Você conhece as tendências e as novas ferramentas do varejo?

Você conhece as novas ferramentas do varejo que estão cada vez mais ganhando forma e aceitação dos consumidores?

Nos dias atuais, é impossível fazer um planejamento estratégico sem ter em mente alguma ferramentas do varejo que possam auxiliar tanto na dimensão de propagação como de interação com o consumidor. As tecnologias revolucionaram a maneira de fazer compras e as estratégias de marketing.

Vale ressaltar que algumas ferramentas do varejo usadas hoje, já foram criadas há algum tempo, mas vêm ganhando força e novos meios de serem utilizadas.  GPS, RFDI, vídeo digital, biometria, reconhecimento de voz, transmissão sem fio, armazenamento de dados em nuvem e dispositivos móveis inteligentes são algumas das ferramentas do varejo para auxiliar o processo de distribuição, acompanhamento de carga, dentre outros.

 

  • Check-out automático, por mais que já esteja presente na maioria das redes de supermercados, ainda tem muitos estabelecimentos que podem se adequar. Trata-se de uma ferramenta do varejo usada para pesagem e preço de produtos, conhecidos como “caixas de mercado”.  Este equipamento minimiza o trabalho dos operadores de caixa e o consumidor tem autonomia para fazer a pesagem e o pagamento dos produtos.
  • Redes sem fio auxiliam na promoção diferenciada e no momento oportuno. Isso acontece pela identificação do aparelho e pela análise do perfil do consumidor. Algumas empresas já estão adotando os aplicativos e fornecendo experiências e promoções exclusivas para quem sempre está conectado. Assim, já é possível passar perto de alguma loja, por exemplo, e receber uma mensagem de alguma oferta de forma imediata.
  • Cartões inteligentes (cartão da loja) possibilitam o varejista ter todas as informações do consumidor. Desde a renda, últimas compras feitas e o perfil de consumista que ele tem. Algumas lojas já estão descartando o cartão inteligente e migrando direto para a biometria do cliente, que fornece segurança para o varejista e para o consumidor, pois algumas operações só podem ser utilizadas por meio da identificação de digitais, retinas, mãos e linhas do rosto.

Você conhece as ferramentas do varejo como o omnichannel, o mobile commerce e mobile payment e o social commerce?

Tenho certeza que sim, porém não com esses nomes. Essas são as novas ferramentas do varejo que estão sendo implantadas e estão ganhando novos engajamentos no varejo.

Omnichannel possibilita juntar a loja online com o offline, como? O próprio cliente pode verificar a disponibilidade de algum produto na loja física utilizando o aplicativo da marca. Assim, o cliente vê a disponibilidade, faz o pedido e ainda pode optar em receber o produto em casa.

Oferecer esta comodidade está deixando de ser novidade e está se tornando um requisito para as marcas estarem mais próximas do consumidor exigente.

 

O mobile commerce está consolidado há algum tempo nos países de fora e ganhou espaço no Brasil através da disponibilidade das redes móveis (3G), que faz com que as pessoas tenham o acesso à informação em vários lugares na palma da mão. Com isso, faz com que o consumidor possa verificar e fazer pesquisas de preços e produtos de qualquer lugar.

Aproveitando esse gancho, grandes marcas já têm lojas online específicas para usuários de smartphone. Poder propor experiência exclusiva para esses consumidor faz com que a compra impulsiva, por exemplo, quando o produto ofertado da loja física para o online for uma diferença de grande valor ou que ele possa ter algum benefício junto.

Como a compra pela internet está casa vez mais ganhando forma, uma nova ferramenta surgiu, o mobile payment, que permite que qualquer pessoa possa consultar suas finanças além de fazer pagamentos diretos pelo celular utilizando o cartão de crédito. Isto permite que o consumidor não precise mais enfrentar filas de banco com boletos, pois os pagamentos pode ser feita direto nos sites de compras. Comodidade e facilidade para o cliente!

Ferramenta do varejo;Mobile payment.

Algumas marcas fazem o uso de campanhas nas redes sociais para saber qual produto o cliente quer ver em sua loja favorita, ou qual sabor diferenciado quer experimentar. Assim a marca conhece o gosto do cliente. Esse tipo de abordagem chama-se social commerce, que é a ferramenta que possibilita ao cliente fazer parte da marca. Ele pode expor sua opinião sobre produtos e sugerir novas idéias, assim, o próprio consumidor também colabora com a compra de outros consumidores, respondendo comentários e expondo suas opiniões.

O grande diferencial de utilizar essas ferramentas é se desprender de um meio físico e ir ao encontro do cliente. As ferramentas do varejo são aliadas para melhorar os resultados de vendas dos varejistas e reduzir possíveis erros operacionais. Para implementar as ferramentas é preciso compreender exatamente o que se pretende atingir e isso não se resume a vendas imediatas. Lembre-se que todo passo diferente que é disponibilizado para o cliente tem um processo de adaptação e aceitação, o que leva algum tempo. E isso não funciona apenas para o consumidor, mas serve também para os próprios funcionários e responsáveis pelas vendas, que devem estar conscientes e confortáveis com as novas ferramentas implantadas

 

Então, estápronto para implementar as ferramentas em seu estabelecimento? Quer saber mais sobre ferramentas que podem ajudar sua empresa? Confira as 7 ferramentas que irão ajudar a organizar a sua empresa.

Quer mais dicas para sua empresa? Fica ligado aqui no nosso blog, toda a semana temos um artigo novo!

O que é User Onboarding

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User Onboarding é o conjunto de ações que uma empresa, geralmente de software, toma na entrada de novos clientes para garantir a utilização completa de seu sistema. Isso é feito através de checklists, reuniões, videoaulas, entre outros e visa a redução das taxas de cancelamento e a melhor experiência para o usuário iniciante.

Para entendermos o que é User Onboarding, primeiro é legal saber de onde ele veio. O termo foi criado pela indústria de software para resolver um problema muito comum. As pessoas contratam um serviço, acabam não utilizando todas as suas funções e após um curto período de tempo, cancelam o contrato.

Isso acontece porque as pessoas, em geral, não têm tempo para aprender a operar o sistema (muitas vezes não tem paciência mesmo). E também porque a empresa que desenvolve a solução, acredita cegamente que o seu sistema é “fácil de usar” e acaba não desenvolvendo uma metodologia de User Onboarding eficiente.

Essa lógica serve para qualquer segmento, até mesmo para um restaurante. Quando você vai ao Outback, por exemplo, o garçom pergunta: é a primeira vez no Outback? Se a resposta for sim, ele faz o “user onboarding” deles e te apresenta o conceito do restaurante e o menu. É uma ótima maneira de fazer o cliente se sentir acolhido.

 

1. Vamos começar a entender o que é user onboarding

Podemos fazer uma analogia com a entrega técnica que ocorre em concessionárias de veículo para ajudar a entender o que é  user onboarding. Já pensou entrar em uma Mercedes, como essa abaixo, sem saber operar todos esses botões? É por isso que você só sai de uma loja desse porte, com seu carro novo, depois de ter recebido a entrega técnica.

Que consiste basicamente em te ensinar e operar todas as funções do carro. É pouco provável que você vá devolver um carro desses porque não sabe mexer no seu painel, mas com certeza você vai “fuçar” em tudo até entender seu funcionamento. O problema é que, quando se trata de software, o usuário quase sempre não tem paciência para ficar fuçando, como ele teria com uma Mercedes.

o que é user onboarding

Já pensou ter que operar essa Mercedes sem receber nenhuma oritenção?

Aí você pode perguntar, mas precisa ensinar a operar um carro, “operar um carro” não é óbvio? Talvez há alguns anos atrás um carro era só um carro. Hoje em dia com todos os avanços tecnológicos, um carro possui muitos componentes eletrônicos que deixam sua operação mais complexa. Por isso, mesmo que o seu software tenha uma interface intuitiva com uma usabilidade nota 10 (UX). Lembre-se da frase:

O que é óbvio para você não é óbvio para os outros“.

Você deve ter um processo montado com passos pré definidos que inicia na prospecção do lead correto. Quer dizer que não tenho que vender pra todo mundo? Não, você precisa definir o seu Perfil de Cliente Ideal também chamado de PCI. Cliente que não tem perfil para o seu produto/serviço, tem altíssima chance de cancelar em curto período de tempo. Clientes que cancelam o contrato em pouco tempo (2, 3 meses) dão prejuízo para qualquer negócio com modelo de receita recorrente.

o que é user onboarding

Uma interface bem resolvida não é suficiente para fazer o usuário operar 100% do sistema

2. Como fazer?
  1. Defina o PCI (já falei anteriormente);
  2. Tenha uma estratégia de OutboundInbound Marketing estruturadas;
  3. Mapeie com sua equipe de suporte as principais reclamações;
  4. Mapeie com todos os clientes que cancelaram, os motivos para o cancelamento (invista tempo e energia aqui), essa etapa vai te ajudar não só a criar estratégias para evitar cancelamentos, mas para criar o PCI corretamente;
  5. Orce e planeje o formato mais eficiente. Pode ser parcerias, vídeos, tutoriais ou checkpoints para um CS interno desenvolver. Abaixo vou falar sobre duas estratégias de empresas diferentes.
3. Exemplos

Resultados digitais – Um dos maiores cases de growth hacking brasileiro dos últimos anos. É uma das pioneiras em software de inbound marketing no Brasil. É a empresa que desenvolve o RD Station. Destaco quatro pontos bem interessantes na estratégia deles:

  1. Parceria com agências. Eles perceberam que dificilmente uma empresa consegue implantar uma metodologia de inbound marketing sozinha. E que quando a empresa tem uma agência homologada (como a yard), contratada para ajudar no dia a dia do marketing digital, as taxas de churn (cancelamentos) eram bem menores. Então, o que eles fizeram? Desenvolveram um sólido programa de parceria e treinamento e homologação de agências. Com programas de comissionamento, eventos exclusivos, indicação de clientes e até eventos exclusivos. Além da possibilidade da agência receber  mentoria e investimentos, isso se cumprir alguns requisitos, é claro. Com quem você pode fazer parcerias para implantação do seu software? Contadores? Engenheiros?
  2. Só vendem se pagar implantação. A única forma de contratar o software RD Station sem pagar implantação é contratar através de uma agência parceira. Se não, só pagando. Essa é uma forma de filtrar os curiosos que muito provavelmente não PCI da empresa.
  3. Processo com checkpoints bem definidos. Dentro do software, existem checkpoints pré-definidos que o usuário tem que cumprir para considerar a implantação completa. Se você não cumprir isso, a implantação não será considerada completa. Seja ela feita através de uma agência ou através do programa implantação direto. Lembro novamente da frase que citei no início do texto. O que óbvio para você não é óbvio para os outros. Portanto, tudo deve estar previsto, até as coisas mais óbvias e básicas, como cadastros iniciais.
  4. Ter um CS para acompanhar cada cliente. Todo cliente precisa de alguém responsável por ele dentro da empresa. Coloque tarjas vermelhas no dashboard inicial para mostrar que as configurações básicas não foram cumpridas. O CS deve fazer reuniões (que podem ser virtuais) com os clientes até que tudo esteja 100% cumprido. E claro, coloque um prazo para tudo isso acontecer depois do fechamento do negócio.

Conta Azul É um sistema de gestão financeiro completo. Desde módulos de emissão de NF’s e boletos até controles e relatórios mais complexos.

Aqui é um exemplo não tão bom. Apesar de eles terem tutoriais em texto e vídeo muito bem elaborados. Eles não tem um processo que exige a implantação. Isso acelera as vendas, mas pode aumentar a taxa de churn também. De nada adianta botar 100 clientes para dentro se 99 cancelam em menos de 6 meses.

Eles provavelmente não tem uma cultura de implantação, até porque o contrato mínimo é de 12 meses (parcelados no cartão) é como se você fizesse uma compra parcelada em 12 vezes. Não tem muito como se arrepender. Mas após os 12 meses iniciais, tudo pode acontecer. O vendedor me falou: – “Ah! Você não precisa, pelo teu perfil você não terá dificuldades em operar o sistema”. Lêdo engano, apesar do sistema ter realmente uma interface excelente, sua operação não é tão simples assim. Existe diferenças entre emitir uma cobrança avulsa e emitir uma cobrança recorrente, por exemplo. Isso faz o caminho para a inclusão de dados ser completamente diferente.

Eles enviaram um email de boas vindas, com todos os tutoriais em vídeo e por escrito, online. Isso é muito legal também. Mas isso somado a um processo de implantação simples com checkpoints e um CS “temporário” que acompanha o cliente pelos primeiros 30 dias, na minha opinião, é mais eficiente.

4. O que o marketing digital tem a ver com isso?

Se você já tem uma estratégia consistente de outbound marketing ou de inbound marketing, precisa montar uma estrutura comercial para empresas de TI, para atender a demanda gerada por essas duas metodologias. Depois disso, é só conferir a conta bancária? Agora você já sabe que não. Saber o que é user onboarding é essencial para o sucesso do crescimento de empresas do segmento de tecnologia.

o que é user onboarding

Só investir em marketing digital não é suficiente para “encher o bolso”

Depois de colocar tantos clientes para dentro do seu negócio é muito importante ficar atento às taxas de churn (indicador que mostra o quanto uma empresa perdeu de clientes em um determinado período). E implantar os processos. Agora que você já sabe o que é User Onboarding.

“A melhor maneira de reduzir a taxa de churn é saber o que é User Onboarding e aplica-lo no negócio”.

5. Dica de ouro:  teste sistemas que tem versão grátis.

Para finalizar este artigo sobre o que é user onboarding fica aqui uma analogia à ideia criada pela Xerox chamado de benchmarking. Consiste basicamente em coletar os melhores indicadores e práticas do mercado. A grande sacada é que as empresas de software, muitas vezes tem versões grátis do seu sistema que inclui o processo de user onboarding. Use muito, faça testes, simule contratações. E para algumas mais especiais, vale até pagar alguns meses ou a implantação, se for o caso, só para conhecer as melhores práticas.

6. Como fazer um bom briefing para user onboarding

Existe uma citação de Arthur Schopenhauer que diz: O importante não é ver o que ninguém nunca viu, mas sim, pensar o que ninguém nunca pensou sobre algo que todo mundo vê.

Essa frase ilustra de forma perfeita como fazer qualquer tipo de briefing com um cliente, seja qual for o seu ramo. O cliente quase nunca admitirá suas reais falhas e pontos fracos. E isso é natural, quando eu estou falando da minha própria empresa também vou ter essa mesma dificuldade. Afinal de contas o dono do negócio normalmente é apaixonado pelo que construiu, defende sua empresa com a mesma energia que defende um filho. Só que isso é perigoso e pode acarretar em decisões erradas de gestão.

Não aceite a primeira resposta.

Normalmente a primeira resposta é dada no automático e não reflete a fundo a realidade do negócio. Uma dica é uma técnica usada em vendas que consiste em perguntar: – “me explique um pouco melhor isso”. Esse simples ato de induzir o cliente a falar um pouco mais, faz com que ele mesmo reflita melhor sobre o que acabou de dizer. Muitas vezes ele mesmo muda sua opinião inicial após alguns minutos conversando mais profundamente. E aí exatamente aí que moram os melhores insights para o início de um projeto. São nas respostas ‘ocultas’ que você consegue tirar do cliente informações que nem ele mesmo sabia que tinha.

Tenha um roteiro de perguntas.

Sem um roteiro, é muito fácil você se perder e acabar esquecendo alguns detalhes. Coloque no seu roteiro até mesmo dados básicos como nome da empresa, descrição básica, data de fundação, quem participou dessa reunião com email e telefones de contato. Com o passar do tempo, você vai adquirindo experiência e pode fazer observações (só para você) em cada pergunta do seu briefing para te ajudar a lembrar algum detalhe. Como por exemplo: nesta pergunta lembre-se de perguntar o motivo que o cliente escolheu essa resposta.

Mãos à obra

Com todos os dados em mãos agora você pode projetar o seu user onboarding de forma mais precisa. Mas eu gosto muito de voltar ao exemplo de um restaurante, para mostrar que a lógica do user onboarding não precisa ser restrita apenas ao segmento de tecnologia. Treine os garçons para que eles tenham um roteiro a seguir quando o cliente entra no estabelecimento. 1. É a primeira vez aqui? 2. O que estão com vontade de comer hoje, carne ou peixe? 3. Gostam de pimenta? Etc. É lógico que no restaurante o “briefing” não pode ser muito extenso para não ser chato e cansativo, deve ser algo natural que ajude a recepcionar e deixar o cliente à vontade e que esteja alinhado com a proposta do local.

Para finalizar seu sempre afirmo que implantar um processo e saber o que é user onboarding, sempre vale a pena. Especialmente para uma empresa de software que quer crescer de forma sustentável e constante.

A yard é uma agência parceira da RD Station, especialista em atender empresas do segmento de TI. Se quiser bater um papo sobre estratégias de marketing digital para empresas de TI, me chama através desse link.

7 ferramentas que irão ajudar a organizar a sua empresa

Organizar, manter a comunicação alinhada e criar processos que ajudam no dia a dia da empresa é essencial para o crescimento de uma organização. Neste artigo, vamos indicar algumas ferramentas para empresas que irão somar ainda mais na produtividade da sua equipe e também ajudarão a alavancar o seu negócio!

1 – SLACK

O Slack é um sistema de comunicação empresarial, que pode também ser utilizado para fins pessoais, pois contém muitos recursos e a facilidade do uso  somada a interface agradável tornam o software ainda mais atrativo. Essa aplicação funciona por meio de canais, a partir daí cabe a você decidir qual é a melhor forma organizacional, se os canais serão divididos por assunto, por cliente, por departamento, por ele é possível enviar imagens e vídeos e também fazer integração como outros aplicativos, como o Trello.

2 –  TRELLO

O Trello é um serviço online muito popular e bastante utilizado pois é adaptável e pode servir para diversos tipos de empresas, de diferentes segmentos, além de proporcionar uso pessoal como: organizar tarefas domésticas, entre outros.

Sua interface consiste em “Boards” que depois de criados ficam na posição horizontal, pode-se dizer que eles são o título ou o tema do seu conteúdo que será organizado, por exemplo: Projeto de sistema X, Relatórios do cliente Y, Plano de viagem Z. Dentro dos “Boards” estão os  “cards” e dentro deles é permitido colocar anexos, inserir comentários e criar check lists que ajudão a controlar as etapas do seu objetivo.

Um exemplo básico de como organizar “cards” no Trello

3 – POSTGRAIN

O Postgrain é uma plataforma online paga que faz agendamentos de posts para Instagram, você pode testa-lo gratuitamente por alguns dias. Com ele é possível agendar posts de feed, stories, enviar e receber direct, além de um relatório completo sobre o crescimento do perfil e publicações.

4 – MAILCHIMP

É uma ferramenta muito utilizada no mercado do marketing e reúne uma série de vantagens, pode-se criar anúncios para Google, Facebook e Instagram, porém o item mais usado pelas organizações é a automação de e-mails. O E-mail marketing quando corretamente usado pode ser uma solução para alavancar o seu negócio e é nisso que o MailChimp se propõe ajudar.

5 – GOOGLE TAG MANAGER

Você ainda precisa colocar um monte de códigos no seu site quando se trata de acompanhamento de conversões, informações do LinkedIn e outras mais? o Google Tag Manager veio justamente para facilitar esse trabalho, por ele é possível criar e gerenciar Tags.

O Tag Manager proporciona uma interface amigável e muito didática, sendo muito mais seguro, pois com ele você tem acesso ao histórico de alterações, além de não correr o risco de apagar algum trecho errado do código do site.

6 – GOOGLE ANALYTICS

Está ferramenta do Google é uma das mais importantes que existem quando trata-se de analisar métricas de sites, como: visitas, tempo gasto pelos usuários, taxa de rejeição e também dados de redes sociais. Depois de configurado ele permite você ter acesso a uma gama vasta de recursos podendo monitorar em tempo real as visitas e coletar informações do seu público-alvo.

O Analytics possui uma variedade extensa de métricas

As principais métricas são:

Visitas

O número de visitas mostra o total  de vezes que o site foi acessado, independente se os usuários acessaram mais de uma vez, ele irá somar todos os acessos de todas as páginas.

Visitantes

São visitantes únicos, o período para controlar se o visitante é único ou não é configurável, mas por padrão o Analytics considera um prazo de seis meses, período que o cookie fica armazenado no dispositivo.

Visualizações de página

A soma de visualizações inicia-se quando um usuário acessa sua página, mas isso é diferente dele visitar seu site, essa métrica é considerada como uma métrica de vaidade ,visto que um site pode ter um número expressivo de visualizações de página e não propriamente de navegação e interação com outras páginas.

Taxa de rejeição

É quando o usuário acessa uma única página, são sessões que o usuário saiu sem navegar por outras páginas do seu site. Com os dados de números de visitas únicas da página e o número de vezes com apenas uma visita, o Analytics faz um calculo e retorna com uma porcentagem de rejeição.

Origens de Tráfego

Uma das métricas que mais ajudam os anunciantes a saber em qual mídia investir mais e onde efetivamente está o seu público, se eles vieram do Facebook ou da rede de pesquisa do Google por exemplo.

Busca orgânica

Mostra as palavras-chave que os usuários utilizaram para encontrar seu site em mecanismos de pesquisa como Google e Bing por exemplo.

Tráfego pago

São os visitantes que clicaram nos seus anúncios, se você tem uma campanha ativa no Google Adwords essa métrica mostra quantos visitantes você teve por meio do CPC (custo por clique).

Links

Essa métrica conta cliques de outros sites, se o seu está referenciado em qualquer outro como blogs e portais, entre outros.

Tráfego Direto

Quando o usuário digita o endereço do site na barra de navegação irá contar como tráfego direto.

7 – RD STATION

O RD Station é uma ferramenta online que gerencia e automatiza estratégias de Marketing Digital, fazendo uma automação completa, podendo controlar os visitantes, as oportunidades de negócio, além de monitorar as vendas e resultados.

Essa plataforma ajuda a transformar seus visitantes em “leads”, que são potenciais clientes, para que você possa monitora-los e nutri-los até a decisão de compra. Uma das grandes vantagens do RD Station é a verificação de resultados, poder medir e saber exatamente o retorno que cada canal e campanha está trazendo para sua empresa.

Um exemplo de leads gerados através de um pop-up implantado no site de um cliente da yard.

Funcionalidades:

  • Anúncios no Facebook
  • Mídias Sociais
  • Otimização para (SEO)
  • Landing pages, formulários e pop-ups
  • E-mail Marketing
  • Teste A/B
  • Automação de Marketing
  • Monitoramento de contatos
  • Gestão de contatos e Lead Scoring
  • Planos de sucesso
  • Análise
  • Marketing BI
  • Entre outras

E aí, curtiu as dicas? Quer saber mais sobre o RD StationSolicite uma demonstração do software.

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