Marketing verde, a importância da informação e da elaboração no processo e descarte de um produto

Já ouviu falar em marketing verde? Já recebeu algum cartão de visita feito com papel reciclado? O que achou dessa diferenciação? Já parou para pensar em quanto tempo o produto que você usa diariamente será descartado ou apenas deixa ele na lata de lixo e não se preocupa mais? 

Estas perguntas já vêm sendo formuladas e respondidas nos últimos anos, a preocupação com o descarte do produto não fica mais nas latas de lixo do quintal do consumidor, que está se preocupando com a realidade  da preservação ambiental que estamos vivendo, o marketing verde. 

O meio em que vivemos está pedindo atenção ao marketing verde cada vez mais, devido as catástrofes ambientais, politica, sociedade e sociais. Estas preocupações afetam diretamente o consumidor, que se sensibiliza e quer saber o que está acontecendo ao seu redor. O consumidor moderno gosta de saber que ele pode ajudar de alguma maneira, seja fazendo uma compra que será revertida à projetos sociais, ou optando por produtos que não prejudicam o meio ambiente.

O marketing verde espera promover mudanças como: fornecer informação de produção, alterar valores da sociedade para aumentar a preocupação com o respeito ambiental, estabelecer comportamentos que revertam atitudes que prejudique o meio ambiente, entre outros.

Segundo Boone&Kurtz (1995), o marketing desempenha um papel importante na sociedade, por ser a interface final entre a empresa e o público com o qual interage, retratando as mudanças no mundo dos negócios e atuando frente às diversas questões sociais que permeiam a sociedade. Nesse cenário nasceu o marketing ambiental, também chamado de marketing ecológico e marketing verde. Existem algumas teorias da sua criação, a mais citada refere-se ao início da década de 70 em que começou a crescer o movimento ambientalista com a criação de organizações não-governamentais (ONGs), como a WWF e o Greenpeace, essas organizações têm em comum a estreita relação com a imprensa e o objetivo de preservar o meio ambiente e a saúde de todos que nele estão inseridos. 

WWF JUST: Uma embalagem contra embalagens! Campanha criada pela WWF para alertar sobre o uso excessivo de embalagens que prejudicam o meio ambiente.

Alguns dados relevantes sobre o marketing verde:

  • De 2010 a 2012 houve um aumento de 44% para 60% do número de brasileiros que já ouviram falar o termo “sustentabilidade”, portanto, a informação começou a se proliferar. Podemos atribuir isso ao fácil acesso à internet, às redes sociais e outros meios mais segmentados.;
  • Também aumentou, de forma considerável, o número de pessoas que buscam informações sobre o tema, passou de 14% para 24%;
  • Apenas 12% daqueles que ouviram falar em sustentabilidade sabem, de forma correta, o que o termo quer dizer, isso indica que é preciso uma campanha de educação, principalmente de consumidores. 
  • 3 em cada 10 brasileiros levam em consideração na hora da compra, o chamado consumo consciente. 
  • Sobre o consumo consciente, 32% dos que participaram da pesquisa se dizem iniciantes nessa “arte”. Já aqueles que se dizem engajados nessa causa, somam 22%. Porém, de todos que responderam a pesquisam, apenas 5% se dizem conscientes. 
  • 90% dos entrevistados têm o habito de desligar lâmpadas, eram 88% em 2010.  90% também é o mesmo percentual de pessoas que se preocupam em fechar as torneiras, sendo que em 2010 eram 86%.  

Isso demonstra que a preocupação com o meio ambiente já vem sendo estudadas por muitos consumidores, também havendo mais diálogo com os que ainda não tem esse hábito.

Naturalizando: Natureza em alta com Natura EKOS.

O marketing verde também é baseado nos 4P’s do marketing (produto, preço, praça e promoção). Umas das empresas mais conhecidas entre os brasileiros, que busca passar total informação sobre seus produtos e processo produção é a empresa Natura. Ela passa uma mensagem de total responsabilidade com o meio ambiente, e mostra que seu produto busca a formula da natureza e não é totalmente química.

Isso acontece até mesmo por pressão dos consumidores, que deixam de comprar quando os produtos ou embalagens prejudicam o meio ambiente. Outra vantagem, que visa a busca dessa sustentabilidade, é a pressão governamental. Existe o Protocolo Verde, por exemplo, que libera crédito para empresas que realizam este tipo de ação. 

O marketing verde terá um papel importante para o futuro, no sentido de promover modos mais sustentáveis de se viver e consumir. Produtos naturais, embalagens reaproveitadas, maior acesso por parte do consumidor, preço compatível e justo (visto que a produção por reciclagem requer um tempo maior, até mesmo pelo recolhimento do material), maior evidência na mídia, entre outros. É importante também levar em consideração que o cliente gosta de transparências, visto que se ele se sente enganado, ele simplesmente deixará de comprar.  Portanto, é preciso ser honesto ao adentrar o universo do marketing verde.

Leia também: Até grandes empresas erram em seu posicionamento de marketing.

 

Até grandes empresas erram em seu posicionamento de marketing

Até grandes empresas erram em seu posicionamento de marketing, tanto na hora de colocar alguma campanha no ar, quanto para responder questionamento de algum cliente.

Muitas empresas se espelham nas grandes para se posicionar ou tomar uma decisão. “Se as grandes estão fazendo, porque eu que sou pequena não irei fazer?” Bom, isso teoricamente é verdade. Mas calma lá, até grandes empresas erram em seu posicionamento de marketing. Isso acontece porque muitas empresas grandes também tomam decisões por impulso ou porque ainda fazem testes no mercado. Então antes de tomar uma decisão se “espelhando nos grandes” verifique primeiro se tal posicionamento deu certo.

Vamos relembrar algumas marcas que não deram muito certo na hora de inovar em seu posicionamento. Lembrando que: “Até grandes empresas erram em seu posicionamento de marketing”.

Santher – Classe A

“Classe A”: folhas pretas em vez da boa e velha folha branca

A marca da Santher resolveu lançar um papel higiênico “Classe A”: folhas pretas em vez da boa e velha folha branca. A atriz Marina Ruy Barbosa estrelou a campanha enrolada no papel, como se fosse um vestido chique. Mas ela teve de pedir desculpas ao público depois de intensas críticas à marca. A campanha trazia o slogan “Black Is Beautiful”, o que não pegou bem, já que é um slogan cooptado do movimento negro americano durante a luta pelos direitos civis.

Fonte: Exame.

Friboi – Fresquinhas e de Qualidade

Campanha JBS: Carnes fresquinhas e… vencidas?!

A Friboi também cometeu um erro tentando consertar um erro (sim, você leu certo). Depois da “Operação Carne Fraca”, que denunciava várias carnes comercializadas irregularmente no mercado.

A marca Friboi, que faz parte do Grupo JBS, foi um dos nomes citados. Para amenizar a situação, eles criaram um comercial mostrando que suas carnes eram “fresquinhas e de qualidade”, porém, a data de validade da etiqueta estava vencida, o que não passou despercebido pelos consumidores.

Dove – Preconceito Zero

Campanha Dove

Outro erro foi da Dove, que entrou na campanha “preconceito zero”, mas em um comercial colocou uma mulher negra retirando a blusa e “virando branca”, isso gerou uma péssima repercussão.

“O clipe tinha a intenção de mostrar que o produto é para mulheres de todas as etnias e de ser uma celebração da diversidade. Mas nós não soubemos nos expressar”, reconheceu um porta-voz da marca, que pertence à gigante Unilever.  Fonte: BBC

Mas o que seria um erro em pequenas empresas? Um simples cartaz posicionado de maneira errada? Um post mal-intencionado no Facebook? Um flyer com uma mensagem de duplo sentido por engano?

Várias pequenas coisas também podem representar um erro perante a consumidor. É sempre bom ficar atento e analisar com calma tudo aquilo que pode gerar repercussão. E se essa for a sua intenção, tenha em mente as respostas e justificativas que você vai ter que dar. Sempre esteja preparado.

Mas lembre-se que até grandes empresas erram em seu posicionamento de marketing. Mas errar serve para o crescimento da própria empresa. Nem sempre uma campanha será bem vista de primeira, ou será aceita pelo consumidor. Não se desespere quando algum erro cometido for de grande repercussão. Mas também não deixe de se manifestar, se for necessário.

Para criar campanhas que geram repercussão, contrate uma agência.

 

Como as redes sociais ajudam seu negócio?

Já parou para analisar quantos produtos você procurou nas redes sociais? Ou que na sua timeline do Facebook e Instagram aparece, praticamente todos os dias, a nova moda de sapatos ou até mesmo um novo salão especifico apenas para unhas em gel? Ou que além de poder fazer a barba  você pode convidar seus amigos para fazer um happy hour na barbearia?

Mas como isso acontece? Como o Facebook sabe dos gosto de sapatos das pessoas, ou sabe que um novo lugar para se barbear é altamente atrativo para você? Neste artigo, vamos falar de como um como empreendedor pode usar as redes sociais para atingir as pessoas certas para seu negócio.

Nas redes sociais tempo é dinheiro ou dinheiro é tempo?

“Tempo é dinheiro”. Essa frase já ficou fixada em nossas mentes, mas e se falarem que “dinheiro é tempo”? Soa estranho? Na verdade não, nas mídias sociais esse termo é o correto. Seu dinheiro custa um determinado tempo de divulgação, além do número de pessoas que serão atingidas. Tudo isso depende da decisão de um bom profissional que conhece e entende as informações que seu mercado precisa e exige. E claro, depende de quanto dinheiro você quer investir.

 

O que você pode aproveitar das redes sociais?

O meio de comunicação que mais cresce entre os internautas pode trazer muitos benefícios para a empresa, tais como:

  • Aumento de vendas: Sim, as redes sociais servem como um vitrine para engajamento das vendas, criando tendências e servindo como mostruário. Os dados da pesquisa TIC Domicílios 2013, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade de Informação (Cetic.br), entre setembro de 2013 e fevereiro de 2014, mostra que a frequência com a qual os internautas caracterizam seu uso da Web é de 93%, acessando-a diariamente e a maior parte usa a Web de uma a quatro vezes por dia (36%). 57% usando-a mais de quatro vezes por dia.
    Com relação aos usuários de celular no Brasil, 30% acessam as redes sociais, sendo que 26% compartilharam fotos, vídeos ou textos, 25% acessaram e-mails e 23% baixaram aplicativos. A porcentagem é, portanto, praticamente igual a dos usuários de internet móvel no país (31%). Tudo isso porque hoje o percentual de compras online só vem crescendo.
  • Valorização de marca: Ter engajamento leva o “compartilhamento” a ser instantâneo entre os consumidores que aderem. As pessoas sempre compartilham aquilo que rende algum beneficio, seja com um preço bom, uma tendência, uma peça exclusiva para mostrar para amigas, etc.
  • Atendimento ao cliente: Tirar dúvidas na hora exata, isso é o que o consumidor mais almeja nos tempos de imediatismo. Principalmente lojas de roupas femininas já vem ganhando novos formatos de vendas, onde a loja posta uma peça de roupa e a consumidora manda uma mensagem perguntando o preço e tamanhos disponíveis da loja, podendo assim deixar reservado para a sua hora de visita marcada na loja para experimentar. Além de satisfazer as vontades dos clientes é uma excelente forma de estreitar o relacionamento e ganhar confiança com o consumidor. Esta tática está ganhando muita valorização para o segmento de vestuário.

 

O boca a boca  passou a ser chamado de compartilhamento/ curtida nas redes sociais

Com tudo isso nas mãos do cliente e do empreendedor a grande chance de fazer o negocio dar certo nas redes sociais é grande, claro que isso exige do investimento disposto a pagar e de um bom profissional a frente para segmentar corretamente as mídias.

Hoje em dia, quase tudo o que é “gostado” é compartilhamento/ curtido, tanto em grupos de whatsapp, como na própria timeline. E as ações de interação vem ganhando espaço, ou seja, principalmente as mulheres, gostam de comprar roupas em grupo e de receber um “pitaco” antes de decidir comprar. Pensando exatamente nisso, há alguns anos atrás, logo que as redes sociais começaram a ganhar forças, a C&A adotou um botão Like do Facebook nos cabides de roupas, como uma oportunidade e uma tendência no momento. A noticia repercutiu tanto no mundo da moda como uma nova oportunidade de negócio. A pessoa entrava no Facebook e procurava pela aba “Fashion Like”. Nesta aba aparecia uma coleção de roupas que poderia ser curtida, essas curtidas aparecia diretamente no cabide da peça que ganhou o “like”. Ou seja, cada peça tinha seu cabide com a quantidade de likes que recebia, incrível não?

Ação da C&A integrada com o Facebook

Essa ideia gerou vários comentários e repercussão para uma marca que soube inovar. “Mas e se eu não tiver tanto dinheiro assim para investir em algo desse nível?” Bem, há outras maneiras que podem ser utilizadas pra gerar uma certa curiosidade e o internauta vai querer compartilhar.

Reações de interação: Curtir, amei, argh, ual ou triste, são uma forma de interagir com as publicações hoje. Esses botões podem ser utilizados de forma criativa em um post.

Post com peculiaridades: esses são posts que transmitem a mensagem de forma diferente do que apenas uma imagem. Confira exemplos aqui.

E lembre-se: curtidas não são tudo. Para vender mais utilizando as redes sociais, você precisa de uma estratégia que gere reais resultados. Por isso, recomendo que contrate uma agência para gerenciar suas redes sociais.

 

 

 

Você conhece as tendências e as novas ferramentas do varejo?

Você conhece as novas ferramentas do varejo que estão cada vez mais ganhando forma e aceitação dos consumidores?

Nos dias atuais, é impossível fazer um planejamento estratégico sem ter em mente alguma ferramentas do varejo que possam auxiliar tanto na dimensão de propagação como de interação com o consumidor. As tecnologias revolucionaram a maneira de fazer compras e as estratégias de marketing.

Vale ressaltar que algumas ferramentas do varejo usadas hoje, já foram criadas há algum tempo, mas vêm ganhando força e novos meios de serem utilizadas.  GPS, RFDI, vídeo digital, biometria, reconhecimento de voz, transmissão sem fio, armazenamento de dados em nuvem e dispositivos móveis inteligentes são algumas das ferramentas do varejo para auxiliar o processo de distribuição, acompanhamento de carga, dentre outros.

 

  • Check-out automático, por mais que já esteja presente na maioria das redes de supermercados, ainda tem muitos estabelecimentos que podem se adequar. Trata-se de uma ferramenta do varejo usada para pesagem e preço de produtos, conhecidos como “caixas de mercado”.  Este equipamento minimiza o trabalho dos operadores de caixa e o consumidor tem autonomia para fazer a pesagem e o pagamento dos produtos.
  • Redes sem fio auxiliam na promoção diferenciada e no momento oportuno. Isso acontece pela identificação do aparelho e pela análise do perfil do consumidor. Algumas empresas já estão adotando os aplicativos e fornecendo experiências e promoções exclusivas para quem sempre está conectado. Assim, já é possível passar perto de alguma loja, por exemplo, e receber uma mensagem de alguma oferta de forma imediata.
  • Cartões inteligentes (cartão da loja) possibilitam o varejista ter todas as informações do consumidor. Desde a renda, últimas compras feitas e o perfil de consumista que ele tem. Algumas lojas já estão descartando o cartão inteligente e migrando direto para a biometria do cliente, que fornece segurança para o varejista e para o consumidor, pois algumas operações só podem ser utilizadas por meio da identificação de digitais, retinas, mãos e linhas do rosto.

Você conhece as ferramentas do varejo como o omnichannel, o mobile commerce e mobile payment e o social commerce?

Tenho certeza que sim, porém não com esses nomes. Essas são as novas ferramentas do varejo que estão sendo implantadas e estão ganhando novos engajamentos no varejo.

Omnichannel possibilita juntar a loja online com o offline, como? O próprio cliente pode verificar a disponibilidade de algum produto na loja física utilizando o aplicativo da marca. Assim, o cliente vê a disponibilidade, faz o pedido e ainda pode optar em receber o produto em casa.

Oferecer esta comodidade está deixando de ser novidade e está se tornando um requisito para as marcas estarem mais próximas do consumidor exigente.

 

O mobile commerce está consolidado há algum tempo nos países de fora e ganhou espaço no Brasil através da disponibilidade das redes móveis (3G), que faz com que as pessoas tenham o acesso à informação em vários lugares na palma da mão. Com isso, faz com que o consumidor possa verificar e fazer pesquisas de preços e produtos de qualquer lugar.

Aproveitando esse gancho, grandes marcas já têm lojas online específicas para usuários de smartphone. Poder propor experiência exclusiva para esses consumidor faz com que a compra impulsiva, por exemplo, quando o produto ofertado da loja física para o online for uma diferença de grande valor ou que ele possa ter algum benefício junto.

Como a compra pela internet está casa vez mais ganhando forma, uma nova ferramenta surgiu, o mobile payment, que permite que qualquer pessoa possa consultar suas finanças além de fazer pagamentos diretos pelo celular utilizando o cartão de crédito. Isto permite que o consumidor não precise mais enfrentar filas de banco com boletos, pois os pagamentos pode ser feita direto nos sites de compras. Comodidade e facilidade para o cliente!

Ferramenta do varejo;Mobile payment.

Algumas marcas fazem o uso de campanhas nas redes sociais para saber qual produto o cliente quer ver em sua loja favorita, ou qual sabor diferenciado quer experimentar. Assim a marca conhece o gosto do cliente. Esse tipo de abordagem chama-se social commerce, que é a ferramenta que possibilita ao cliente fazer parte da marca. Ele pode expor sua opinião sobre produtos e sugerir novas idéias, assim, o próprio consumidor também colabora com a compra de outros consumidores, respondendo comentários e expondo suas opiniões.

O grande diferencial de utilizar essas ferramentas é se desprender de um meio físico e ir ao encontro do cliente. As ferramentas do varejo são aliadas para melhorar os resultados de vendas dos varejistas e reduzir possíveis erros operacionais. Para implementar as ferramentas é preciso compreender exatamente o que se pretende atingir e isso não se resume a vendas imediatas. Lembre-se que todo passo diferente que é disponibilizado para o cliente tem um processo de adaptação e aceitação, o que leva algum tempo. E isso não funciona apenas para o consumidor, mas serve também para os próprios funcionários e responsáveis pelas vendas, que devem estar conscientes e confortáveis com as novas ferramentas implantadas

 

Então, estápronto para implementar as ferramentas em seu estabelecimento? Quer saber mais sobre ferramentas que podem ajudar sua empresa? Confira as 7 ferramentas que irão ajudar a organizar a sua empresa.

Quer mais dicas para sua empresa? Fica ligado aqui no nosso blog, toda a semana temos um artigo novo!

Mobile Marketing: a era da informação imediata

Hoje é difícil você não ver alguém com um aparelho mobile na mão. Seja na fila do banco, na espera do pão na padaria, no supermercado, no restaurante ou até mesmo dentro de uma loja. Em todos os lugares as pessoas utilizam o celular para se comunicar ou simplesmente passar o tempo. Já parou para pensar quantas informações, diretas e indiretas, esse mecanismo de mão pode propagar? Vamos entender melhor o Mobile Marketing: a era da informação imediata.

 

Internet para todos

A internet chegou no Brasil nos meados dos anos 80, ela era utilizada inicialmente para fins acadêmicos, como troca de artigos e mensagens de uma país para outro. Depois começaram as trocas de mensagens instantâneas. Essa novidade, porém, começou a ser popular no ano de 1994: “nasce uma nova forma de comunicação que ligará por computador milhões de pessoas em escala planetária”, anunciava a Folha de São Paulo, em sua edição de domingo (ERCÍLIA, 1994, p. 4). Com isso, surgiu a Web 1.0, conhecida como a Era da Informação. Esta é uma das características da geração X, que crescia junto com este borbulhão de informação e meios de se comunicar.

Primeiro, surgiram os sites de noticias, seguidos de sites de vendas, compra e entretenimento e consequentemente a internet foi usada como forma de pesquisa. Com a revolução dos blogs e chats, das mídias sociais colaborativas, das redes sociais e do conteúdo produzido pelos próprios internautas, caracterizou a Era Social, ou a Web 2.0. No final dos anos 90 que os smartphones começaram a ganhar forma e já era possível acessar a internet de qualquer lugar. Mais do que a própria internet, a tecnologia móvel forma a base da principal revolução tecnológica do século XXI. Nasce então a web 3.0, a “Internet das coisas”, que promete, além da mobilidade, dar inteligência aos objetos, conectando-os em rede.

 

Quer saber mais sobre o seu consumidor? Verifique qual é a geração do seu consumidor para te ajudar a atingir seu cliente de forma qualificada.

 

O “boom” dos smartphones

“Um quarto da população mundial terá um smartphone em 2015 e, em 2018, 51,7% dos usuários de celular em todo mundo usarão smartphones, o que representa um total de 2,56 bilhões de pessoas”. Isso é o que mostrava o estudo Smartphones Users and Penetration Worldwide, 2013-2018, realizado pelo eMarketer. Ainda de acordo com o IBGE, 83% da população brasileira que vive no Centro-Oeste possui celular, seguido pelo Sul (80,2%), Sudeste (79,8%), Norte e Nordeste têm o mesmo percentual (66,7%).

As regiões Norte e Centro-Oeste aumentaram a participação no PIB nacional entre 2010 e 2011, de acordo com a pesquisa Contas Regionais do Brasil (IBGE), para 5,4% e 9,6%, respectivamente. As regiões Sul, Sudeste e Nordeste possuem 16,2%, 13,5% e 13,4%, respectivamente. E esses dados vem aumento com as melhorias de redes e incentivos governamentais para que a rede seja acessada por todos.

 

O mobile marketing surgiu através da conectividade para todos.

Apesar da Ericsson ser a pioneira em smartphones, quem liderou este mercado por um bom tempo foi a Blackberry, com seus aparelhos usados principalmente para troca de e-mails e mensagem, mas que em 2002 incorporou como celular. A liderança continuou até a chegada do smartphone sem teclado criado pela Apple, que conquistou os amantes de tecnologia pela novidade. Nos anos seguintes, a Google lançou o sistema operacional gratuito que ainda é uns dos mais utilizado no mundo até hoje: o sistema Android, que disponibiliza diversos aplicativos que auxiliam nas atividades rotineiras além das redes sociais.

Hoje em dia, é impossível não ter um smartphone com aplicativos instalados, seja para acessar as redes sociais, ou para ver a previsão do tempo, passar tempo com games ou acessar a organização da sua rotina diária. O smartphone facilita muito a vida de muita gente com ter este fácil acesso a tudo.

Mas será que as empresas estão preparadas para caminhar junto com esta exigência pela informação na hora exata? Será que empresas estão preparadas para o mobile marketing?

Quem nunca se sentiu desconfiado com uma informação que escrita na embalagem ou em uma propaganda e foi pesquisar no smartphone para saber se as informações eram verídicas? Ou, ao se deparar com um produto em uma loja física, pesquisou na internet para ter certeza que o preço realmente estava melhor que nos outros lugares? O mobile facilitou essa troca de informação e é de extrema importância que as empresas estejam a frente das exigências, como forma de estar pronto para atender esta nova característica do consumidor: a informação na hora exata.

 

O acesso informação na palma da mão facilita o mobile marketing.

 

Um site mobile ou um web app?

Com toda essa tecnologia em avanço e novos smartphones ganhando forma e tamanhos, não adianta mais criar um site pensado apenas para a navegação de um computador. Criar um site que não seja adaptável ou para ser visto só de uma tela de computador deixou de fazer sentido e é considerado totalmente antiquado para os dias de hoje. Veja algumas diferenças:

  • Site mobile: Um site mobile é aquele que possui um layout muito “resumido”, carregando poucas imagens, isso porque visa ter a navegação mais rápida.
  • Sites responsivos: São aqueles que se adaptam automaticamente com a largura de vários formatos de tela, como computador, tablet’s, celulares e TV’s. Este é o mais utilizado.
  • Aplicativos: Exclusivos para smartphones e tablets que, após baixados, na maioria dos casos não ficam dependentes de uma rede de internet para serem acessados, pois estão alocados diretamente na memória do dispositivo móvel.

As lojas de compras geralmente utilizam os três tipos para agradar e facilitar seu consumidor, sempre procuram deixar seu conteúdo mais acessível.

É nessa mesma lógica que você deve agir. O primeiro passo para iniciar o mobile marketing é criar um site que seja “amigável” para o smartphone.

Gostou do tema e quer descobrir outras ações de mobile marketing? Acompanhe nosso blog!

Quer saber se seu site está adaptável para este mercado ou receber dicas de como melhorar a velocidade do seu site?