Machine Learning e outras tecnologias que você precisa conhecer

Você aí já ouviu falar em Machine Learning, Deep Learning, Big Data, entre outros termos ligados a inteligência artificial?

De forma bem resumida, a inteligência artificial é uma forma de fazer com que máquinas imitem o comportamento humano, por exemplo, para resolver problemas e aprender com o que está à sua volta.

Esses termos que citei no início do texto têm sido discutidos com frequência de alguns anos pra cá e eram temas que só ouvíamos falar em filmes.

A verdade é que as máquinas estão cada vez mais inteligentes e a tecnologia avança sem limites. Felizmente, hoje já é possível ter um pouco dessa inteligência artificial em nossa rotina.

Vou contar um pouquinho mais sobre esse assunto, explicar o que são essas tecnologias e como elas podem ser úteis para sua empresa.

 

O que é Big Data?

Big Data é um termo utilizado para grande volume de dados, porém não é a quantidade de dados disponíveis que importa e sim como as empresas utilizam. Cabe aos especialistas de Big Data definirem estratégias e qual a melhor maneira de se utilizar esses dados.

Por exemplo, a varejista americana “Target” cruzou dados para descobrir alguns padrões de compras feitos por mulheres grávidas. Num desses cruzamentos foi possível verificar que essas mulheres compram grandes quantidades de loção sem perfume. Dessa maneira, a empresa pode oferecer diretamente descontos relacionados a itens para as gestantes, sabendo o que elas consomem.

 

O que é Machine Learning?

Se você está ligado em tecnologia, provavelmente já ouviu falar em “Machine Learning”, que significa: Aprendizado de máquina. Essa tecnologia já está em uso há algum tempo e consiste em tornar máquinas capazes de resolver problemas, assim como nós humanos fazemos, sem precisar de uma função pré-determinada como é feita na programação, com entrada e saída de dados. Os computadores poderão aprender sem utilização de programação.

Um exemplo de aplicação de Machine Learning é o Google Photos, o software possui um conjunto de regras, onde são mostrados vários exemplos ao sistema, até que ele comece a identificar padrões de fotos, diferenciando umas das outras e criando, por exemplo, um álbum apenas com fotos de pôr do sol.

A Machine Learning ou “aprendizado de máquina” tem a origem de reconhecimento de padrões, que justifica a teoria de que máquinas podem aprender sozinhas, sem serem programadas para realizar tarefas específicas, apenas contando com um grande volume de dados. Utilizando dados e algoritmos, as máquinas podem identificar padrões e, a partir deles, criar conexões inteligentes, assim aprendendo de forma inteligente sem alguma interferência humana.

Existem duas categorias de aprendizado: Supervisionada e não supervisionada.

No modelo supervisionado, os humanos precisam interagir controlando a entrada e saída de dados. Já no modelo não supervisionado, é utilizado o “Deep learning” ou “aprendizagem profunda”, que consiste em processar tarefas sem a interferência de humanos.

 

O que é Deep Learning?

Como falei anteriormente, o Deep Learning é uma subcategoria de Machine Learning, onde a aprendizagem profunda é relacionada ao uso de redes neurais para gerar melhorias, como reconhecimento de fala e visão computacional. Indo direto ao ponto, ela aborda a construção e formação de redes neurais, essas redes estão se tornando cada vez mais promissoras e aplicáveis para diversos fins, sobretudo em indústrias, saúde, marketing, educação, entre outras. O Deep Learning é a tecnologia base para ferramentas como o Google Tradutor e a Siri (assistente da Apple utilizada em seus sistemas operacionais). Com enorme quantidade de poder computacional, as máquinas podem agora reconhecer objetos e traduzir voz em tempo real. O Deep Learning é a inteligência artificial de forma aplicável.

Inteligência Artificial é a inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software.

 

Veja agora 5 Exemplos onde são utilizados o Machine Learning:

 

1 – Mecanismos de buscas

Os mecanismos de busca também estão investindo pesado no uso de inteligência artificial a fim de criar experiências de busca mais completas e precisas para os usuários. O Google sempre valorizou a inteligência artificial, procurando sempre exaltar a máxima experiência do usuário, para que sejam as melhores possíveis.

Em 2015 eles lançaram o Rank Brain que tornou-se mais uma peça do motor de buscas, o sistema aprende sozinho e consegue filtrar ainda as pesquisas, em menos tempo e proporcionando resultados mais exatos.

 

2 – Navegação inteligente

O Google Maps, e outras ferramentas GPS utilizam essa tecnologia para orientar motoristas no mundo inteiro para pegar caminho mais rápido.  O aprendizado de máquina considera todas as variáveis que estão acontecendo em tempo real no trânsito, incluindo congestionamentos, para traçar a melhor rota, além de coletar dados de todos os veículos, para fazer análises preditivas a partir de padrões identificados neles.

 

3 – Exibir publicidade personalizada para você

Algumas gigantes da internet como a Google, dominam e lançam tecnologias cada vez mais poderosas se tratando de anúncios online, atualmente elas possibilitam o anunciante atingir muitas pessoas, gastando menos recursos do que em mídias tradicionais. Usando o Machine Learning foi possível segmentar mais ainda a publicidade podendo filtrar em grande escala o público-alvo.

 

4 – Carros sem motoristas 

Muitos acharam que esse dia não iria chegar, mas eles já estão por aí, carros que se deslocam sem a necessidade de ter um humano no controle. O aprendizado de máquina foi essencial para que o algoritmo aprendesse os padrões de milhares de motoristas, e é possível identificar mudanças nos semáforos, padrões de faixas na pista e até mesmo pedestres.

Você viu como o Machine Learning já está revolucionando o mercado de um modo geral, então como isso pode ajudar a minha empresa?

5 – Chatbots

Pode ser que você tenha falado com alguma empresa por algum canal online e nem mesmo tenha percebido que o seu atendimento foi realizado via “chatbot”, ou seja um robô virtual que se comunica de forma similar a um humano.

Existem dois tipos de chatbots, um baseado em regras e outro chamado de smart bot que utiliza o Machine Learning, a maior parte dos bots que encontramos são baseados em regras, são mais simples, porém ainda sim são ótimos e ajudam muito. Aqueles que utilizam Machine Learning são complexos e realmente podem simular a função de um atendente virtual, geralmente são usados quando o usuário precisa de mais interações.

Alguns dos benefícios do chatbot são:

  • Otimizar esforços de marketing, devido a sua base de dados e aprendizado ele pode sugerir produtos personalizados ao usuário.
  • É uma tecnologia instantânea, rápida e fácil de utilizar, a partir do momento em que o cliente inicia o chat, ele será prontamente atendido.
  • Reduz o custo operacional, pessoas podem ser direcionadas para tratar assuntos mais complexos e que necessitam mais atenção.

Diversos segmentos já adotaram essa ferramenta, entre elas o ramo de restaurantes tem utilizado para automação de pedidos. Ao abrir a conversa do Facebook, você terá um atendimento todo personalizado onde o bot disponibiliza o cardápio, mostra as formas de pagamento e soluciona várias dúvidas.

A interação Homem-Máquina é o futuro das relações.

 

Bem, a Google possui uma das maiores equipes de Inteligência Artificial do mundo e ela pretende aplicar o aprendizado de máquina em suas plataformas de anúncios e análise de dados como o Google Ads e Analytics. Com o aperfeiçoamento desses serviços, torna-se muito mais fácil encontrar o seu público-alvo e atingi-lo com uma personalização bem específica, que possibilitará ir diretamente na “dor” do seu cliente.

Marketing e Inteligência Artificial andam lado a lado quando se trata de melhorias para atingir seu público-alvo. Com essas tecnologias podemos criar diferentes soluções, melhorar o desempenho das campanhas trazendo um ótimo resultado.

Quer otimizar suas campanhas através de plataformas tecnológicas e trazer um melhor resultado para sua empresa? Diga um oi, que nós podemos te ajudar!

 

Anúncios no Facebook: Descubra 8 formas de melhorá-los

Sua estratégia de anúncios no Facebook está falindo Descubra 8 formas de melhorá-la

Os anúncios no Facebook são uma ferramenta extremamente forte no momento que você está elaborando a sua estratégia de mídia. Hoje, grande parte das pessoas iniciam sua jornada de compra através da internet e são impactadas pelos anúncios nas mais diversas plataformas online, como a rede social em questão. Porém, as empresas devem prestar cada vez mais atenção em itens básicos e fundamentais na hora de criar seus anúncios no Facebook.

O ano de 2018 iniciou e logo recebemos uma notícia desafiadora: cada vez mais o algorítimo do Facebook irá priorizar, em nossos feeds de notícias pessoais, as notícias e compartilhamentos de informações realizadas por nossos amigos e familiares, tornando cada vez mais necessário criar anúncios para impactar o público alvo de forma assertiva. Isso significa que as empresas deverão ser cada vez mais relevantes para seu público e claro, links patrocinados se tornam cada vez mais importantes!

Um erro muito comum que empresas cometem no Facebook

Uma das formas mais comuns (e erradas) de esperar resultados de anúncios no Facebook, é através do famoso botão “impulsionar” nas publicações. Normalmente, após clicar no botão, aparece em seguida uma frase muito motivadora do Facebook, algo parecido com: “esta publicação está com desempenho 80% maior que os outros anúncios, que tal impulsioná-la?” Empolgante, não é mesmo? Mas cuidado ao fazer isso. Você conseguirá apenas que as pessoas curtam, compartilhem e TALVEZ comentem sua publicação. Você pretende analisar sua relevância nas mídias sociais apenas através desta métrica de avaliação? Ou preferente obter clientes reais, e suas informações, para que você possa oferecer seu produto? Curtidas não dão dinheiro!

O seu interesse em impulsionar a publicação já é muito positivo, visto que ainda existe uma grande parcela de empresários e donos de negócios que estão “presentes” nas redes sociais e esperam resultados reais organicamente, ou seja, sem investir uma quantia satisfatória de dinheiro.

Pense bem, por que você paga uma quantia significativa para realizar anúncios nos veículos de comunicação como rádio, TV e outdoor (o chamado outbound marketing) e não está disposto a investir em anúncios no Facebook ou Google Adwords (aliando a uma estratégia de Inbound Marketing)?

Mas vamos segurar as emoções e prestar atenção aos fatos! Uma campanha publicitária on line (seja ela realizada no Facebook, Instagram, Google Adwords ou Youtube) deve começar pela premissa que você conhece seu público e suas dores como ninguém. Por que não usar este conhecimento para configurar suas campanhas de forma correta? Separei alguns motivos pelos quais você pode estar fracassando em seus anúncios online sem saber o motivo e como consertá-los! Vamos descobrir?

 

1 – Indo além dos posts orgânicos

Como já citei acima, o envolvimento orgânico ocorre quando você não investe nada em dinheiro em seus anúncios no Facebook. É errado pensar em buscar esse envolvimento? Isso depende do objetivo da sua publicação. A não ser que sua empresa já seja suficientemente relevante para seu público nas mídias sociais e em sua cidade, e você, por exemplo, crie uma promoção onde as pessoas precisem curtir e compartilhar sua publicação para ganhar algo especial como prêmio, apenas para movimentar e conquistar seu público cada vez mais.

Lembre-se: até que ponto essas pessoas que estão curtindo e compartilhando são seus clientes ou potenciais clientes? Elas estão interessadas no seu produto ou apenas na promoção?

Não deixe de considerar isto, afinal, você precisa estar presente nas mídias sociais para fortalecer sua marca e vender seu produto. Faça ações de envolvimento nas suas publicações como forma de fortalecer a marca, criar aproximação com as pessoas e transmitir a personalidade da sua empresa, porém não esqueça que seu objetivo é angariar potenciais clientes para compra e vender seu produto! Por isso é fundamental que você esteja disposto, e entenda a necessidade e urgência, de investir dinheiro em suas publicações on-line. Caso contrário, apenas uma pequena parcela de pessoas saberão da existência do seu negócio.

Busque criar publicações que sejam tão legais para fazer com que as pessoas queiram compartilhar umas com as outras. Aí sim o envolvimento vai valer a pena. Do contrário, opte por uma estratégia de geração de leads e posts patrocinados.

2 – Usando o gerenciador de anúncios do Facebook

Bom, agora que você aprendeu que é fundamental investir na maioria de suas publicações, volto a falar de algo que citei no início do texto: o botão “impulsionar publicação”. Se ele não traz os resultados esperados para que o seu negócio possa impactar o público alvo de forma assertiva, como configurar e impulsionar uma campanha da melhor maneira possível no Facebook?

Existe uma flecha, no campo superior direito, próximo as solicitações do seu perfil, que levará você ao “Gerenciador de anúncios”, um mundo mágico irá aparecer a você irá entender melhor tudo o que estou falando! Mas não deixe de ir até o item “cobranças” e “configuração de pagamento” (botão no canto superior direito) e definir a forma de pagamento dos seus anúncios (boleto ou cartão de crédito). Após configurar a cobrança, você poderá criar seus anúncios de forma muito mais completa e assertiva com as dicas que irei oferecer pra você!

 

Gerenciador de anúncios do Facebook

Comece a usar o “Gerenciador de anúncios” em sua estratégia de anúncios no Facebook.

3 – Conhecendo os diferentes objetivos de impulsionamento no Facebook

Logo que você clicar neste botão, dentro do gerenciador de anúncios, você deve estabelecer qual o objetivo que você deseja alcançar, os mais comuns são: Conversão, Tráfego e Envolvimento. O Facebook explica, na própria página, para que serve cada uma das funções e como elas fazem para atingir melhor seu objetivo. Mas resumindo:

Tráfego: você pretende levar seu público até o seu site? Este é o formato ideal para isso! Você pode criar conteúdos que chamem a atenção e que façam ele clicar para serem redirecionados para seu site. Você pode, por exemplo, publicar um artigo do seu blog no Facebook e fazer com que as pessoas se sintam atraídas pelo conteúdo, que irão até a sua página terminar de ler o conteúdo. (Que tal no final da sua página você criar um call to action que leve até uma landing page? As oportunidades estão em todos os lugares!) Cuidado para nem sempre oferecer seu produto nesse momento, lembre-se: cada pessoa está em uma etapa do funil de vendas, ofereça conteúdos pertinentes para cada uma delas.

Envolvimento: como o próprio nome propõe, o objetivo é fazer seu público se envolver com a sua publicação, podem ser com anúncios interativos, promoções, informações relevantes, publicações de apelo emocional (seja com objetivo de fazer rir, ou mesmo chorar) e uma infinidade de propostas.

Conversões: visam que seu público converta em alguma ação proposta por você, normalmente utilizada quando são criadas landing pages, com o intuito de conhecer infomações que aproximem você de quem se interessou por seu conteúdo. Neste tipo de publicação é onde você consegue gerar seus leads e criar sua lista de contatos, invista bastante nelas!

 

4 – Segmentando o público-alvo dos anúncios no Facebook

Talvez essa seja a etapa mais crucial do anúncio. Com o tempo, as outras informações vão ficando cada vez mais familiares e você vai entendendo como deve configurar sua campanha, dependendo do objetivo. Porém, a etapa do público-alvo deve ser a mais cuidadosa, ela deve ser: planejada, analisada, acompanhada e controlada! Nesta fase, além de definir dados básicos como: localização, idioma, sexo e idade, você vai definir os interesses e comportamentos do seu público!

É possível escolher, por exemplo: casado, solteiro, divorciado, viúvo, noivo, pais de crianças até 2 anos, afinidade por setor imobiliário, afinidade por churrasco, renda de até R$ 3.000,00, renda superior a R$ 20.000,00, tem interesse em casamento, casa nova… São inúmeras formas de você traçar a personalidade do seu público.

Outra parte importante é limitar o público, assim, o usuário terá que corresponder a diversos critérios para ser impactado pelo anúncio.

E por fim, você pode também excluir pessoas, ou seja, selecionar determinados perfis de usuários para quais você NÃO quer exibir anúncios. Olha só um exemplo de público mais assertivo, que limita os interesses do público:

Segmentação de público em anúncio do Facebook

Segmentação de público em anúncios no Facebook.

Preste atenção em cada uma das possibilidades desta parte, não deixe escapar nada. Por exemplo, você não pode deixar sempre a idade de 18 à 65+, certo? Você precisa ser mais assertivo, por isso, pensar na sua persona e suas dores nessa hora é tão importante. Vamos explicar algumas possibilidades de público alvo que você pode testar em suas campanhas:

Look alike: O público look alike, ou público semelhante, permite que você atinja pessoas que possuam interesses semelhantes aos seus consumidores mais relevantes! Ou seja, se você possui uma lista de leads, clientes ou um público que você sempre utiliza e traz resultados para você, você pode, a partir da criação do look alike, encontrar pessoas que possuam os mesmos interesses e comportamentos de quem está na sua lista!

Personalizado: No público personalizado, você encontra diversas opções de alcançar pessoas que já interagiram de alguma forma com a sua empresa. Você pode escolher entre as opções oferecidas, através do upload de uma lista de clientes ou leads que você já possua, seja de alguma ferramenta online ou offline. Desta forma, você pode criar campanhas de remarketing, para pessoas que já se envolveram com uma publicação no facebook ou visitaram seu site. Clique aqui e entenda como usar as redes sociais para atrair visitas para o seu site.

Pixel do Facebook: pixels são utilizados quando a finalidade da sua campanha é de gerar conversões ou tráfego. Você configurou sua campanha, criou um texto bacana e uma imagem que chame a atenção mas não entende porque não está com o retorno esperado. Você configurou seu pixel corretamente? Eles são como ‘rastreadores’ instalados no seu site que falam para o Facebook: “olha, Face, é através desse pixel que você vai mensurar meus resultados e recolher informações”. Se você não instalar eles no seu site, sua métrica de avaliação estará comprometida!

 

5 – Configurando o orçamento e programação dos anúncios no Facebook

Como em todas as outras etapas para criação de anúncios no Facebook, essa também depende do seu objetivo! Para você que está começando a criar suas campanhas pelo gerenciador de anúncios, aí vai uma dica: na hora de definir o orçamento para sua campanha, escolha um período de início e fim e coloque como “orçamento vitalício”. O Facebook irá distribuir a sua verba máxima durante o período estipulado da maneira mais otimizada possível!

Otimize o gasto da sua verba em anúncios no Facebook.

Otimize o gasto da sua verba em anúncios no Facebook.

Os próximos passos deverão ser analisados cuidadosamente, todos eles são melhor explicados pelo próprio Facebook de forma bem simples! Esta configuração pode mudar de acordo com o objetivo da sua campanha (envolvimento, conversão ou tráfego).

Se você cria uma campanha com objetivo de tráfego, aconselhamos usar a otimização para “visualização de página de destino”, assim você garante que a pessoa realmente visualizou seu conteúdo! Visto que, de outra maneira, podem acontecer inúmeros acontecimentos: desligar o computador, acabar a energia, não carregar a página… Desta forma você garante que a pessoa clicou e realmente olhou seu conteúdo! Outros tópicos que você deve prestar atenção e não passar despercebido:

Valor do lance (você pode definir um limite mínimo e máximo, mas aconselhamos usar o automático mesmo)

Programação de anúncios (escolha o horário e dias da semana para veicular)

Tipo de veiculação: Pode ser normal (ao longo de todo o período programado), ou acelerada (exibindo seu anúncio e gastando seu orçamento o mais rápido possível para uma campanha relâmpago).

Leia atentamente e faça a configuração de acordo com o objetivo da sua campanha!

 

6 – Entendendo os posicionamentos de anúncios no Facebook

Você pretende aparecer apenas no feed do Facebook e na timeline do Instagram? Ou então seu objetivo é veicular um anúncio no stories do Instagram? Ou quem sabe apenas no Messenger? Prefere desktop ou mobile? Defina sua estratégia e crie o anúncio de acordo com cada formatação. Edite os posicionamentos, alguns deles possuem configurações diferenciadas e você pode prejudicar o criativo da sua campanha e, consequentemente, não impactar o público alvo de forma assertiva.

Quer um exemplo? Se você cria um anúncio para veicular na timeline, mas deixa selecionado para aparecer no Messenger, provavelmente ele ficará todo desconfigurado (imagem cortada, texto pela metade) e ficará sem sentido quando for veiculado! Ah! Fique atento: quantos mais canais escolhidos, mais sua verba será pulverizada.

Posicionamentos de anúncios no Facebook

Os posicionamentos do Facebook definem os formatos para veicular seu anúncio.

7 – Fazendo bons criativos: imagens, textos e ação!

Chegou a hora de deixar a imaginação rolar! Nesta parte, use e abuse de gatilhos mentais, imagens que chamem a atenção do seu público e formatos diferentes como: carrossel de imagens, apresentações multimídias, anúncios interativos, vídeos, imagens 360 graus e textos com técnicas envolventes. Anúncios com objetivo de tráfego possuem a opções de call-to-action (botão de chamada para ação)! Sempre utilize esta opção, a taxa de conversão irá aumentar significativamente. Uma dica: o Facebook possui um central de criativos onde você pode pesquisar e se inspirar para criar suas campanhas! O Creative Hub.

8 – Acompanhando os resultados

Entre diariamente em sua conta e acompanhe os resultados dos seus anúncios! Reorganize verbas para anúncios que estão com melhor desempenho. Tem um anúncio indo mal? Pause e mude o criativo ou então repense seu público. O custo por resultado está sendo muito alto? O número de conversões está satisfatório para a verba investida? Preste atenção nessas métricas de avaliação no Power Editor!

E aí, seus anúncios estão atendendo as expectativas e trazendo resultados reais?

Dica extra!

Para você que leu o artigo até o final, merece uma dica adicional :).

Anualmente a gente participa de um evento chamado RD Summit. Ele acontece em Florianópolis, sempre no segundo semestre do ano. Atualmente é considerado o maior evento de marketing digital e vendas da América Latina. Veja um artigo nosso que conta tudo sobre o RD Summit.

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Quero uma análise da minha página no Facebook

Por que devo pagar uma agência para cuidar da minha página do Facebook?

Por que devo contratar uma agência para cuidar da minha página do Facebook

Você já percebeu que hoje em dia todas as empresas têm uma conta nas redes sociais? E que sempre procuramos saber onde fica a “loja x” fazendo uma busca rápida pelo Facebook, por exemplo? Ou antes de ligar para uma pizzaria, quando procuramos a página no Facebook para ver se ela tem o cardápio lá? Ou, mesmo para saber se ela esta aberta naquele momento?

O Facebook atingiu a marca de 2 bilhões de usuários ativos mensais, esse dado foi o próprio Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, que anunciou em junho no ano passado (2017).

Numero de usuarios do facebook

Gráfico de crescimento de usuários do Facebook.
Fonte: https://tecnoblog.net/217628/facebook-2-bilhoes-usuarios/

O Facebook é um ótimo canal para sua empresa estar presente, não acha?

Porém, muitas empresas utilizam a mídia social de maneira errada. Veja um trecho retirado do livro “Monitoramento e métricas de mídias sociais”, por Diego Monteiro e Ricardo Azarite: “Uma empresa social não é aquela que simplesmente adota ferramentas 2.0, mas aquela que coloca os funcionários e líderes em contato com o mercado face a face, com criatividade, autonomia e transparência.” Não basta apenas ter um perfil nas mídias sociais, tem que estar presente nelas! E para ter presença no Facebook, por exemplo, não basta fazer diversas postagens bonitinhas semanais, é preciso criar posts com estratégia e o principal: patrociná-los!

Hoje muitas empresas pensam que apenas ter uma página nas mídias sociais é motivo de estar com a sua “comunicação” em dia e que suas vendas irão alavancar a cada post publicado na web, mas isso esta longe de ser uma realidade. Não basta apenas ter uma página, é preciso ter as estratégias corretas para atingir o publico desejado e fazer com que eles se convertam em clientes e compradores fiéis da sua marca.

Não use as redes sociais apenas com o objetivo de vender

As redes sociais não servem apenas para venda, lembre-se que ela é um canal de entretenimento para os internautas e você deve proporcionar entretenimento com conteúdo (entenda como vender mais utilizando o conteúdo na sua empresa). Além disso, no momento de compra, as pessoas procuram o quão a empresa é recomendável, qual é o envolvimento que ela tem com os clientes, qual a transparência e confiança que ela passa para os clientes e o quão disposta ela está em atender e tirar qualquer dúvida que o cliente tiver.

Redes sociais para empresas

Como lidar com o bombardeio de informações nas mídias sociais? Fonte: https://formacao.cancaonova.com/atualidade/comportamento/como-lidar-com-o-bombardeio-de-informacoes-nas-midias-sociais/

Um guia básico de como tornar sua empresa presente nas redes sociais

1- Responda os comentários (desde que sejam pertinentes) de maneira rápida e com a maior clareza e eficiência possível. Lembre-se que uma página é um canal de proximidade com você e o seu cliente.

2- Não é porque você faz posts todos os dias que sua empresa vai vender mais! Quantidade não é qualidade e nem garantia de que você está atingindo seu público de verdade, muito menos gerando vendas.

3- As redes sociais não servem apenas para tentar vender, lembre-se que é um canal de entretenimento para os internautas.

4- Cuide com as palavras e esteja preparado com os posts que podem “causar”. O público que vai ler sua página é formador de opinião, na internet todo mundo tem voz. Uma “pisada na bola” pode ser fatal.

5- Tenha um orçamento para divulgação. É importante ter uma boa estratégia de patrocínio segmentado para atingir o publico certo. (Anúncios patrocinados são essenciais, o Facebook, Instagram e qualquer outra rede quer dinheiro)

6- A probabilidade de ter outra empresa do mesmo segmento que a sua é de praticamente 100%. Criar estratégias e uma comunicação diferenciada é imprescindível. Não tente copiar o que os outros fazem, sua marca precisa ter a própria personalidade. Vale ressaltar que promoções sazonais são utilizadas na atuação de praticamente 80% do mercado.

7- Monitore o que estão falando da sua marca em sites como Google, Facebook, Twitter, Trip Advisor, Foursquare, etc.

8- Fique atento aos comentários, mensagens negativas, quando não são respondidas de forma inteligente, acabam sendo mal vistas. Avalie se o comentário veio de um cliente ou possível cliente e se é coerente para responder. Caso seja apenas avacalhação, exclua, se você deixar a mostra e não responder, pode gerar um certo desconforto como “a empresa não esta nem ligando para o que pensam”.

A importância de ter um profissional ou agência responsável para cuidar das suas redes sociais

Por se tratar de uma mídia digital, muitas empresas ainda acreditam que qualquer pessoa pode “cuidar” dela, aliás, quem não gosta de ficar o dia inteiro no Facebook? Parece tão fácil! É bem comum ouvirmos as seguintes frases:

– “Se já tenho uma conta no Facebook por que eu mesmo (a) não posso “alimentar” a página da minha empresa?”

– “Por que devo pagar para alguém ficar no Facebook?”

– “Por que devo contratar uma agência para fazer o que meu sobrinho pode fazer cobrando muito mais barato?”

Mas não é assim que funciona. É preciso ter um enorme conhecimento para expor uma marca de maneira eficaz na internet pois, sem preparo nenhum, sua marca pode ter um reconhecimento distorcido do que realmente ela é, ou mesmo não ser reconhecida.

É importante ter um monitoramento detalhado do que esta acontecendo e de como isso pode gerar uma nova campanha, um novo engajamento, uma nova estratégia e uma linguagem adequada que seu publico espera. E o principal: desenvolver uma boa estratégia de como as redes sociais irão atrair novos clientes, seja diretamente, ou através do seu site.

Uma assessoria profissional vai saber onde sua empresa esta acertando ou errando, além de elaborar um planejamento para te ajudar alcançar os objetivos de vendas.

Ah, lembrando que produzir um bom conteúdo não é apenas subir uma foto com uma frase bonitinha e com varias hashtags na sua página do Facebook. É preciso fazer com que sua marca entregue algo relevante na comunicação ao consumidor e bons profissionais irão te ajudar nisso.

E aí, sua empresa esta atendendo as expectativas dos clientes e está presente de verdade nas redes sociais?

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Como gerar leads qualificados com ofertas de conteúdo em seu site

Como gerar leads com ofertas de conteúdo

O site da sua empresa até conta com um bom número de visitantes, mas isso não ajuda a vender? Você precisa gerar leads qualificados!

Leads são visitantes que informam dados pessoais em troca de uma oferta. Eles são potenciais clientes.

Mas para gerar estes leads, apenas um formulário de contato não basta. Isso porque nem todos os visitantes do seu site estão querendo contato comercial com a sua empresa naquele momento. Portanto, existem outras maneiras de gerar leads e uma delas é criando ofertas de conteúdo (que também chamamos de “conteúdo rico”) baseadas na jornada de compra dos consumidores.

O que é “jornada de compra do consumidor”?

Antes de falar especificamente sobre conteúdo rico e como gerar leads qualificados, é interessante você conhecer e entender a jornada de compra do consumidor, para poder planejar seus conteúdos de forma adequada.

A jornada de compra define o caminho que o consumidor ou persona percorre para realizar uma aquisição, desde o momento em que a persona nem mesmo sabe que está precisando de algo, até o momento da compra. Pode ser que você encontre outros “modelos” por aí, mas o que nós costumamos usar (e é eficiente) é esse aqui:

Conscientização > Consideração > Decisão
Conscientização:

É quando o consumidor ainda não se deu conta, ou apenas suspeita, de que tem um problema ou uma necessidade. Isso significa que a sua empresa precisa orientá-lo para fazer com que ele entenda melhor seu problema e que é possível resolvê-lo. Os conteúdos que criamos para essa etapa são chamados de “topo de funil”.

Por exemplo: Você tem uma imobiliária e sua persona é Lúcia. Ela tem 30 anos e mora com sua família em uma casa alugada. Sua renda mensal é modesta, o que para ela significa um grande empecilho para sair do aluguel e adquirir a casa própria, mesmo que financiada. Exemplo de conteúdo direcionado para essa etapa: Post de blog “É possível sair do aluguel sem ter dinheiro sobrando?”. 

Consideração:

Nessa etapa, o consumidor já se aprofundou no assunto e está, como o próprio nome indica, considerando possíveis soluções para resolver seu problema ou necessidade. Nesse momento, o papel da sua marca é o de indicar boas soluções e alternativas pertinentes para ele. Os conteúdos dessa etapa são denominados “meio de funil”.

Exemplo: Lúcia se deu conta que é possível sair do aluguel e comprar a casa própria com sua renda atual, mas para não ficar no aperto, precisa ter uma “margem de segurança”, então ela precisa descobrir maneiras para se manter segura nesse processo de compra, ela precisa de um verdadeiro impulso para perceber que está no caminho certo. Exemplo de conteúdo: “Infográfico: Como juntar dinheiro para financiar a casa própria: ideias de renda extra”.

Decisão:

Esse é o momento em que o consumidor está decidido a fazer a compra, ele apenas precisa de um “empurrãozinho” para saber qual opção é a melhor para ele. Geralmente, empresas que não tem uma jornada de compra estruturada e não geram leads através de conteúdo, acabam trabalhando apenas essa etapa, chamada de fundo de funil, perdendo a oportunidade de educar seus consumidores como é feito no topo e no meio de funil.

Exemplo: Lúcia já sabe o caminho que vai seguir, ela vai trabalhar como manicure nas horas vagas e conversou com seu marido, que vai buscar um novo emprego que pague um pouco mais. Depois disso, eles partem para a escolha do imóvel e precisam de uma ajuda para reunir características que eles precisam: preço adequado para a realidade em que eles vivem, sem precisar morar muito longe do centro da cidade.  Exemplo de conteúdo: Portfólio com 10 imóveis de melhor custo-benefício da Imobiliária X (sua imobiliária).

Quais são os tipos de oferta?

Após entender a jornada de compra, é importante ressaltar que existem dois tipos de oferta de conteúdo que irão te ajudar a gerar leads qualificados: a oferta direta e a oferta indireta.

Ofertas indiretas:

Aqui se enquadram ofertas de todas as etapas da jornada de compra, mas com ênfase maior no topo de funil e meio de funil. São exemplos comuns de ofertas indiretas: ebooks, guias, infográficos, webinars, etc.

Ofertas diretas:

Aqui estão todas as ofertas relacionadas à compra de um produto ou serviço, por exemplo: solicitação de orçamento, período de testes grátis, demonstração do produto, cupons de desconto ou até mesmo a compra. Se formos considerar a jornada de compra do consumidor, aqui se enquadram apenas as ofertas de fundo de funil. Ou seja, ofertas que estão direcionadas para consumidores que já reconheceram um problema ou necessidade e estão decididos a adquirir determinado produto / serviço.

O que são “conteúdos ricos”?

Agora que você conhece a jornada de compra e sabe a diferença entre oferta direta e indireta, é importante entender qual é o significado de “conteúdo rico”. Basicamente, é qualquer tipo de conteúdo que, independente do estágio da jornada de compra (topo, meio ou fundo), irá oferecer um material interessante para o consumidor.

É preciso que o conteúdo que você criou tenha qualidade suficiente para o visitante do seu site trocar seus dados, como “email”, “telefone” e outras informações pessoais para poder ter acesso ao material, realizando aquilo que chamamos de conversão, se tornando um lead. O conteúdo rico é aquele conteúdo que vale a pena ser acessado.

Quando falamos de Inbound Marketing, (se você não sabe o que é isso, visite o nosso blog) os conteúdos ricos são essenciais para o bom funcionamento da metodologia, salvo casos específicos. Isso porque é o conteúdo rico que guia o avanço de suas personas pela jornada de compra, além de claro, tornar sua marca autoridade e referência no segmento de atuação.

Para oferecer o acesso aos conteúdos e gerar leads qualificados, você precisará fazer uso de ferramentas como um formulário ou uma landing page (página de captura), para aprender a fazer isso, leia nosso artigo completo sobre Inbound Marketing. Ou se estiver com dificuldades, fale com a gente!

CTA quero falar com um especialista em marketing para gerar leads qualificados

Como o Araucária Residencial conseguiu 381 potenciais clientes interessados em comprar seu empreendimento em menos de 2 meses

Como conseguir clientes para vender imóveis

Neste artigo, eu vou te dar dicas práticas de marketing digital para vender imóveis, que com certeza podem te ajudar imediatamente a conseguir melhores resultados, principalmente se você adotar as estratégias de divulgação que estou propondo. Isso serve para todos os tipos de imóveis, desde os com valores mais baixos, como os que participam do programa Minha Casa Minha Vida, até os imóveis de médio e alto padrão, com valores mais elevados.

O que o artigo pretende ajudar a responder:

– Como divulgar um empreendimento imobiliário no facebook e ter resultados;

– Qual a verba ideal para divulgar um empreendimento imobiliário;

– Como preparar minha equipe comercial para dar a tratativa ideal para os contatos gerados;

Mas antes de partir para a ação, vou detalhar os ingredientes da receita de sucesso:

  1. Posts no Facebook: Esqueça os posts “bonitinhos”, mas ordinários. Isto é, posts que são produzidos sem planejamento adequado para criação de uma identidade de marca, mas que até são bonitos visualmente. Se não existe um planejamento visual para criar uma identidade para para a construtora, eles só servem para alimentar o ego da sua agência ou o seu próprio. E vem aquela velha pergunta: Você quer encher o ego ou o bolso?
  2. Anúncios patrocinados: Facebook é um veículo de comunicação e não uma instituição de caridade e qualidade é melhor que quantidade. Considere esses dois fatores e pare de fazer diversas postagens por semana que não são impulsionadas com uma verba adequada. Novamente, esse tipo de postagem só serve para uma coisa: Alimentar o ego de quem cria ou criar uma falsa sensação de que o empreendimento imobiliário está sendo bem divulgado. Quer fazer direito? Faça poucos posts, bem planejados e todos impulsionados, nunca muitos posts “engraçadinhos” sem planejamento.
  3. Meça resultados: Toda métrica tem que ser feita considerando o número de leads gerados. Leads são potenciais clientes que interagiram com uma empresa na internet. O caminho que um lead qualificado deve percorrer é: visitante > lead > oportunidade > venda. 1.000 visitas > 300 leads >100 oportunidades > 10 vendas. Isso é um funil de vendas!
  4. Automação de marketing: Sem um software de automação de marketing e geração de leads como o RD Station, por exemplo, você está apenas brincando no Facebook e não está tendo uma estratégia de marketing digital de verdade. Existem outros softwares que nós já testamos aqui na agência, mas nenhum se mostrou tão eficiente e tão bom quando se trata de suporte estratégico e técnico quanto o RD.
  5. Segmente seu público: Impulsionar no Facebook vai muito além daquele botão que ele oferece “impulsione aqui” e te permite selecionar apenas “região”, “sexo” e “idade” de quem vai receber a postagem. Dentro do gerenciador de anúncios, você tem diversas outras opções para segmentar seu público. Pare para pensar em quanta informação o Facebook possui sobre o comportamento de seus usuários. Você acha mesmo que ele não iria usar isso para vender espaços publicitários? Por exemplo: Você sabia que é possível anunciar no Facebook apenas para quem gosta de gatos e mudou o status de relacionamento para casado nos últimos 6 meses? Pois é…

Se quiser se aprofundar mais nesses assuntos, recomendo que baixe o nosso ebook “Principais ferramentas de marketing digital e como elas irão aumentar suas vendas“.

Principais ferramentas do marketing digital ebook

Agora que você já sabe conhece a “receita do sucesso”, vou explicar como fazer isso se transformar em uma máquina de vendas. Mas antes, dá uma olhada nesse pequeno glossário que preparei para te ajudar a entender melhor:

Leads: potenciais clientes que interagiram pela primeira vez com uma marca online.

RD: software de automação de marketing que monitora o comportamento dos leads e automatiza processos. Ideal para trabalhar Inbound Marketing.

Impulsionamento: É o valor programado para “pagar para o Facebook” mostrar o seu conteúdo para um perfil específico de pessoas.

Darkpost: Um post feito através do gerenciador de anúncios, que irá aparecer apenas para o público que você selecionou no patrocínio, caso você queira esconder a sua estratégia dos seus concorrentes.

Agora sim, vamos lá! Esses são os passos principais para você captar leads interessados em imóveis:

Passo 1:

Defina seu público-alvo, você também pode chamar de persona. Aqui nesse artigo a gente explica um pouco mais sobre o que são personas. É importante você definir sua persona para entender que tipo de conteúdo vai gerar curiosidade nesse perfil de público.

Passo 2:

Defina um conteúdo interessante para promover, pode ser uma tabela de preços, pode ser um guia com lista de imóveis com um determinado perfil. Mas evite os já manjados e batidos ebooks, facilite a vida do comprador.

Passo 3:

Defina uma verba. Para conseguir 381 leads na região de Ponta Grossa-PR que tem aproximadamente 350 mil habitantes, uma sugestão é dividir o número de habitantes por um número entre 80 e 200. Você terá uma verba razoável. 350.000/80 = R$ 4.375 sendo R$ 2.187 por mês. Essa é apenas uma fórmula, você precisa analisar uma série de outros fatores como margem de lucro, potencial de faturamento do negócio, etc. O que vale reforçar novamente, é que sem investimentos consistentes, sua estratégia de marketing digital para vender imóveis vai ficar comprometida.

Passo 4:

Monitore, através do RD Station, o índice de conversão e a qualificação dos seus leads.

Painel de monitoração de leads Inbound Marketing

Este é o painel simplificado de monitoração de leads no processo de Inbound Marketing.

Passo 5:

Treine sua equipe para receber os leads, integre eles na campanha, mostre o que está sendo divulgado e crie um script base. Aquele vendedor que fala:  “eu não preciso de script”. Repense se ele cabe em sua equipe, afinal, é a marca da sua construtora que esta em jogo. Vale criar gatilhos mentais específicos para cada abordagem ou para cada conversão realizada. Por exemplo, noivos que procuram o primeiro apartamento, serão impactados por palavras como: segurança, sonho, família, bebês. Veja maneiras de inserir essas palavras no script dos vendedores e assista a mágica acontecer!

Passo 6:

Monitore a evolução. Lembra que falei no início do caminho do lead?

Monitore quantas visitas viram leads. Quantos leads viram oportunidades. Quantas oportunidades fecham negócio. Aí pode surgir outra dúvida: “Como definir o que vira oportunidade?” Eu gosto da classificação que diz que o lead que tem as características básicas para se tornar um cliente é uma oportunidade. Isto é, possui a renda adequada? Possui interesse em comprar um imóvel com esse estilo que você está vendendo? Se ambas as respostas são sim, já podemos dizer que é um lead qualificado.

Conclusão

Repense suas campanhas a cada 2 meses. Esqueça de uma vez por todas essa loucura de ficar postando todo dia no Facebook, isso serve apenas para alimentar egos. Facebook é um veículo e marketing digital se faz com planejamento, investimento e métricas de resultado.

Se você precisa de ajuda para gerar mais leads e vendas em seus empreendimentos imobiliários, nós podemos te ajudar, converse com um especialista da yard.

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