessórios de viagem com 110%. Isso mostra uma grande oportunidade para vários nichos do mercado se posicionarem como aliado dos consumidores no processo de ajuda na tomada de decisão.

A personalização pode ajudar sua marca a atingir outra parcela desses novos consumidores, como “tênis para enfermeiros”, “tênis para usar com vestidos”, o próprio buscador do Google mostra essas sugestões, buscas específicas podem dar ideias de anúncios direcionados exclusivamente para aquele público. É muito importante analisar esses dados no seu mercado, você pode sair na frente e fazer o que o seu concorrente não faz.

Podemos dizer que nada se compara as avaliações, a sua experiência e de outros usuários com a marca, os comentários, o feedback. Quando um consumidor faz a pesquisa ele leva muito em consideração o que os outros escrevem. Dados mostram que a busca pelo nome do produto com o termo “review” na sequência aumentaram mais de 35%  nos dois últimos anos, ou seja esses consumidores que buscam e pesquisam a todo o momento querem tirar 100% de aproveitamento da compra, querem que a experiência seja a melhor possível.

Procure conhecer melhor o seu consumidor, como ele busca, como ele interage com os seus produtos. Analise os dados fornecidos pelo Google Analytics para obter informações mais precisas como: idade, sexo, região.

Melhore a experiência do usuário com uma navegação mais fluída para desktop e também otimize seu site para mobile pois há uma crescente em acessos nesses dispositivos e dependendo do produto ou serviço a intensidade de busca ultrapassa o desktop. Ajuste a velocidade de acesso ao site, algumas dicas são:

1 – Verificar imagens pesadas;

2 – Uso de scripts;

3 – Qualidade da hospedagem.

Otimização é fundamental para micro-momentos

A otimização em dispositivos móveis é fundamental na captura de micro-momentos

Se quiser saber mais em como otimizar seu site clique aqui, nós fizemos um artigo completo com mais dicas para melhorar o desempenho do seu site.

Produza conteúdos de qualidade para o seu consumidor, tenha certeza que você está o ajudando em cada micro-momento, é necessário atender bem ao que seu usuário precisa, passar confiança para que o mesmo crie um engajamento com a marca.

Para conquistar esse novo consumidor as marcas devem se atentar em otimizar a experiência do usuário, fazer com que ele encontre o que precisa, da forma mais rápida possível.

Nesse cenário as empresas terão que entender como conectar-se com seus clientes, dentro desses micro-momentos, por isso fique atento a jornada de compra do seu consumidor, e se aprofunde em manter uma boa experiência de compra, relacionando esses quatro instantes.

Quer otimizar sua campanha e impactar ponto a ponto o seu cliente na jornada de compra? Diga um oi, nós podemos te ajudar!

 

 

 

 

 

 

O que leva seu consumidor a comprar na sua empresa?

Já parou para pensar que muitos concorrentes oferecem o mesmo produto, mas você é o que mais vende na sua região? Ou, você oferece o mesmo produto, o mesmo preço as mesmas condições de pagamento, mas mesmo assim o consumidor fecha a compra com o seu concorrente? Vendo esta situação o questionamento é: O que leva ele decidir comprar um determinado produto em um estabelecimento específico? Descubra agora!

 

O processo da decisão da compra

 

O processo de decisão do consumidor é o que ele passa antes, durante e depois da aquisição. Isto serve tanto para produtos tangíveis (aqueles que podemos tocar, os produtos), como os serviços, que são considerados intangíveis, pois não podemos tocar nem ver.

Existem diferentes tipos de compras. Por exemplo a compra por impulso, aquelas em que o consumidor não pensa muito para comprar e acaba levando o que estiver na frente ou a que oferece maior desconto. Há também a compra buscando variedade que é quando o consumidor não está muito satisfeito com a marca atual e procura por algo diferente e que o surpreenda.

É importante entender o processo de aquisição em uma tomada de decisão de qualquer produto/serviço. Cada etapa é um critério que o faz levar para a fase seguinte do processo. Exemplificando melhor:

 

1- Primeiro: o consumidor reconhece um problema

Neste momento, ele se questiona e identifica uma necessidade ou um desejo momentâneo. Nesse momento, ele decide buscar algo que satisfaça e supra essa vontade.

 

2- Segundo:  busca as devidas informações

O consumidor, nesse momento, quer saber mais sobre o produto, então busca preços, marcas e produtos semelhante. Neste ponto, o consumidor busca por referências, como alguém que já comprou e também procura indicações de estabelecimento que vendem o produto. As redes sociais têm um forte papel nesta etapa, pois é lá que ele busca referências e depoimentos de pessoas que usam ou que também querem comprar o mesmo produto. Aqui, lembre-se da importância do marketing digital.

 

3- Terceiro: avalia as opções

Essa é a etapa em que o consumidor começa a avaliar experiências anteriores com determinadas marcas e adquire incentivo, ou gera curiosidade em testar uma marca nova. Por isso, é importante sempre deixar em evidência a sua marca no mercado, fazendo com que os consumidores se sintam (ou não) confortáveis com a troca de uma marca que eles já usam.

 

4- Quarto: decisão da compra

Depois de reconhecer a necessidade de adquirir um produto, buscar as informações sobre ele e avaliar as opções, o consumidor finalmente decide comprar. Sendo assim, ele escolhe o estabelecimento, a marca e as condições de pagamento que mais lhe agradaram.

 

5- Quinto: experiência da compra

Depois da realização da compra, o consumidor começa a tirar suas conclusões, tanto do produto quanto do estabelecimento que ele decidiu comprar e avalia se sua experiência foi positiva ou negativa. Se foi boa, ele possivelmente irá comprar mais vezes, indicará ou lembrará da marca para as próximas compras. Caso contrário, ele descartará a ideia de possíveis compras da mesma e fará uma “divulgação negativa” da marca. Muitas empresas menosprezam esta etapa, mas é aqui que elas têm uma forte oportunidade de fidelizar o cliente. Um simples feedback auxilia muito, tanto na fidelização do cliente, como em possíveis melhorias do produto ou do estabelecimento.

 

Nem todos consumidores seguem essas etapas à risca, principalmente quando a compra é por impulso. Alguns simplesmente desistem, ao se perguntarem se realmente precisam do produto, ou desistem porque não encontraram informação suficiente. Por isso, é importante que a empresa esteja presente em cada etapa deste processo. Para isso, você pode usar o marketing de conteúdo e o Inbound Marketing.

 

Fatores que influenciam o processo de decisão de compra do cliente.

 

Comportamento do consumidor na decisão da compra

Após iniciar a jornada de compra, o consumidor pode agir de 3 maneiras diferentes:

  • Consumidor com decisões rotineiras: ele até sente vontade de comprar, mas não coloca isso como prioridade ou intensifica suas buscas. Ele observa o que está ao seu alcance e usa o mínimo de tempo possível para fazer suas pré-análises. Não avalia tanto as possibilidades. Comumente ocorre nas compras de produtos de consumo rotineiro, como por exemplo o leite e o pão.
  • Consumidor com decisões limitadas: o envolvimento com a busca ainda não é tão intensa, mas ele já procura mais de uma marca, verifica as opções que o mercado oferece, os pontos de vendas que disponibilizam o produto, mas no final acaba aceitando o que está mais próximo ou de fácil acesso para ele naquele momento.
  • Consumidor com decisão intensa: ele busca o máximo de informações possíveis, considera muitas marcas e pontos de vendas para ser avaliados. Calcula todos os benefícios e formas de pagamento para ter a certeza que não terá frustações futuras. Esse é um consumidor que se preocupa com o atendimento, o local que o produto se encontra, a forma que ele é anunciado e a experiência que outras pessoas tiveram. Tudo isso vai refletir para ele. Por isso, o tempo investido na compra é grande, pode durar até meses dependendo do produto ou serviço.

 

Ainda existem empresas que não se preocupam com o processo de consumo e acabam deixando a desejar já na primeira etapa, elas não se atentam que os processos precisam de uma abordagem diferenciada para cada uma das etapas. Muitas priorizam as  abordagens imediatas e acabam “assustando” ou atingindo de forma aleatória e desqualificada seus clientes. Mesmo que o consumidor desista de efetivar a compra naquele momento, se sua empresa tiver feito uma boa abordagem no processo, ele possivelmente vai lembrar da sua marca futuramente ou indicará ela para os amigos.

 

Então, analisando o processo que seu consumidor enfrenta, todas as abordagens que ele recebe diariamente e a quantidade de informações que ele adquire, você está preparado e tem uma abordagem qualificada para este mercado exigente?

Hoje o consumidor tem inúmeras opções para fechar a compra, por isso é importante que sua marca tenha presença e esteja bem representada no mercado.

Quer saber mais sobre o seu consumidor? Verifique qual é a geração do seu consumidor para te ajudar a atingir seu cliente de forma qualificada, ficou curioso em saber mais sobre o comportamento de compra e quer maneiras de se destacar? Fale com a gente!