Até grandes empresas erram em seu posicionamento de marketing

Até grandes empresas erram em seu posicionamento de marketing, tanto na hora de colocar alguma campanha no ar, quanto para responder questionamento de algum cliente.

Muitas empresas se espelham nas grandes para se posicionar ou tomar uma decisão. “Se as grandes estão fazendo, porque eu que sou pequena não irei fazer?” Bom, isso teoricamente é verdade. Mas calma lá, até grandes empresas erram em seu posicionamento de marketing. Isso acontece porque muitas empresas grandes também tomam decisões por impulso ou porque ainda fazem testes no mercado. Então antes de tomar uma decisão se “espelhando nos grandes” verifique primeiro se tal posicionamento deu certo.

Vamos relembrar algumas marcas que não deram muito certo na hora de inovar em seu posicionamento. Lembrando que: “Até grandes empresas erram em seu posicionamento de marketing”.

Santher – Classe A

“Classe A”: folhas pretas em vez da boa e velha folha branca

A marca da Santher resolveu lançar um papel higiênico “Classe A”: folhas pretas em vez da boa e velha folha branca. A atriz Marina Ruy Barbosa estrelou a campanha enrolada no papel, como se fosse um vestido chique. Mas ela teve de pedir desculpas ao público depois de intensas críticas à marca. A campanha trazia o slogan “Black Is Beautiful”, o que não pegou bem, já que é um slogan cooptado do movimento negro americano durante a luta pelos direitos civis.

Fonte: Exame.

Friboi – Fresquinhas e de Qualidade

Campanha JBS: Carnes fresquinhas e… vencidas?!

A Friboi também cometeu um erro tentando consertar um erro (sim, você leu certo). Depois da “Operação Carne Fraca”, que denunciava várias carnes comercializadas irregularmente no mercado.

A marca Friboi, que faz parte do Grupo JBS, foi um dos nomes citados. Para amenizar a situação, eles criaram um comercial mostrando que suas carnes eram “fresquinhas e de qualidade”, porém, a data de validade da etiqueta estava vencida, o que não passou despercebido pelos consumidores.

Dove – Preconceito Zero

Campanha Dove

Outro erro foi da Dove, que entrou na campanha “preconceito zero”, mas em um comercial colocou uma mulher negra retirando a blusa e “virando branca”, isso gerou uma péssima repercussão.

“O clipe tinha a intenção de mostrar que o produto é para mulheres de todas as etnias e de ser uma celebração da diversidade. Mas nós não soubemos nos expressar”, reconheceu um porta-voz da marca, que pertence à gigante Unilever.  Fonte: BBC

Mas o que seria um erro em pequenas empresas? Um simples cartaz posicionado de maneira errada? Um post mal-intencionado no Facebook? Um flyer com uma mensagem de duplo sentido por engano?

Várias pequenas coisas também podem representar um erro perante a consumidor. É sempre bom ficar atento e analisar com calma tudo aquilo que pode gerar repercussão. E se essa for a sua intenção, tenha em mente as respostas e justificativas que você vai ter que dar. Sempre esteja preparado.

Mas lembre-se que até grandes empresas erram em seu posicionamento de marketing. Mas errar serve para o crescimento da própria empresa. Nem sempre uma campanha será bem vista de primeira, ou será aceita pelo consumidor. Não se desespere quando algum erro cometido for de grande repercussão. Mas também não deixe de se manifestar, se for necessário.

Para criar campanhas que geram repercussão, contrate uma agência.

 

O que leva seu consumidor a comprar na sua empresa?

Já parou para pensar que muitos concorrentes oferecem o mesmo produto, mas você é o que mais vende na sua região? Ou, você oferece o mesmo produto, o mesmo preço as mesmas condições de pagamento, mas mesmo assim o consumidor fecha a compra com o seu concorrente? Vendo esta situação o questionamento é: O que leva ele decidir comprar um determinado produto em um estabelecimento específico? Descubra agora!

 

O processo da decisão da compra

 

O processo de decisão do consumidor é o que ele passa antes, durante e depois da aquisição. Isto serve tanto para produtos tangíveis (aqueles que podemos tocar, os produtos), como os serviços, que são considerados intangíveis, pois não podemos tocar nem ver.

Existem diferentes tipos de compras. Por exemplo a compra por impulso, aquelas em que o consumidor não pensa muito para comprar e acaba levando o que estiver na frente ou a que oferece maior desconto. Há também a compra buscando variedade que é quando o consumidor não está muito satisfeito com a marca atual e procura por algo diferente e que o surpreenda.

É importante entender o processo de aquisição em uma tomada de decisão de qualquer produto/serviço. Cada etapa é um critério que o faz levar para a fase seguinte do processo. Exemplificando melhor:

 

1- Primeiro: o consumidor reconhece um problema

Neste momento, ele se questiona e identifica uma necessidade ou um desejo momentâneo. Nesse momento, ele decide buscar algo que satisfaça e supra essa vontade.

 

2- Segundo:  busca as devidas informações

O consumidor, nesse momento, quer saber mais sobre o produto, então busca preços, marcas e produtos semelhante. Neste ponto, o consumidor busca por referências, como alguém que já comprou e também procura indicações de estabelecimento que vendem o produto. As redes sociais têm um forte papel nesta etapa, pois é lá que ele busca referências e depoimentos de pessoas que usam ou que também querem comprar o mesmo produto. Aqui, lembre-se da importância do marketing digital.

 

3- Terceiro: avalia as opções

Essa é a etapa em que o consumidor começa a avaliar experiências anteriores com determinadas marcas e adquire incentivo, ou gera curiosidade em testar uma marca nova. Por isso, é importante sempre deixar em evidência a sua marca no mercado, fazendo com que os consumidores se sintam (ou não) confortáveis com a troca de uma marca que eles já usam.

 

4- Quarto: decisão da compra

Depois de reconhecer a necessidade de adquirir um produto, buscar as informações sobre ele e avaliar as opções, o consumidor finalmente decide comprar. Sendo assim, ele escolhe o estabelecimento, a marca e as condições de pagamento que mais lhe agradaram.

 

5- Quinto: experiência da compra

Depois da realização da compra, o consumidor começa a tirar suas conclusões, tanto do produto quanto do estabelecimento que ele decidiu comprar e avalia se sua experiência foi positiva ou negativa. Se foi boa, ele possivelmente irá comprar mais vezes, indicará ou lembrará da marca para as próximas compras. Caso contrário, ele descartará a ideia de possíveis compras da mesma e fará uma “divulgação negativa” da marca. Muitas empresas menosprezam esta etapa, mas é aqui que elas têm uma forte oportunidade de fidelizar o cliente. Um simples feedback auxilia muito, tanto na fidelização do cliente, como em possíveis melhorias do produto ou do estabelecimento.

 

Nem todos consumidores seguem essas etapas à risca, principalmente quando a compra é por impulso. Alguns simplesmente desistem, ao se perguntarem se realmente precisam do produto, ou desistem porque não encontraram informação suficiente. Por isso, é importante que a empresa esteja presente em cada etapa deste processo. Para isso, você pode usar o marketing de conteúdo e o Inbound Marketing.

 

Fatores que influenciam o processo de decisão de compra do cliente.

 

Comportamento do consumidor na decisão da compra

Após iniciar a jornada de compra, o consumidor pode agir de 3 maneiras diferentes:

  • Consumidor com decisões rotineiras: ele até sente vontade de comprar, mas não coloca isso como prioridade ou intensifica suas buscas. Ele observa o que está ao seu alcance e usa o mínimo de tempo possível para fazer suas pré-análises. Não avalia tanto as possibilidades. Comumente ocorre nas compras de produtos de consumo rotineiro, como por exemplo o leite e o pão.
  • Consumidor com decisões limitadas: o envolvimento com a busca ainda não é tão intensa, mas ele já procura mais de uma marca, verifica as opções que o mercado oferece, os pontos de vendas que disponibilizam o produto, mas no final acaba aceitando o que está mais próximo ou de fácil acesso para ele naquele momento.
  • Consumidor com decisão intensa: ele busca o máximo de informações possíveis, considera muitas marcas e pontos de vendas para ser avaliados. Calcula todos os benefícios e formas de pagamento para ter a certeza que não terá frustações futuras. Esse é um consumidor que se preocupa com o atendimento, o local que o produto se encontra, a forma que ele é anunciado e a experiência que outras pessoas tiveram. Tudo isso vai refletir para ele. Por isso, o tempo investido na compra é grande, pode durar até meses dependendo do produto ou serviço.

 

Ainda existem empresas que não se preocupam com o processo de consumo e acabam deixando a desejar já na primeira etapa, elas não se atentam que os processos precisam de uma abordagem diferenciada para cada uma das etapas. Muitas priorizam as  abordagens imediatas e acabam “assustando” ou atingindo de forma aleatória e desqualificada seus clientes. Mesmo que o consumidor desista de efetivar a compra naquele momento, se sua empresa tiver feito uma boa abordagem no processo, ele possivelmente vai lembrar da sua marca futuramente ou indicará ela para os amigos.

 

Então, analisando o processo que seu consumidor enfrenta, todas as abordagens que ele recebe diariamente e a quantidade de informações que ele adquire, você está preparado e tem uma abordagem qualificada para este mercado exigente?

Hoje o consumidor tem inúmeras opções para fechar a compra, por isso é importante que sua marca tenha presença e esteja bem representada no mercado.

Quer saber mais sobre o seu consumidor? Verifique qual é a geração do seu consumidor para te ajudar a atingir seu cliente de forma qualificada, ficou curioso em saber mais sobre o comportamento de compra e quer maneiras de se destacar? Fale com a gente!

 

 

Qual a geração do seu consumidor?

Qual a geracao do seu consumidor

Você sabe o que seu cliente gosta de comprar? Qual o meio de comunicação mais tem influência para ele? O que ele gosta de saber? Qual a tendência que ele será influenciado até qual o tipo de música e roupa e ele usa?

Isso tudo engloba o estudo do comportamento do consumidor. Com tudo isso, é possível compreender a jornada de compra e entender por que ele decidiu comprar determinada marca.

Isso quer dizer que você precisa conhecer melhor tudo o que ele pesquisa e até por que ele decidiu pensar em comprar um determinado produto naquele momento.

Vivemos em um mundo com diversas gerações e indivíduos com características e opiniões próprias, que têm capacidade de determinar qual será seu produto/serviço a ser consumido.

Cada geração tem uma forma de se se expressar e uma maneira diferente de consumir, atualmente são: Geração Baby Boomers, Geração X, Geração Y e Geração Z.

Você sabe dizer qual geração do consumidor os seus clientes se enquadram?

Geração Baby Boomers –  Nascidos entre 1940 e 1960

São aqueles foram marcados por grandes mudanças mundiais, como a Guerra do Vietnã, o surgimento de anticoncepcionais, os direito trabalhistas das mulheres e drásticas mudanças econômicas. Formaram uma geração que queria reconstruir o mundo.

Este perfil sempre enxerga o líder como “aquele que está no controle de tudo”, por isso são pessoas disciplinadas e fiéis com a cultura da empresa. São aqueles que pensavam na sua aposentadoria desde cedo, buscando estabilidade na carreira e valorizando o emprego fixo. Consequentemente, são leais a horários, compromissos, cargos, têm foco no resultado e são altamente competitivos. Por este motivo, para eles, a vida profissional é mais importante que a vida social.

 

Geração X – Nascidos entre 1960 e 1980

O que marcou esta geração foi a luta pelos direitos iguais, a liberdade de escolha, críticas aos sistemas econômicos e o uso de músicas para expressar suas ideias além de vivenciarem uma revolução política e social, através de fatos marcantes como o assassinato de Luther King, a Guerra Fria, a queda do Muro de Berlim, o surgimento da AIDS, entre outros.

As famílias dessa geração não eram tão estruturadas como a geração anterior, já eram comuns as famílias com os pais divorciados e mães trabalhando fora, fazendo com que os programas televisivos tivessem uma forte influência nas escolhas de produtos dentro de casa, visto que a maioria dos filhos ficavam em casa a maior parte do tempo e a TV era um entretenimento familiar.

No ambiente de trabalho, a geração X busca por lugares informais e com menor hierarquia, corre atrás de objetivos e não por prazos.

 

Geração Y – Nascidos entre 1980 e 2000

Essa é a geração que nasceu na tecnologia, são super antenados e querem as coisas de imediato, são donos das suas decisões e buscam ter um bom nível de formação. Se preocupam com o meio ambiente, com os direitos humanos, diversidade e o respeito das diferenças.

Grande parte dessa geração foi criada em creches ou pelos avós, o papel de pai e mãe não é tão presente, seus dias eram preenchidos com escola, cursos, esportes, etc. Tudo era pensado e feito para que tivessem um bom futuro.

Por estarem inseridos no mundo tecnológico, têm acesso fácil às informações, porém são impacientes, insubordinados, só fazem o que gostam, principalmente se perceberem que há alguma recompensa nisso.

Encaram o ambiente de trabalho como uma fonte de satisfação e não como renda. Não valorizam permanecer por muito tempo em uma única empresa, pois buscam pela liberdade e flexibilidade, procuram sempre estímulos para desenvolver suas atividades e não gostam de cobranças.

 

Geração Z – Nascidos após o ano 2000

São similares à geração anterior, porém, são imediatistas e multitarefa. Assistem, ouvem música, falam no telefone, escrevem e jogam, tudo isso ao mesmo tempo. Preferem estar conectados falando com os amigos o tempo inteiro do que ficar assistindo. A TV nessa geração é apenas para pôr um “barulho de fundo”. Sempre estão atentos às novidades tecnológicas e já estão acostumados com o avanço delas.

São altamente consumistas, influenciam sua família a comprar e ainda incentivam a adquirirem determinadas marcas. Procuram estar atentos às tendências, desde um produto diferenciado, até um novo hit musical.

No ambiente de trabalho, vivem um ritmo bem fragmentado com várias atividades ao mesmo tempo. São seletivos ao escolher as condições de trabalho e preferem jornadas com horários flexíveis.

 

Mostrar que está interessado nas “dores” e que está disposto a ajudar seus clientes, faz com que eles se sintam mais à vontade e se identifiquem com a marca, assim se tornando clientes ativos. Além disso, compreender o perfil do seu cliente ajudará você a tomar decisões importantes para o seu negócio, tais como:

  • Ter um atendimento diferenciado e personalizado;
  • Decidir o seu ponto comercial de forma estratégica;
  • Selecionar os produtos / serviços que mais chamam atenção do seu público;
  • Compreender o que leva o cliente a decidir uma compra;
  • Melhorar as campanhas publicitárias para ser mais assertivo nas mensagens;
  • Gerenciar ações de marketing;
  • Antecipar as tendências para o seu mercado

E aí? Já sabe qual é o seu público? Qual é a geração que está mais presente na sua empresa? Ter esta base de perfil do consumidor em mãos o ajuda a elaborar suas próximas estratégias para fazer seu negócio decolar. Se depois disso você precisar de ajuda para atingir esse público, fale com a gente!

Se você tem uma empresa de tecnologia também pode ler as Dicas de marketing de relacionamento para empresas que vendem software.

Dicas de marketing de relacionamento para empresas que vendem software

Dicas de marketing de relacionamento para empresas que vendem software

O trabalho de relacionamento com o cliente é primordial em praticamente qualquer empresa de qualquer segmento. Para empresas de tecnologia, isso não é nem um pouco diferente. Mas pode ser que esse trabalho pareça difícil de ser executado, pois pode parece que a proximidade com o cliente é algo mais difícil de conseguir através das vendas online. Então como realizar trabalho de relacionamento em empresas de tecnologia? Tenho algumas dicas.

 

Por que ter um bom relacionamento?

Se você realmente tem alguma dúvida da importância de um bom relacionamento, imagine a seguinte situação:

Você já visitou alguma loja e saiu de lá satisfeito por ter sido bem tratado pelo atendente? Ou frustrado por ter sido mal recebido? Isso acontece o tempo todo! Ninguém gosta de visitar um estabelecimento e ser respondido de forma grossa, muito menos perceber que o vendedor quer empurrar um produto a qualquer custo.

Fatores como esses são o que fazem você voltar ou não a comprar naquela loja. E a mesma coisa ocorre em uma compra de software.

Claro que existem outros fatores determinantes, como por exemplo a qualidade do produto, mas de qualquer forma, o relacionamento é um dos pontos principais e você precisa deixar “tinindo” na sua empresa de tecnologia.

 

Como começar?

Para começar a trabalhar o relacionamento, é preciso ter uma equipe dedicada? Não! Na verdade, se a sua empresa tem estrutura para isso, com certeza é recomendável ter uma equipe estruturada com um gestor dedicado, mas caso contrário, não precisa.

Na verdade, o relacionamento deve estar em todos os setores da sua empresa e não em uma equipe só. Todos os colaboradores devem ser instruídos e treinados para pensar e trabalhar o relacionamento com o cliente, principalmente os que têm contato direto com o consumidor.

Mas até mesmo quem não tem contato direto com o cliente deve pensar no relacionamento. Seja no setor de desenvolvimento, processos, segurança, todos devem desempenhar suas funções pensando no bem estar do cliente.

Portanto, aí vai uma dica: Invista em capacitação e treinamento para seus colaboradores entenderem a importância do relacionamento.

Investir em treinamentos é o principal caminho para fazer seus colaboradores entenderem a importância do relacionamento com o cliente em uma empresa de software.

 

O relacionamento começa durante a venda

Não adianta ter um bom trabalho de relacionamento no pós-venda se você não sabe fazer isso durante a negociação. Saber atender o seu cliente é a primeira e fundamental etapa de relacionamento. Durante a negociação e a venda, você precisa entender quais são as necessidades do cliente, ouvir o que ele tem a dizer e depois apresentar soluções adaptadas para os problemas dele e a realidade em que ele se encontra. Assim você começa o relacionamento muito bem. 

Para fazer isso, sua equipe deve coletar o máximo de dados possíveis durante as conversas de negociação com o cliente. A coleta de dados é importante tanto para conhecer melhor o cliente, quanto para registrar os principais empecilhos que impedem uma a concretização de uma compra, dentre outras informações bem importantes.

 

Após vender, faça um acompanhamento

Depois de fechar venda, faça um acompanhamento com o cliente para ouvir o que ele tem a dizer sobre o processo de negociação e os primeiros dias de uso do software. Isso vai fazer com que ele se sinta importante, pois está sendo ouvido, além de ser uma ótima fonte de coleta de dados para você como citei no tópico anterior. Ouvir o cliente após a venda poderá gerar várias ideias para melhorar seus processos constantemente se a sua equipe conseguir absorver os elogios e reclamações da forma certa.

 

Preste um bom suporte

Quando o cliente contrata um software, ele espera ter um bom suporte. Aposto até que muitos usam esse como o critério principal para fazer a escolha. Esteja sempre disposto para ajudar, não “enrole” o cliente, não terceirize o problema, simplesmente resolva! Além de deixar o cliente feliz, isso vai te gerar várias indicações, pode ter certeza. 

 

Dê incentivos aos seus clientes

O relacionamento com o cliente já deve estar indo muito bem após você ter cumprido as 3 etapas anteriores. Agora, para encantar de vez, dê presentes, brindes e “mimos” para os seus clientes. Pode ser um desconto na compra de um segundo produto, teste grátis, desconto na mensalidade caso seja um software de pagamento recorrente, bônus por indicação… enfim, são inúmeras possibilidades. Cabe a você e sua equipe estudarem e definirem qual a estratégia que melhor se encaixa na realidade da sua empresa.

 

Produza conteúdo

O marketing de conteúdo é considerado por muitos o grande trunfo do marketing no século XXI. Aqui na agência, nós apostamos muito em conteúdo para nossos clientes, seja para os que atuam no ramo da tecnologia ou não.

Essa metodologia consiste em criar conteúdo para se relacionar com o seu público atual e também para atrair novos clientes. Esses conteúdos devem ser realmente interessantes e pertinentes para o público, levando dicas úteis, que farão o consumidor enxergar sua empresa como referência no segmento.

Para otimizar o marketing de conteúdo, você pode complementar a estratégia com o Inbound Marketing, entenda melhor sobre a metodologia aqui.

Como recomendação final, indico um software que trabalha o relacionamento com os clientes através do Inbound Marketing, o RD Station. Conheça a ferramenta neste post.

 

Faça tudo isso e avalie o resultado. Nada é garantido, mas já é um bom começo. Depois disso, desenvolva suas próprias técnicas para melhorar o relacionamento, se baseando no que você conhece sobre sua carteira de clientes. 

Precisa de ajuda no seu marketing de relacionamento? Converse com a gente!

Como vender produtos intangíveis (serviços)

Vender produtos intangíveis não é tão simples assim, pois um serviço é extremamente variável, não existe estoque e o consumo é feito no mesmo momento de “fabricação”. Essas são algumas características que tornam mais difíceis a precificação, a divulgação e a venda desse tipo de produto. Mas é possível usar técnicas para fortalecê-los! Entenda como fazer isso.

 

O que é produto tangível e produto intangível?

Quando compramos uma camisa, sabemos exatamente suas características: como vai ficar no corpo (ao provarmos), se as cores agradam, o tipo de tecido que ela tem e qual a sensação de colocá-la no corpo. Esse é um tipo de produto chamado de produto tangível. Produtos tangíveis são todos os que podem ser tocados, são aqueles que podemos pegar, experimentar, cheirar, sentir seu formato e seu gosto, etc. Eles podem ser colocados como destaque em uma vitrine, por exemplo.

Porém, quando se trata de produtos intangíveis é o oposto, são aqueles que não podemos fazer tudo isso. Normalmente são serviços, como advocacias, consultorias, consultas médicas, estéticas, entre outros. A qualidade de um serviço só pode ser comparada ao adquiri-lo, mas não podemos experimentar antes de comprar, diferente de um produto, que é possível avaliar um pouco da sua qualidade através do visão e do tato, por exemplo.

 

Então, como tangibilizar e vender mais produtos intangíveis?

Você pode começar agregando valor à eles. Promover estímulos é uma maneira de tangibilizar o seu serviço. Os serviços são vendidos como uma experiência, um momento, então o cliente precisa estar convicto em comprar o que lhe é oferecido sem poder de fato saber como é. Mas é possível fazer com que ele “tenha um gostinho” do seu serviço, dependendo do segmento, você pode oferecer uma consultoria prévia grátis, por exemplo, para o consumidor entender melhor o potencial do seu trabalho.

 

3 passos que aumentam as vendas de qualquer empresa de serviços.

 

Algumas dicas para você aplicar no seu negócio:

Localização e ambiente: o seu negócio está em uma área estratégica? O local sede da sua empresa é de extrema importância para determinados ramos de atuação. Por exemplo, se você tem uma padaria (produto tangível), ela precisa estar bem localizada, de fácil acesso ao consumidor e fácil visualização, com o ambiente interno é organizado e limpo.

Da mesma forma acontece com um escritório que vende serviço (intangível): A ambientação deve proporcionar sensações agradáveis, tudo isso tem que ser bem analisado e mostrado para o reconhecimento da empresa. Móveis confortáveis, temperatura agradável, incensos, aromatizantes ou flores são estímulos que proporciona bem-estar uma experiência diferenciada.

Já a localização acaba não sendo tão crucial quanto para empresas que vendem produtos, mas mesmo assim é importante montar o escritório em um bairro seguro, com rua asfaltada e vagas para estacionamento, por exemplo.

Localizacao para vender produtos intangiveis

A localização da empresa é um dos influenciadores para vender produtos intangíveis

5 dicas para escolher o ponto de sua empresa

Funcionários: é importante que os funcionários sejam “a cara” da empresa. Eles precisam transmitir a proposta que a empresa quer passar. É interessante que os funcionários trabalhem com uniforme para os clientes identificarem os vendedores facilmente, como as lojas de departamentos fazem, por exemplo. Além de criar um padrão de abordagem e atendimento.

Quando você compra um celular, os outros clientes devem passar pela mesma experiência positiva que você passou com um vendedor de determinada loja (assim esperamos que seja). Da mesma forma acontece com um atendimento padronizado que tangibiliza o serviço, onde há um processo claro, cada cliente tem o mesmo atendimento e diminui o risco de insatisfação.

Nem precisa falar que atender de forma diferenciada um cliente A e um B não é nada agradável, e nem que em todos os casos deve ser feito com alta qualidade, correto?

 

Equipamentos: equipamentos de qualidade usados na empresa se tornam muito atrativo para os clientes. Um exemplo disso é um salão de beleza, que usa produtos de boa qualidade e tem equipamentos profissionais, que consequentemente tem um valor agregado bem maior do que um salão que usa produtos populares e equipamentos de segunda mão. Não seria nada interessante se uma cliente do salão de beleza fizesse uma reclamação de que o mesmo produto usado no salão é o mais barato que ela pode encontrar em uma farmácia, por exemplo.

 

Identidade visual: a identidade da empresa é de extrema importância, na maioria dos casos ela é a porta de entrada para o cliente. Por exemplo são as empresas do segmento infantil, que precisam usar cores alegres e símbolos de entendimento fácil para os pequenos, trazendo uma compreensão maior do que se trata o produto. Ou usar cores sólidas e traços expressivos para uma advocacia, por exemplo, para demonstrar credibilidade.

Além disso, sua marca deve ser retratada com as características importantes que a empresa quer passar, como por exemplo: elegância, felicidade, simplicidade, etc. Os materiais de escritório impressos com papel e textura de qualidade também agregam um valor maior na percepção do cliente.

 

Preço: para tangibilizar o serviço através do preço, é preciso mostrar para o cliente muito além do que só aquilo que ele está comprando, fazer abordagens chamativas e persuadir de forma que pareça ser uma oportunidade única e imperdível, ou fazendo com que a sensação de confiança que o cliente sente com seu serviço, não vai encontrar em nenhum outro lugar.

Uma abordagem clássica é a “satisfação garantida ou seu dinheiro de volta”. Ou seja, a empresa está garantindo a qualidade do serviço a ser contratado, dizendo que está disposta a não cobrar caso o cliente não goste.

Como uma empresa de serviços cria valor?

 

Vender um serviço requer tanto cuidado quanto para vender um produto, pois é preciso convencer que os melhores momentos da vida do cliente serão impulsionados pelo fato de ele contratar seus serviços,  ou que os problemas dele só irão acabar com a ajuda da sua empresa. Busque ressaltar dentro da sua empresa, os principais diferenciais que possam ajudar a fortalecer as vendas do seu serviços, fazendo com que seus clientes enxerguem mais valor na compra.

 

Já sabe como melhorar a percepção do seu negocio vender produtos intangíveis? Quer tal reavaliar suas estratégias? Leia este artigo que te ajudará a revolucionar as suas estratégias de marketing.