Machine Learning e outras tecnologias que você precisa conhecer

Você aí já ouviu falar em Machine Learning, Deep Learning, Big Data, entre outros termos ligados a inteligência artificial?

De forma bem resumida, a inteligência artificial é uma forma de fazer com que máquinas imitem o comportamento humano, por exemplo, para resolver problemas e aprender com o que está à sua volta.

Esses termos que citei no início do texto têm sido discutidos com frequência de alguns anos pra cá e eram temas que só ouvíamos falar em filmes.

A verdade é que as máquinas estão cada vez mais inteligentes e a tecnologia avança sem limites. Felizmente, hoje já é possível ter um pouco dessa inteligência artificial em nossa rotina.

Vou contar um pouquinho mais sobre esse assunto, explicar o que são essas tecnologias e como elas podem ser úteis para sua empresa.

 

O que é Big Data?

Big Data é um termo utilizado para grande volume de dados, porém não é a quantidade de dados disponíveis que importa e sim como as empresas utilizam. Cabe aos especialistas de Big Data definirem estratégias e qual a melhor maneira de se utilizar esses dados.

Por exemplo, a varejista americana “Target” cruzou dados para descobrir alguns padrões de compras feitos por mulheres grávidas. Num desses cruzamentos foi possível verificar que essas mulheres compram grandes quantidades de loção sem perfume. Dessa maneira, a empresa pode oferecer diretamente descontos relacionados a itens para as gestantes, sabendo o que elas consomem.

 

O que é Machine Learning?

Se você está ligado em tecnologia, provavelmente já ouviu falar em “Machine Learning”, que significa: Aprendizado de máquina. Essa tecnologia já está em uso há algum tempo e consiste em tornar máquinas capazes de resolver problemas, assim como nós humanos fazemos, sem precisar de uma função pré-determinada como é feita na programação, com entrada e saída de dados. Os computadores poderão aprender sem utilização de programação.

Um exemplo de aplicação de Machine Learning é o Google Photos, o software possui um conjunto de regras, onde são mostrados vários exemplos ao sistema, até que ele comece a identificar padrões de fotos, diferenciando umas das outras e criando, por exemplo, um álbum apenas com fotos de pôr do sol.

A Machine Learning ou “aprendizado de máquina” tem a origem de reconhecimento de padrões, que justifica a teoria de que máquinas podem aprender sozinhas, sem serem programadas para realizar tarefas específicas, apenas contando com um grande volume de dados. Utilizando dados e algoritmos, as máquinas podem identificar padrões e, a partir deles, criar conexões inteligentes, assim aprendendo de forma inteligente sem alguma interferência humana.

Existem duas categorias de aprendizado: Supervisionada e não supervisionada.

No modelo supervisionado, os humanos precisam interagir controlando a entrada e saída de dados. Já no modelo não supervisionado, é utilizado o “Deep learning” ou “aprendizagem profunda”, que consiste em processar tarefas sem a interferência de humanos.

 

O que é Deep Learning?

Como falei anteriormente, o Deep Learning é uma subcategoria de Machine Learning, onde a aprendizagem profunda é relacionada ao uso de redes neurais para gerar melhorias, como reconhecimento de fala e visão computacional. Indo direto ao ponto, ela aborda a construção e formação de redes neurais, essas redes estão se tornando cada vez mais promissoras e aplicáveis para diversos fins, sobretudo em indústrias, saúde, marketing, educação, entre outras. O Deep Learning é a tecnologia base para ferramentas como o Google Tradutor e a Siri (assistente da Apple utilizada em seus sistemas operacionais). Com enorme quantidade de poder computacional, as máquinas podem agora reconhecer objetos e traduzir voz em tempo real. O Deep Learning é a inteligência artificial de forma aplicável.

Inteligência Artificial é a inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software.

 

Veja agora 5 Exemplos onde são utilizados o Machine Learning:

 

1 – Mecanismos de buscas

Os mecanismos de busca também estão investindo pesado no uso de inteligência artificial a fim de criar experiências de busca mais completas e precisas para os usuários. O Google sempre valorizou a inteligência artificial, procurando sempre exaltar a máxima experiência do usuário, para que sejam as melhores possíveis.

Em 2015 eles lançaram o Rank Brain que tornou-se mais uma peça do motor de buscas, o sistema aprende sozinho e consegue filtrar ainda as pesquisas, em menos tempo e proporcionando resultados mais exatos.

 

2 – Navegação inteligente

O Google Maps, e outras ferramentas GPS utilizam essa tecnologia para orientar motoristas no mundo inteiro para pegar caminho mais rápido.  O aprendizado de máquina considera todas as variáveis que estão acontecendo em tempo real no trânsito, incluindo congestionamentos, para traçar a melhor rota, além de coletar dados de todos os veículos, para fazer análises preditivas a partir de padrões identificados neles.

 

3 – Exibir publicidade personalizada para você

Algumas gigantes da internet como a Google, dominam e lançam tecnologias cada vez mais poderosas se tratando de anúncios online, atualmente elas possibilitam o anunciante atingir muitas pessoas, gastando menos recursos do que em mídias tradicionais. Usando o Machine Learning foi possível segmentar mais ainda a publicidade podendo filtrar em grande escala o público-alvo.

 

4 – Carros sem motoristas 

Muitos acharam que esse dia não iria chegar, mas eles já estão por aí, carros que se deslocam sem a necessidade de ter um humano no controle. O aprendizado de máquina foi essencial para que o algoritmo aprendesse os padrões de milhares de motoristas, e é possível identificar mudanças nos semáforos, padrões de faixas na pista e até mesmo pedestres.

Você viu como o Machine Learning já está revolucionando o mercado de um modo geral, então como isso pode ajudar a minha empresa?

5 – Chatbots

Pode ser que você tenha falado com alguma empresa por algum canal online e nem mesmo tenha percebido que o seu atendimento foi realizado via “chatbot”, ou seja um robô virtual que se comunica de forma similar a um humano.

Existem dois tipos de chatbots, um baseado em regras e outro chamado de smart bot que utiliza o Machine Learning, a maior parte dos bots que encontramos são baseados em regras, são mais simples, porém ainda sim são ótimos e ajudam muito. Aqueles que utilizam Machine Learning são complexos e realmente podem simular a função de um atendente virtual, geralmente são usados quando o usuário precisa de mais interações.

Alguns dos benefícios do chatbot são:

  • Otimizar esforços de marketing, devido a sua base de dados e aprendizado ele pode sugerir produtos personalizados ao usuário.
  • É uma tecnologia instantânea, rápida e fácil de utilizar, a partir do momento em que o cliente inicia o chat, ele será prontamente atendido.
  • Reduz o custo operacional, pessoas podem ser direcionadas para tratar assuntos mais complexos e que necessitam mais atenção.

Diversos segmentos já adotaram essa ferramenta, entre elas o ramo de restaurantes tem utilizado para automação de pedidos. Ao abrir a conversa do Facebook, você terá um atendimento todo personalizado onde o bot disponibiliza o cardápio, mostra as formas de pagamento e soluciona várias dúvidas.

A interação Homem-Máquina é o futuro das relações.

 

Bem, a Google possui uma das maiores equipes de Inteligência Artificial do mundo e ela pretende aplicar o aprendizado de máquina em suas plataformas de anúncios e análise de dados como o Google Ads e Analytics. Com o aperfeiçoamento desses serviços, torna-se muito mais fácil encontrar o seu público-alvo e atingi-lo com uma personalização bem específica, que possibilitará ir diretamente na “dor” do seu cliente.

Marketing e Inteligência Artificial andam lado a lado quando se trata de melhorias para atingir seu público-alvo. Com essas tecnologias podemos criar diferentes soluções, melhorar o desempenho das campanhas trazendo um ótimo resultado.

Quer otimizar suas campanhas através de plataformas tecnológicas e trazer um melhor resultado para sua empresa? Diga um oi, que nós podemos te ajudar!

 

Neuromarketing: o que é e como funciona?

Neuromarketing o que é e como funciona

Apesar de recente, o neuromarketing vem conquistando cada vez mais espaço perante as empresas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte. Pode-se dizer que o neuromarketing chegou para desbancar mitos históricos e transformar a experiência do consumidor de maneira positiva. Quando falo em mitos, acredito que você já ouviu falar que o marketing apenas influencia as pessoas a comprarem por impulso, não é mesmo? Pois então, esse é um dos principais mitos que o neuromarketing faz cair por terra. Unindo ciência ao estudo do comportamento do consumidor, o neuromarketing é capaz de compreender as reais necessidades, estímulos, desejos e hábitos de compra de cada indivíduo para auxiliar nas estratégias de comunicação das empresas.

 

O que é neuromarketing?

Para realizar esse tipo de estudo é preciso, literalmente, entrar na cabeça do consumidor para entender o que ele realmente está precisando e assim poder ofertar produtos e serviços com cada vez mais assertividade e qualidade. Como isso é feito? Os estudos de neuromarketing vão além dos tradicionais e utilizam procedimentos científicos, como o eletroencefalograma e a ressonância magnética, para realizar análises a partir de estímulos criados dentro do cérebro e entendendo como ele reage aos estímulos de marketing neurologicamente. Isto significa que, a partir do uso desses recursos, você pode evitar que durante uma pesquisa de mercado os consumidores analisados sejam influenciados pela tomada de decisão do grupo, por exemplo.

O marketing e o relacionamento entre empresas e seus clientes estão se estreitando cada vez mais, possibilitando troca de informações e experiências valiosas e mudando a forma como o seu cliente vê a sua empresa. Quais são os valores da sua empresa ou do local onde você trabalha? Você está agindo no dia-a-dia em razão de um propósito, um objetivo? Você consegue transmitir isso aos seus clientes em todas as ações, produtos e serviços ofertados? Fique atento a essas questões, todas as ações intangíveis que você realiza dentro da sua empresa devem seguir por este caminho. Por que não entender como seus consumidores percebem a sua empresa através do neuromarketing?

 

Neuromarketing: Como fazer?

Agora que você já sabe o que é neuromarketing, acredito que ao ler o texto, provavelmente está imaginando em como aplicar estes conceitos, que são formados através de experimentos caros, dentro de uma pequena ou média empresa. De certa forma, realizar esses testes e análises de resultados em empresas de grande porte não se torna um problema, visto que existe uma grande chance de existir um departamento com milhares de pessoas focando seus esforços diários apenas para desempenhar esta função. Mas nós estamos aqui para mostrar o contrário! Você pode sim aplicar estes conceitos dentro da sua empresa, não importa o tamanho.

 

1 – Pesquise, aprenda e abra a sua mente!

Não se baseie apenas na sua forma de pensar ou na percepção de amigos próximos e parentes, informe-se! Não se deixe levar pelo opinião de um grupo seleto de pessoas, você precisa abrir a sua mente e estar preparado para entender o que realmente o seu consumidor almeja. Como fazer isso?

– Pesquise: Estude, procure artigos na internet em sites especializados ou em revistas renomadas, deixo duas ótimas fontes:  Meio & Mensagem e a Revista Exame são ótimas fontes de recurso.

– Procure por cases de pequenas empresas: não se prenda apenas ao seu próprio ramo de atuação, você pode aplicar com sucesso dentro da sua empresa, técnicas desenvolvidas para outro segmento, abra sua mente!

Procure informações diretamente da fonte: Universidades no exterior avançam cada vez mais dentro dos estudos do neuromarketing e comportamento do consumidor, por isso, não deixe de buscar referências em outros idiomas.

Pesquisa de neuromarketing

A pesquisa e a busca por informações é a chave para uma estratégia de neuromarketing de sucesso. Imagem: websquare.co.uk

 

2 – Entenda seu público

Como citei acima, compreender os propósitos da experiência entre sua empresa e seu cliente, garante o engajamento de seus colaboradores e é fundamental para transmitir a real razão de existência da sua empresa, desta forma, você consegue conquistar os clientes certos, que se identificam com seus propósitos e serão fiéis a sua marca. A partir disto, crie a sua persona, que é o conjunto de características que formam o consumidor do seu produto ou serviço, personificadas em um personagem fictício. Responda questões como: faixa etária, renda, hábitos, profissão, hobbies, desejos, etc. Você irá literalmente criar uma pessoa, dar um nome para ela e fazer com que suas ações sejam pensadas para ela. Se você quer saber mais sobre as personas, clique aqui e leia este post.

Depois de criadas as personas e descobrir quais são as suas principais dores, o pensamento do neuromarketing vai possibilitar que você busque compreender aspectos que afetam a maior parte dos sentidos da persona, focando em ações emocionais e concentradas em aliviar a estresses e enfatizar o prazer. Por isso, da próxima vez que realizar uma ação promocional dentro da sua empresa, pense em como englobar o maior número de sentimentos possíveis. Melhorando cada vez mais a experiência entre a sua empresa e seu cliente.

 

3 – Caminhos que você pode seguir

Os caminhos são variados, um verdadeiro leque de opções e exemplos para você se inspirar e soltar a imaginação. Selecionei algumas ações relativamente fáceis e práticas que você pode adotar dentro da sua empresa, mas que não deixam de demandar planejamento e não eliminam nenhuma das etapas citadas acima!

 

– Storytelling: como o próprio nome diz, é uma história que você vai contar. Dependo da finalidade e local onde você utilizar essa técnica, você pode contar a história da sua empresa, do seu produto ou serviço, mas não de uma maneira muito comercial e sim de maneira envolvente, com conteúdo. Não esqueça de atribuir sentimento e emoção à sua história: compartilhe de uma dificuldade e como ela foi solucionada, mostre que mesmo sendo uma pessoa comum você conseguiu vencer barreiras e superar desafios, seja o herói e mostre que você fez apenas o que deveria ter sido feito mas ninguém antes tinha ousado. Inspire-se.

 

– Cores: diversos artigos, infográficos e até mesmo aplicativos de celular mostram como a influência das cores impactam na hora da decisão de compras, utilize-as de maneira correta. Primeiro entenda qual sensação você deseja transmitir e depois escolha quais cores você irá utilizar. Você pode aplicar isso para as cores dentro da sua loja, em seu site, produtos, flyers, basicamente tudo.

Clique aqui e veja um infográfico bem legal sobre o assunto.

 

– Fragrâncias: sabe aquele cheirinho bom que você sente quando passa pela loja da Mmartan? Essa fragrância foi desenvolvida exclusivamente para a loja e é até patenteada, sendo comercializada com a mesma marca. As sensações que você vai ativar a partir do olfato são as lembranças que você vai proporcionar ao seu cliente. O chamado “marketing olfativo” cresce e muito no Brasil e no mundo, portanto, dê um “cheiro” ao seu negócio para trabalhar o neuromarketing.

mmartan marketing olfativo neuromarketing

As lojas mmartan são um ótimo exemplo de neuromarketing que utiliza fragâncias. Imagem: brasiliashopping.com.br/

– Pense no ambiente: além das cores e fragrâncias, outros fatores do ambiente como a iluminação, forma de atendimento dos funcionários, disposição dos móveis, “mimos” diferenciados como uma água e um cafezinho: tudo deve estar pensado para o trajeto de compra do seu cliente! Inclusive, esses aspectos também se aplicam ao ambiente virtual: como é a disposição de informação dentro do seu site? Ele é fácil de usar? Não possui informações desnecessárias? Faltam informações para o cliente efetuar a compra? A experiência on-line também deve ser positiva e não causar transtornos, afinal de contas, você não gosta de entrar em um site onde não consegue clicar nos links por estarem muito próximos, ou odeia quando não acha a informação que precisa, não é mesmo?

 

– Atente para a linguagem corporal: depois de realizar um estudo mais aprofundado sobre as questões acima, não deixe de levar em consideração a linguagem corporal do seu cliente, ensinando sobre o tema para todos os colaboradores que mantenham contato com o consumidor, entendendo as pequenas ações de aprovação ou reprovação. Não se esqueça: o processo de aperfeiçoamento é contínuo!

 

Entendeu agora como a fragrância inconfundível de marcas como MMartan ou O Boticário agora fazem sentido toda vez que você passa na frente dessas lojas? Nada é por acaso, quando tentamos entender nosso consumidor e conquistá-lo, é o neuromarketing cada vez mais desafiando os paradigmas e despertando uma nova era de experiência entre a sua empresa e seu cliente.

 

Se você quer ajuda para implementar ações que trabalham o neuromarketing dentro da sua empresa, fale com a gente!

Como ser criativo na publicidade e na vida

Como ser criativo na publicidade e na vida

Assim como na criação de marcas, logotipos e até mesmo na criação de campanhas publicitárias, a criatividade é algo inerente e muito importante. Porém, ao contrário do que muita gente pensa e acredita, a criatividade pode ser desenvolvida, ela não é um dom. E mesmo quem não trabalha em uma agência de publicidade, pode e deve desenvolvê-la. Acontece que muitas pessoas são criativas, mas simplesmente não sabem disso.

Mas e aí, como ser criativo? 

Não é fácil responder esta pergunta, até porque para se criar algo, não existe uma fórmula. Cada pessoa tem seu jeito. O que existe são algumas técnicas que facilitam a criação e ajudam a ter ideias realmente inovadoras.

Uma dessas técnicas pode ser encontrada no livro “A Arte da Guerra”.  Que conta que o principal general da época, quando ia traçar suas estratégias, lia livros que não tivessem nada a ver com a guerra, mas que o fizessem pensar em outras coisas, que não em armas e estratégias de combate. E assim ele conseguia abrir a sua cabeça, ter uma visão ampla do que estava acontecendo e traçar uma estratégia surpreendente para vencer as batalhas. Isso, dentro do ramo de marketing e da agência de publicidade é o que chamamos de Insight. O famoso “eureca” ou “estalo mental”, um momento inesperado de inspiração. São descobertas ‘quase’ acidentais, que acontecem principalmente quando conseguimos retirar o foco do problema principal e nos concentramos em alguma outra coisa. Pode ser também uma combinação acidental de dois elementos químicos em um laboratório que cria uma reação revolucionária, por exemplo. Mas para que você perceba o “acidente criativo” que acabou de acontecer, você precisa estar preparado para isso. Para estimular sua criatividade, você pode seguir estes 3 passos:

 

1 – Busque muitas referências

Basicamente a criatividade é algo que surge e nós não estávamos procurando. Mas a inspiração não acontece por acaso, ela exige um grande conhecimento prévio, até mesmo para você identificar que está diante de uma grande descoberta. Quanto mais cultura, melhor, mesmo que num primeiro momento pareça não fazer sentido e não esteja diretamente relacionado ao tema principal que você está querendo criar. Por isso, leia muito, veja muitos filmes, escute muita música e busque sempre por conhecimento.

Referências para ser criativo

Como ser criativo? O primeiro passo é buscar referências culturais. Imagem: how-br.blog.ehow.com/

2 – Não fique preso ao passado

Se você quer ser mais criativo, jogue fora todos os preconceitos que tinha sobre o assunto e entre numa nova fase, a partir e agora, mais criativa, mais leve e com mais resultados. Deixo como dica você assistir o filme A Rede Social, que conta a história de criação do Facebook. Perceba que no filme, Mark Zuckerberg e seus amigos não estavam procurando ser criativos, eles sequer estavam procurando criar algo revolucionário. E mesmo assim, “sem querer” criaram uma das maiores invenções do homem moderno. Atualmente, nós não damos a devida importância para o que o Facebook representa. E mesmo ele entrando na chamada publicidade online e permitindo criar anúncios, continua sendo uma plataforma que estará nos livros de história dos nossos netos e bisnetos, como um dos ingredientes principais para a revolução digital, que estamos vivendo. Isso, é claro, se existirem livros daqui a 70 anos 🙂

filme a rede social facebook

Será que eles estavam cientes do que o futuro lhes reservava? Imagem: s.glbimg.com

3 – Surpreenda. Faça diferente!

Esse é o lema da yard. agência de publicidade. O lema também faz parte da nossa missão, que é: “Criar estratégias de marketing que dão resultado, encantam e inspiram. Surpreenda, faça diferente!”. Se você ainda não tem uma missão escrita, sugiro parar tudo e escrever imediatamente. Uma boa missão nos ajuda a guiar todas as nossas decisões dentro da empresa e orienta o rumo.

Clique aqui e veja algumas dicas que podem ajudar você a ser uma pessoa mais criativa.

Suas ações fazem sentido?

Suas ações fazem sentido Como isto pode refletir no desempenho da sua empresa

Se algum dia você já parou para pensar nisso e chegou a conclusão que não sabe a resposta para uma pergunta que parece simples, não se preocupe. Em momentos de transformação constante como o que vivemos hoje, é comum agirmos conforme as teorias e aprendizados do passado. Mas, se estamos em processos de constante transformação, tanto na vida pessoal quanto nas relações profissionais, logo, nossas ações também deveriam estar. Em momentos de extrema mudança, que envolvem ideologias e diversas manifestações políticas, um mercado em expansão e retração constante e todas as incertezas que cercam empreendedores, gestores e empregados, fica difícil parar, respirar, pensar e chegar a uma conclusão. Talvez essa conclusão seja a certeza que não temos a resposta definitiva para essa pergunta, e isso é natural, não significa que não sabemos o que estamos fazendo e agimos conforme nossos instintos e na base do “achismo”. Significa que não saber é normal, reconhecer que não se tem a resposta é uma atitude positiva que pode te proporcionar centenas de insights e novas soluções para seus negócios, e é o primeiro passo que qualquer pessoa que deseja obter sucesso em qualquer coisa na vida deve tomar.

Empresário com dúvidas

Ter dúvidas é extremamente normal e importante para crescer.

O fato é que, na busca incessante por uma resposta, atravessamos uma jornada desconhecida, na qual procuramos entender o ponto central da questão e como consequência nos deparamos com um novo mundo de possibilidades, com novos desafios e objetivos a serem superados, esse novo panorama que até então poderia ser desconhecido para a maioria dos gestores deve passar do conhecimento individual para a rotina da empresa, agregando novos objetivos e recompensas para todos que estiverem dispostos a trilhar essa jornada em nome do bem do negócio. Ou seja, para que essa busca pela resposta ideal seja eficaz, é preciso agregar cada vez mais pessoas dispostas a se engajar na causa e defender os interesses da empresa de forma que vislumbrem benefícios para todas as partes.

Pensamentos lineares podem nos levar a grandes resultados, não existe regra para isso, mas é óbvio que a busca pelo conhecimento, ou melhor, pelo autoconhecimento, gera resultados inesperados, que fogem as linhas anteriormente estipuladas e abrem espaço para desvios de rota tão interessantes quanto, quase como se pudéssemos desenhar uma linha em uma folha de papel e nela soubéssemos exatamente o que fazer, esses desvios viriam como coisas novas e desconhecidas, que poderiam ser boas ou ruins, e para isso, a antecipação seria a moeda de troca mais valiosa, aqueles que ousassem desbravar, mas sempre com um planejamento para eventuais contratempos, tomaria o caminho mais longo, mas provavelmente o que traria melhores resultados. Talvez seja difícil imaginar como tomar esse rumo, como traçar as medidas necessárias para atingir esses resultados, mas talvez pelo simples fato de passar a observar isso, já ocorra uma mudança nos resultados finais. Quantificar menos processos e pessoas e passar a mensurar os verdadeiros potenciais para as mesmas é um bom exercício se essa reflexão te desperta a vontade de conhecer a resposta, ou seja, aprender a enxergar além de cargos e funções e começar a entender o que cada pessoa por trás daquele título pode fazer para que suas ações façam mais sentido. Isso significa que, o operador que trabalha oito horas em uma linha de produção pode ter tantos insights quanto o gestor responsável por aquele mesmo setor. E é nesse ponto que mora o maior erro da maioria dos gestores, se basear apenas em títulos, diplomas e especializações. É fato que, quanto mais o profissional se especializa, mais ele adquire percepções e bagagens que hora ou outra vão compor seu repertório de soluções e ideias para a melhoria de processos. Mas muitas vezes essas ideias inovadoras podem partir de qualquer setor da empresa, ou até mesmo da sociedade.

Ótimos insights podem vir dos mais baixos setores da sua empresa.

Colocar essa responsabilidade na mão dos mais “preparados” talvez seja um erro que possa ser denominado inocente, pois parte de um senso comum criado ao longo das décadas que dá aos portadores de diploma, propriedade imediata de fala – mas isso é assunto para um novo post – nos atendo ao assunto em questão, muitas vezes nos fechamos num mundo de certezas e absolutismo que com toda a certeza é prejudicial, basta imaginarmos que se uma pessoa não está aberta a novas possibilidades, experimentações, opiniões alheias e de diferentes profissionais, mesmo que estes sejam de outros setores que a princípio não tenham nada a ver com seu negócio, logo, se perdem diversas oportunidades de conhecer e desbravar novos horizontes. E levando em consideração que ficar para trás quando o assunto é tomar decisões e “fazer sentido” não soa nada vantajoso ser o último a fazê-lo, porém, deve-se tomar cuidado, pois há uma linha tênue entre ficar para trás por perder tempo e ficar para trás e aprender com os erros alheios e absorver as melhores experiências de uma situação.

Assim como em todos os setores, empresas investem milhões anualmente sem saber se estes investimentos trazem algo benéfico de fato, aqueles que souberem o momento de agir e principalmente tiverem consciência de que suas ações devem fazer sentido, e reforçando, ainda não é o momento de responder isso, mas sim de termos consciência que esta pergunta pode nos abrir muitas possibilidades, então, estes serão os primeiros a absorver as oportunidades e remodelar o mercado, que vive uma constante mutação e que não dá sinais de que deve parar de evoluir nessa tremenda velocidade tão cedo.

Clique aqui e veja algumas dicas para dar mais sentido às suas ações dentro da sua empresa.