Aumente a velocidade do seu site com AMP (Accelerated Mobile Pages)

O celular está na nossa mão o tempo todo, utilizamos para conversar com os amigos, para trabalhar, jogar, acompanhar notícias, e para uma infinidade coisas. Segundo dados da SEMrush (Empresa de software que oferece soluções para marketing online), no Brasil mais de 50% de todo o tráfego no site de buscas são feitos através do smartphone.

Esse crescimento das buscas via mobile despertou a necessidade de melhorar a experiência do usuário, visto que a qualidade e o carregamento em dispositivos móveis deixava muito a desejar por diversos problemas, como, cobertura da rede, dispositivo e otimização dos próprios sites de destino. Tudo era muito frustrante, lento, o que se tornava um desafio de paciência para o usuário.

Em 2015 com a ideia cravada do “mobile first” a Google em parceria com outras empresas, como, Linkedin e Twitter, lançaram o AMP Project. A iniciativa AMP surgiu dessa necessidade de melhorar a navegação no mobile para todos, seja usuário, plataformas ou editores. Ao fazer buscas via smartphone você já deve ter notado em alguns resultados, um ícone de um raio no canto esquerdo, ao lado da url do site. Esse é o símbolo do AMP.

Exemplo de uma página que possui AMP (Accerated Mobile Pages).

 

Então, como o AMP funciona?

As páginas que utilizam o AMP são basicamente como qualquer outra página HTML, porém elas oferecem um conjunto limitado de recursos, que são definidos por regras e especificações do Accelerated Mobile Pages, essas páginas são carregadas e funcionam em qualquer navegador popular atualizado.

Para priorizar a velocidade e oferecer uma experiência mais veloz ao usuário, os arquivos AMP não priorizam a aparência do conteúdo, dessa forma consegue-se construir uma estrutura mais básica que pode acelerar o tempo de carregamento das páginas do website.

Outra forma de utilização das páginas AMP, é que elas podem ser armazenadas em cache na nuvem, isso ajuda a reduzir mais ainda o tempo de carregamento do dispostivo móvel. Essa combinação de recursos faz com que as páginas de destino obtenham um melhor desempenho de forma geral.

O artigo do RD Summit 2019 publicado no site da yard utiliza AMP.

Porque você precisa considerar o AMP

Neste artigo falamos que páginas que demoram até 3 segundos para carregar são ideais para usuários. Com o Accelerated Mobiles Pages, elas poderão alcançar um posicionamento orgânico melhorado nas pesquisas do Google. Sim, esse é um dos critérios que o algoritmo usa para pontuar as páginas de destino e ranqueá-las.

Bom, se você chegou até aqui já deve ter percebido como é importante ter um site que carrega rápido no smartphone,  você consegue reter mais tráfego e ainda posicionar melhor o seu site, agregando uma estratégia de SEO.

Sites lentos impactam diretamente nas vendas, já pensou em quantos possíveis clientes você pode estar perdendo por não oferecer uma experiência rápida?

Curtiu o artigo? Se quiser saber melhorar seu site e criar estratégias de marketing que funcionam, diga um oi, que nós podemos te ajudar!

 

 

O que é User Onboarding

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User Onboarding é o conjunto de ações que uma empresa, geralmente de software, toma na entrada de novos clientes para garantir a utilização completa de seu sistema. Isso é feito através de checklists, reuniões, videoaulas, entre outros e visa a redução das taxas de cancelamento e a melhor experiência para o usuário iniciante.

Para entendermos o que é User Onboarding, primeiro é legal saber de onde ele veio. O termo foi criado pela indústria de software para resolver um problema muito comum. As pessoas contratam um serviço, acabam não utilizando todas as suas funções e após um curto período de tempo, cancelam o contrato.

Isso acontece porque as pessoas, em geral, não têm tempo para aprender a operar o sistema (muitas vezes não tem paciência mesmo). E também porque a empresa que desenvolve a solução, acredita cegamente que o seu sistema é “fácil de usar” e acaba não desenvolvendo uma metodologia de User Onboarding eficiente.

Essa lógica serve para qualquer segmento, até mesmo para um restaurante. Quando você vai ao Outback, por exemplo, o garçom pergunta: é a primeira vez no Outback? Se a resposta for sim, ele faz o “user onboarding” deles e te apresenta o conceito do restaurante e o menu. É uma ótima maneira de fazer o cliente se sentir acolhido.

 

1. Vamos começar a entender o que é user onboarding

Podemos fazer uma analogia com a entrega técnica que ocorre em concessionárias de veículo para ajudar a entender o que é  user onboarding. Já pensou entrar em uma Mercedes, como essa abaixo, sem saber operar todos esses botões? É por isso que você só sai de uma loja desse porte, com seu carro novo, depois de ter recebido a entrega técnica.

Que consiste basicamente em te ensinar e operar todas as funções do carro. É pouco provável que você vá devolver um carro desses porque não sabe mexer no seu painel, mas com certeza você vai “fuçar” em tudo até entender seu funcionamento. O problema é que, quando se trata de software, o usuário quase sempre não tem paciência para ficar fuçando, como ele teria com uma Mercedes.

o que é user onboarding

Já pensou ter que operar essa Mercedes sem receber nenhuma oritenção?

Aí você pode perguntar, mas precisa ensinar a operar um carro, “operar um carro” não é óbvio? Talvez há alguns anos atrás um carro era só um carro. Hoje em dia com todos os avanços tecnológicos, um carro possui muitos componentes eletrônicos que deixam sua operação mais complexa. Por isso, mesmo que o seu software tenha uma interface intuitiva com uma usabilidade nota 10 (UX). Lembre-se da frase:

O que é óbvio para você não é óbvio para os outros“.

Você deve ter um processo montado com passos pré definidos que inicia na prospecção do lead correto. Quer dizer que não tenho que vender pra todo mundo? Não, você precisa definir o seu Perfil de Cliente Ideal também chamado de PCI. Cliente que não tem perfil para o seu produto/serviço, tem altíssima chance de cancelar em curto período de tempo. Clientes que cancelam o contrato em pouco tempo (2, 3 meses) dão prejuízo para qualquer negócio com modelo de receita recorrente.

o que é user onboarding

Uma interface bem resolvida não é suficiente para fazer o usuário operar 100% do sistema

2. Como fazer?
  1. Defina o PCI (já falei anteriormente);
  2. Tenha uma estratégia de OutboundInbound Marketing estruturadas;
  3. Mapeie com sua equipe de suporte as principais reclamações;
  4. Mapeie com todos os clientes que cancelaram, os motivos para o cancelamento (invista tempo e energia aqui), essa etapa vai te ajudar não só a criar estratégias para evitar cancelamentos, mas para criar o PCI corretamente;
  5. Orce e planeje o formato mais eficiente. Pode ser parcerias, vídeos, tutoriais ou checkpoints para um CS interno desenvolver. Abaixo vou falar sobre duas estratégias de empresas diferentes.
3. Exemplos

Resultados digitais – Um dos maiores cases de growth hacking brasileiro dos últimos anos. É uma das pioneiras em software de inbound marketing no Brasil. É a empresa que desenvolve o RD Station. Destaco quatro pontos bem interessantes na estratégia deles:

  1. Parceria com agências. Eles perceberam que dificilmente uma empresa consegue implantar uma metodologia de inbound marketing sozinha. E que quando a empresa tem uma agência homologada (como a yard), contratada para ajudar no dia a dia do marketing digital, as taxas de churn (cancelamentos) eram bem menores. Então, o que eles fizeram? Desenvolveram um sólido programa de parceria e treinamento e homologação de agências. Com programas de comissionamento, eventos exclusivos, indicação de clientes e até eventos exclusivos. Além da possibilidade da agência receber  mentoria e investimentos, isso se cumprir alguns requisitos, é claro. Com quem você pode fazer parcerias para implantação do seu software? Contadores? Engenheiros?
  2. Só vendem se pagar implantação. A única forma de contratar o software RD Station sem pagar implantação é contratar através de uma agência parceira. Se não, só pagando. Essa é uma forma de filtrar os curiosos que muito provavelmente não PCI da empresa.
  3. Processo com checkpoints bem definidos. Dentro do software, existem checkpoints pré-definidos que o usuário tem que cumprir para considerar a implantação completa. Se você não cumprir isso, a implantação não será considerada completa. Seja ela feita através de uma agência ou através do programa implantação direto. Lembro novamente da frase que citei no início do texto. O que óbvio para você não é óbvio para os outros. Portanto, tudo deve estar previsto, até as coisas mais óbvias e básicas, como cadastros iniciais.
  4. Ter um CS para acompanhar cada cliente. Todo cliente precisa de alguém responsável por ele dentro da empresa. Coloque tarjas vermelhas no dashboard inicial para mostrar que as configurações básicas não foram cumpridas. O CS deve fazer reuniões (que podem ser virtuais) com os clientes até que tudo esteja 100% cumprido. E claro, coloque um prazo para tudo isso acontecer depois do fechamento do negócio.

Conta Azul É um sistema de gestão financeiro completo. Desde módulos de emissão de NF’s e boletos até controles e relatórios mais complexos.

Aqui é um exemplo não tão bom. Apesar de eles terem tutoriais em texto e vídeo muito bem elaborados. Eles não tem um processo que exige a implantação. Isso acelera as vendas, mas pode aumentar a taxa de churn também. De nada adianta botar 100 clientes para dentro se 99 cancelam em menos de 6 meses.

Eles provavelmente não tem uma cultura de implantação, até porque o contrato mínimo é de 12 meses (parcelados no cartão) é como se você fizesse uma compra parcelada em 12 vezes. Não tem muito como se arrepender. Mas após os 12 meses iniciais, tudo pode acontecer. O vendedor me falou: – “Ah! Você não precisa, pelo teu perfil você não terá dificuldades em operar o sistema”. Lêdo engano, apesar do sistema ter realmente uma interface excelente, sua operação não é tão simples assim. Existe diferenças entre emitir uma cobrança avulsa e emitir uma cobrança recorrente, por exemplo. Isso faz o caminho para a inclusão de dados ser completamente diferente.

Eles enviaram um email de boas vindas, com todos os tutoriais em vídeo e por escrito, online. Isso é muito legal também. Mas isso somado a um processo de implantação simples com checkpoints e um CS “temporário” que acompanha o cliente pelos primeiros 30 dias, na minha opinião, é mais eficiente.

4. O que o marketing digital tem a ver com isso?

Se você já tem uma estratégia consistente de outbound marketing ou de inbound marketing, precisa montar uma estrutura comercial para empresas de TI, para atender a demanda gerada por essas duas metodologias. Depois disso, é só conferir a conta bancária? Agora você já sabe que não. Saber o que é user onboarding é essencial para o sucesso do crescimento de empresas do segmento de tecnologia.

o que é user onboarding

Só investir em marketing digital não é suficiente para “encher o bolso”

Depois de colocar tantos clientes para dentro do seu negócio é muito importante ficar atento às taxas de churn (indicador que mostra o quanto uma empresa perdeu de clientes em um determinado período). E implantar os processos. Agora que você já sabe o que é User Onboarding.

“A melhor maneira de reduzir a taxa de churn é saber o que é User Onboarding e aplica-lo no negócio”.

5. Dica de ouro:  teste sistemas que tem versão grátis.

Para finalizar este artigo sobre o que é user onboarding fica aqui uma analogia à ideia criada pela Xerox chamado de benchmarking. Consiste basicamente em coletar os melhores indicadores e práticas do mercado. A grande sacada é que as empresas de software, muitas vezes tem versões grátis do seu sistema que inclui o processo de user onboarding. Use muito, faça testes, simule contratações. E para algumas mais especiais, vale até pagar alguns meses ou a implantação, se for o caso, só para conhecer as melhores práticas.

6. Como fazer um bom briefing para user onboarding

Existe uma citação de Arthur Schopenhauer que diz: O importante não é ver o que ninguém nunca viu, mas sim, pensar o que ninguém nunca pensou sobre algo que todo mundo vê.

Essa frase ilustra de forma perfeita como fazer qualquer tipo de briefing com um cliente, seja qual for o seu ramo. O cliente quase nunca admitirá suas reais falhas e pontos fracos. E isso é natural, quando eu estou falando da minha própria empresa também vou ter essa mesma dificuldade. Afinal de contas o dono do negócio normalmente é apaixonado pelo que construiu, defende sua empresa com a mesma energia que defende um filho. Só que isso é perigoso e pode acarretar em decisões erradas de gestão.

Não aceite a primeira resposta.

Normalmente a primeira resposta é dada no automático e não reflete a fundo a realidade do negócio. Uma dica é uma técnica usada em vendas que consiste em perguntar: – “me explique um pouco melhor isso”. Esse simples ato de induzir o cliente a falar um pouco mais, faz com que ele mesmo reflita melhor sobre o que acabou de dizer. Muitas vezes ele mesmo muda sua opinião inicial após alguns minutos conversando mais profundamente. E aí exatamente aí que moram os melhores insights para o início de um projeto. São nas respostas ‘ocultas’ que você consegue tirar do cliente informações que nem ele mesmo sabia que tinha.

Tenha um roteiro de perguntas.

Sem um roteiro, é muito fácil você se perder e acabar esquecendo alguns detalhes. Coloque no seu roteiro até mesmo dados básicos como nome da empresa, descrição básica, data de fundação, quem participou dessa reunião com email e telefones de contato. Com o passar do tempo, você vai adquirindo experiência e pode fazer observações (só para você) em cada pergunta do seu briefing para te ajudar a lembrar algum detalhe. Como por exemplo: nesta pergunta lembre-se de perguntar o motivo que o cliente escolheu essa resposta.

Mãos à obra

Com todos os dados em mãos agora você pode projetar o seu user onboarding de forma mais precisa. Mas eu gosto muito de voltar ao exemplo de um restaurante, para mostrar que a lógica do user onboarding não precisa ser restrita apenas ao segmento de tecnologia. Treine os garçons para que eles tenham um roteiro a seguir quando o cliente entra no estabelecimento. 1. É a primeira vez aqui? 2. O que estão com vontade de comer hoje, carne ou peixe? 3. Gostam de pimenta? Etc. É lógico que no restaurante o “briefing” não pode ser muito extenso para não ser chato e cansativo, deve ser algo natural que ajude a recepcionar e deixar o cliente à vontade e que esteja alinhado com a proposta do local.

Para finalizar seu sempre afirmo que implantar um processo e saber o que é user onboarding, sempre vale a pena. Especialmente para uma empresa de software que quer crescer de forma sustentável e constante.

A yard é uma agência parceira da RD Station, especialista em atender empresas do segmento de TI. Se quiser bater um papo sobre estratégias de marketing digital para empresas de TI, me chama através desse link.

Como organizar o departamento comercial de empresas de TI

Como organizar o departamento comercial de empresas de TI
O departamento comercial de empresas de TI é algo que, com frequência, só é organizado de forma profissional depois que a empresa atinge um certo tamanho ou faturamento. Engana-se quem acredita que não é possível organizar isso desde o início de uma startup. Inclusive ter o departamento comercial organizado agregará valor para possíveis investidores.

Vou dividir o artigo em duas partes. A parte 1 trata da estrutura comercial e a parte 2 das ações para nutrir essa estrutura.

Parte 1 – Estrutura comercial.

Já começo citando um dos livros mais importantes para quem tem uma empresa de TI. Chama-se “Receita Previsível” de Aaron Ross e Marylou Tyler. Basicamente o livro apresenta de forma simples como implantar a metodologia de vendas outbound ou prospecção 2.0. Se você é diretor de uma empresa de TI, o livro é leitura obrigatória. Veja aqui uma comparação de preços.

A estrutura apresentada no livro é inicialmente composta por apenas 2 pessoas:

  • Um SDR (Sales Development Representative), responsável pela qualificação de potenciais clientes (leads).
  • Um Executivo de Contas, responsável pelo fechamento dos negócios.

A metodologia do livro possui algumas diferenças entre outras metodologias encontradas por aí, inclusive pela própria Resultados Digitais. Como quase tudo no mundo atual, não acredito que existe metodologia 100% correta nem 100% errada. Você deve adaptar cada uma à sua realidade e ao que você acredita. Por isso vou deixar organizado aqui o que eu indico que funciona muito bem para empresas de TI.

No livro eles defendem muito a ideia de que o SDR não pode, de jeito nenhum, fazer fechamentos de vendas e que o Executivo Comercial não pode, de jeito nenhum, gastar tempo fazendo prospecção e qualificação. Isso faz bastante sentido, a remuneração variável desses profissionais também deve seguir esses parâmetros.

Por exemplo, quem ganha comissão por fechamento é o Executivo. O SDR deve ganhar comissão sobre o número de oportunidades aceitas pelo executivo, nunca pelas vendas feitas. Até porque isso não é sua responsabilidade. Já pensou você receber uma remuneração variável através de uma variável que não depende de você?

Essa é a estrutura básica apresentada pelo autores do livro, 2 pessoas. Mas eles defendem também a separação dos profissionais que qualificam leads vindos de prospecção ativa – o chamado Cold Calling 2.0 – e dos leads vindos do inbound marketing.

Eu acredito que para uma empresa que está iniciando, ter apenas uma pessoa para qualificar tantos os leads vindos do inbond marketing quanto os leads vindos da prospecção ativa é suficiente. A medida que a empresa for crescendo e principalmente, o volume de leads gerados, você pode começar a pensar em separar as duas funções.

Como funciona a estrutura em etapas simples:

1 – Crie uma forma de geração contínua de leads/oportunidades vindas através do inbound marketing. Para te ajudar nesse processo você usar uma ferramenta como o RD Station, por exemplo. Você pode fazer isso internamento ou contratando uma agência. Se optar por contratar uma agência, solicite uma proposta para nós, a yard. é especialista em inbound marketing para o segmento SAAS.

2 – Crie uma rotina para o SDR fazer prospecção ativa, durante algumas horas da semana, a também chamada Cold Calling 2.0. Basicamente consistem em enviar até 50 emails por dia para potenciais CEO’s (para emails corporativos reais que o SDR deve conseguir através de linkedin, de outra rede social ou mesmo através de indicações). O email tem uma estrutura mais ou menos assim: Olá fulano, eu represento a empresa X, somos especialistas em desenvolver XX. Quem é a pessoa ideal na sua empresa para eu falar sobre isso? A ideia não é fazer email marketing, por isso a limitação de caracteres e da quantidade de emails. Os disparos devem ser manuais e não automáticos. Devem ser selecionados a dedo pelo SDR.

3 – Faça reuniões de apresentação (virtuais ou presenciais) dependendo do perfil do teu produto, conduzidas pelo SDR. Para as pessoas indicadas por quem respondeu o email ou por quem avançou na jornada de inbound.

4 – Qualifique, através do SDR, as oportunidades vindas do inbound (etapa 1), os chamados MQL’s (Marketing Qualified Leads) e qualifique as oportunidades vindas da prospecção outbound (etapa 2).

5 – Passe os leads pré-qualificados pelo SDR para o Executivo Comercial também chamado de vendedor ou Closer. Alguém responsável exclusivamente por fechar as vendas.

6 – Estabeleça metas independentes para cada um deles. O SDR deve ter metas de oportunidades geradas, já o Executivo metas por vendas fechadas.

OBS adicional: Normalmente as oportunidades geradas pelo SDR devem ser aprovadas pelo executivo para ser contadas como oportunidades reais.

Mas e como é que o SDR qualifica os leads? Uma das formas que mais gosto, é o mesmo critério que utilizamos para criar as campanhas de inbound e qualificar os leads para transforma-los em MQL’s. Chama-se BANT:

Budget (orçamento)

Authority (autoridade)

Need (necessidade)

Timing (tempo)

O lead tem o orçamento disponível para o seu produto? Vocês está falando a pessoa que tem o real poder de decisão na empresa? Ele tem real necessidade disso ou você está empurrando o produto? Ele urgência para fechar negócio?

Se a resposta for sim para pelo menos 3 dessas questões, é provável que ele seja um lead qualificado e então deve ser repassado para o executivo comercial finalizar a venda.

Parte 2 – Ações para nutrir a estrutura comercial

Se você está pensando que vai ler uma fórmula mágica, desculpe a decepção, porque isso não existe. Mas calma! Nem tudo está perdido, é possível fazer previsões de venda mais precisas. E não estou falando de previsões com base em histórico de vendas passado nem com base em benchmarking. Essas duas técnicas, aliás, são muito interessantes e se você já as domina, leia a técnica a seguir e se torne um verdadeiro mago das vendas.

Você provavelmente já deve ter ouvido falar em funil de vendas. O funil é o processo de uma venda, do início ao fim, ele é dividido entre topo, meio e fundo. Tudo começa no topo com o número de contatos recebidos ou prospectados. No meio temos o número de propostas realizadas e enviadas. Já no fundo temos as vendas fechadas. O funil de vendas serve para planejar as ações e abordagens e orientar estratégias de marketing, especialmente no marketing digital e também para projetar investimentos e potencial de crescimento das vendas.

A ideia é que você consiga chegar a duas conclusões:

– Qual é o investimento necessário para gerar “X” contatos de topo de funil.

– Quantas vendas em média você faz a partir desse número de contatos gerados.

Com essas duas respostas em mãos é possível fazer um planejamento de investimento mais consciente e preciso. Pois você saberá quantas vendas espera conseguir com uma determinada ação. Além disso o setup mental da sua equipe muda completamente, pois vocês não focarão mais nas metas de vendas e sim nas metas de prospecção ou contatos gerados.

Talvez até aqui, nenhuma novidade para você. A grande sacada é que através de uma técnica chamada inbound marketing, é possível gerar contatos de forma automatizada e nutrir as pessoas interessadas no seu segmento com informações relevantes e pertinentes para elas. Assim você obtendo respostas para as duas conclusões que citei acima, conseguirá determinar: quanto investir, quantos contatos topo de funil irá receber, quantas propostas sua equipe de vendas fará e consequentemente atingirá suas metas de vendas e conseguirá o tão sonhado número de vendas futuras.

Quer falar com um especialista em marketing digital para empresas de SAAS e melhorar seus resultados comerciais? Diga um oi, nós podemos te ajudar!

CONECTE-SE AO SEU CLIENTE, USE MICRO-MOMENTOS

Você já ouviu falar em micro-momentos? A Google revela que criou esse termo pensando na jornada de compra dos consumidores, um passo a passo de como eles pensam e agem. Preparamos um artigo completo contando o que é, como funciona e como pode ajudar a sua marca a conquistar esses clientes.

Os smartphones impactaram a forma de como usamos pouco tempo para fazer várias coisas, assim mudando o comportamento de consumo. Hoje o desafio está em conquistar o consumidor em micro-momentos, esses momentos são fragmentos de tempo, em que a tomada de decisão ocorre.

Um exemplo prático de micro-momento é quando se está com fome, porém não se tem tempo para preparar um jantar ou até mesmo não tem ingredientes para fazer um simples lanche, então o que fazemos? Pesquisamos, pegamos o smartphone, abrimos o Google e fazemos uma breve busca sobre deliveries, provavelmente você irá verificar o tempo de espera e escolherá aquele que tiver o melhor prazo. Logo depois a comida chega, você não precisou buscar até o local, enfrentar filas e nem sequer teve que falar com alguém, ou seja, o smartphone resolveu o problema em poucos minutos.

A busca em dispositivos móveis só aumenta e tende a ultrapassar o desktop

O Google mostra que os micro-momentos estão divididos em algumas situações, como:

“Eu quero saber”, hoje temos as informações na ponta dos dedos. Isso acontece quando as pessoas utilizam o smartphone para suprir uma vontade momentânea de aprender ou comprar algo. O consumidor ouviu algum termo desconhecido, o que ele faz? Pesquisa direto no Google.

“Eu quero ir”, esse micro-momento está relacionado diretamente com economia de tempo, as pessoas querem encontrar o que precisam, perto de onde moram, ou de onde estão. Por isso é muito importante que sua empresa esteja indexada no Google My Business, pois ao fazer a busca, seu endereço físico ficará disponível e visível para o usuário.

“Eu quero fazer”, o smartphone aumentou a acessibilidade de aprender a fazer, onde você estiver, os usuários podem facilmente resolver problemas do dia-a-dia na palma de suas mãos. Para este micro-momento deve-se considerar o consumo de vídeo, tutoriais que ajudam e auxiliam o usuário seguir o passo a passo.

“Eu quero comprar”, com a vasta quantidade de informação online, a tomada de decisão pode acontecer em apenas alguns minutos. Podemos afirmar que aqui é o fundo do funil, onde o consumidor está disposto a efetuar a compra.

Então onde está sua marca quando o cliente precisa?

 

Esteja presente em cada passo do seu consumidor na jornada de compra

 

Em um universo com tantas opções aparecendo, sugestões são sempre bem aceitas. O consumidor não consulta apenas a família e amigos mas toda a informação online que está disponível, por exemplo: como chegar, onde encontrar, que carreira seguir.

Com a disponibilidade 24 horas do smartphone, as pessoas fazem pesquisas a todo momento, as marcas tem acesso a toda jornada de compra do consumidor ponto a ponto, dessa forma podendo influenciar diretamente na tomada de decisão.

O próprio Google aponta que os consumidores querem ter as melhores experiências até mesmo nas pequenas compras, coisas do dia-a-dia, segundo a gigante de pesquisas, as buscas com o termo “melhores” tiveram mais de 100% de crescimento nos últimos dois anos como é o caso de “melhores guarda-chuvas”, que obteve 140% de crescimento e melhores acessórios de viagem com 110%. Isso mostra uma grande oportunidade para vários nichos do mercado se posicionarem como aliado dos consumidores no processo de ajuda na tomada de decisão.

A personalização pode ajudar sua marca a atingir outra parcela desses novos consumidores, como “tênis para enfermeiros”, “tênis para usar com vestidos”, o próprio buscador do Google mostra essas sugestões, buscas específicas podem dar ideias de anúncios direcionados exclusivamente para aquele público. É muito importante analisar esses dados no seu mercado, você pode sair na frente e fazer o que o seu concorrente não faz.

Podemos dizer que nada se compara as avaliações, a sua experiência e de outros usuários com a marca, os comentários, o feedback. Quando um consumidor faz a pesquisa ele leva muito em consideração o que os outros escrevem. Dados mostram que a busca pelo nome do produto com o termo “review” na sequência aumentaram mais de 35%  nos dois últimos anos, ou seja esses consumidores que buscam e pesquisam a todo o momento querem tirar 100% de aproveitamento da compra, querem que a experiência seja a melhor possível.

Procure conhecer melhor o seu consumidor, como ele busca, como ele interage com os seus produtos. Analise os dados fornecidos pelo Google Analytics para obter informações mais precisas como: idade, sexo, região.

Melhore a experiência do usuário com uma navegação mais fluída para desktop e também otimize seu site para mobile pois há uma crescente em acessos nesses dispositivos e dependendo do produto ou serviço a intensidade de busca ultrapassa o desktop. Ajuste a velocidade de acesso ao site, algumas dicas são:

1 – Verificar imagens pesadas;

2 – Uso de scripts;

3 – Qualidade da hospedagem.

Otimização é fundamental para micro-momentos

A otimização em dispositivos móveis é fundamental na captura de micro-momentos

Se quiser saber mais em como otimizar seu site clique aqui, nós fizemos um artigo completo com mais dicas para melhorar o desempenho do seu site.

Produza conteúdos de qualidade para o seu consumidor, tenha certeza que você está o ajudando em cada micro-momento, é necessário atender bem ao que seu usuário precisa, passar confiança para que o mesmo crie um engajamento com a marca.

Para conquistar esse novo consumidor as marcas devem se atentar em otimizar a experiência do usuário, fazer com que ele encontre o que precisa, da forma mais rápida possível.

Nesse cenário as empresas terão que entender como conectar-se com seus clientes, dentro desses micro-momentos, por isso fique atento a jornada de compra do seu consumidor, e se aprofunde em manter uma boa experiência de compra, relacionando esses quatro instantes.

Quer otimizar sua campanha e impactar ponto a ponto o seu cliente na jornada de compra? Diga um oi, nós podemos te ajudar!

 

 

 

 

 

 

Machine Learning e outras tecnologias que você precisa conhecer

Você aí já ouviu falar em Machine Learning, Deep Learning, Big Data, entre outros termos ligados a inteligência artificial?

De forma bem resumida, a inteligência artificial é uma forma de fazer com que máquinas imitem o comportamento humano, por exemplo, para resolver problemas e aprender com o que está à sua volta.

Esses termos que citei no início do texto têm sido discutidos com frequência de alguns anos pra cá e eram temas que só ouvíamos falar em filmes.

A verdade é que as máquinas estão cada vez mais inteligentes e a tecnologia avança sem limites. Felizmente, hoje já é possível ter um pouco dessa inteligência artificial em nossa rotina.

Vou contar um pouquinho mais sobre esse assunto, explicar o que são essas tecnologias e como elas podem ser úteis para sua empresa.

 

O que é Big Data?

Big Data é um termo utilizado para grande volume de dados, porém não é a quantidade de dados disponíveis que importa e sim como as empresas utilizam. Cabe aos especialistas de Big Data definirem estratégias e qual a melhor maneira de se utilizar esses dados.

Por exemplo, a varejista americana “Target” cruzou dados para descobrir alguns padrões de compras feitos por mulheres grávidas. Num desses cruzamentos foi possível verificar que essas mulheres compram grandes quantidades de loção sem perfume. Dessa maneira, a empresa pode oferecer diretamente descontos relacionados a itens para as gestantes, sabendo o que elas consomem.

 

O que é Machine Learning?

Se você está ligado em tecnologia, provavelmente já ouviu falar em “Machine Learning”, que significa: Aprendizado de máquina. Essa tecnologia já está em uso há algum tempo e consiste em tornar máquinas capazes de resolver problemas, assim como nós humanos fazemos, sem precisar de uma função pré-determinada como é feita na programação, com entrada e saída de dados. Os computadores poderão aprender sem utilização de programação.

Um exemplo de aplicação de Machine Learning é o Google Photos, o software possui um conjunto de regras, onde são mostrados vários exemplos ao sistema, até que ele comece a identificar padrões de fotos, diferenciando umas das outras e criando, por exemplo, um álbum apenas com fotos de pôr do sol.

A Machine Learning ou “aprendizado de máquina” tem a origem de reconhecimento de padrões, que justifica a teoria de que máquinas podem aprender sozinhas, sem serem programadas para realizar tarefas específicas, apenas contando com um grande volume de dados. Utilizando dados e algoritmos, as máquinas podem identificar padrões e, a partir deles, criar conexões inteligentes, assim aprendendo de forma inteligente sem alguma interferência humana.

Existem duas categorias de aprendizado: Supervisionada e não supervisionada.

No modelo supervisionado, os humanos precisam interagir controlando a entrada e saída de dados. Já no modelo não supervisionado, é utilizado o “Deep learning” ou “aprendizagem profunda”, que consiste em processar tarefas sem a interferência de humanos.

 

O que é Deep Learning?

Como falei anteriormente, o Deep Learning é uma subcategoria de Machine Learning, onde a aprendizagem profunda é relacionada ao uso de redes neurais para gerar melhorias, como reconhecimento de fala e visão computacional. Indo direto ao ponto, ela aborda a construção e formação de redes neurais, essas redes estão se tornando cada vez mais promissoras e aplicáveis para diversos fins, sobretudo em indústrias, saúde, marketing, educação, entre outras. O Deep Learning é a tecnologia base para ferramentas como o Google Tradutor e a Siri (assistente da Apple utilizada em seus sistemas operacionais). Com enorme quantidade de poder computacional, as máquinas podem agora reconhecer objetos e traduzir voz em tempo real. O Deep Learning é a inteligência artificial de forma aplicável.

Inteligência Artificial é a inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software.

 

Veja agora 5 Exemplos onde são utilizados o Machine Learning:

 

1 – Mecanismos de buscas

Os mecanismos de busca também estão investindo pesado no uso de inteligência artificial a fim de criar experiências de busca mais completas e precisas para os usuários. O Google sempre valorizou a inteligência artificial, procurando sempre exaltar a máxima experiência do usuário, para que sejam as melhores possíveis.

Em 2015 eles lançaram o Rank Brain que tornou-se mais uma peça do motor de buscas, o sistema aprende sozinho e consegue filtrar ainda as pesquisas, em menos tempo e proporcionando resultados mais exatos.

 

2 – Navegação inteligente

O Google Maps, e outras ferramentas GPS utilizam essa tecnologia para orientar motoristas no mundo inteiro para pegar caminho mais rápido.  O aprendizado de máquina considera todas as variáveis que estão acontecendo em tempo real no trânsito, incluindo congestionamentos, para traçar a melhor rota, além de coletar dados de todos os veículos, para fazer análises preditivas a partir de padrões identificados neles.

 

3 – Exibir publicidade personalizada para você

Algumas gigantes da internet como a Google, dominam e lançam tecnologias cada vez mais poderosas se tratando de anúncios online, atualmente elas possibilitam o anunciante atingir muitas pessoas, gastando menos recursos do que em mídias tradicionais. Usando o Machine Learning foi possível segmentar mais ainda a publicidade podendo filtrar em grande escala o público-alvo.

 

4 – Carros sem motoristas 

Muitos acharam que esse dia não iria chegar, mas eles já estão por aí, carros que se deslocam sem a necessidade de ter um humano no controle. O aprendizado de máquina foi essencial para que o algoritmo aprendesse os padrões de milhares de motoristas, e é possível identificar mudanças nos semáforos, padrões de faixas na pista e até mesmo pedestres.

Você viu como o Machine Learning já está revolucionando o mercado de um modo geral, então como isso pode ajudar a minha empresa?

5 – Chatbots

Pode ser que você tenha falado com alguma empresa por algum canal online e nem mesmo tenha percebido que o seu atendimento foi realizado via “chatbot”, ou seja um robô virtual que se comunica de forma similar a um humano.

Existem dois tipos de chatbots, um baseado em regras e outro chamado de smart bot que utiliza o Machine Learning, a maior parte dos bots que encontramos são baseados em regras, são mais simples, porém ainda sim são ótimos e ajudam muito. Aqueles que utilizam Machine Learning são complexos e realmente podem simular a função de um atendente virtual, geralmente são usados quando o usuário precisa de mais interações.

Alguns dos benefícios do chatbot são:

  • Otimizar esforços de marketing, devido a sua base de dados e aprendizado ele pode sugerir produtos personalizados ao usuário.
  • É uma tecnologia instantânea, rápida e fácil de utilizar, a partir do momento em que o cliente inicia o chat, ele será prontamente atendido.
  • Reduz o custo operacional, pessoas podem ser direcionadas para tratar assuntos mais complexos e que necessitam mais atenção.

Diversos segmentos já adotaram essa ferramenta, entre elas o ramo de restaurantes tem utilizado para automação de pedidos. Ao abrir a conversa do Facebook, você terá um atendimento todo personalizado onde o bot disponibiliza o cardápio, mostra as formas de pagamento e soluciona várias dúvidas.

A interação Homem-Máquina é o futuro das relações.

 

Bem, a Google possui uma das maiores equipes de Inteligência Artificial do mundo e ela pretende aplicar o aprendizado de máquina em suas plataformas de anúncios e análise de dados como o Google Ads e Analytics. Com o aperfeiçoamento desses serviços, torna-se muito mais fácil encontrar o seu público-alvo e atingi-lo com uma personalização bem específica, que possibilitará ir diretamente na “dor” do seu cliente.

Marketing e Inteligência Artificial andam lado a lado quando se trata de melhorias para atingir seu público-alvo. Com essas tecnologias podemos criar diferentes soluções, melhorar o desempenho das campanhas trazendo um ótimo resultado.

Quer otimizar suas campanhas através de plataformas tecnológicas e trazer um melhor resultado para sua empresa? Diga um oi, que nós podemos te ajudar!