Mídia programática é essencial para sua empresa

A mídia programática é uma ferramenta recente e pouco utilizada no Brasil, porém, ela é um mecanismo muito poderoso.

Por muito tempo, a compra de mídia online foi realizada de forma manual e havia uma grande dificuldade em escolher os espaços publicitários.

Já pensou em negociar com cada site que você quer exibir anúncios? Esse trabalho consome muito tempo e dificulta na hora de definir um público-alvo, pela quantidade de opções que a web oferece, além de não haver uma padronização nos tamanhos de anúncios.

Foi para resolver isso que a mídia programática surgiu, é um processo que foge dos meios convencionais, é todo automatizado via software. Uma das plataformas mais conhecidas de mídia programática é o Google Ads, esse sistema revolucionou a publicidade online, trazendo mais eficiência e inteligência.

O Google Adwords se tornou Google Ads em 2018

Como funciona a mídia programática?

A grande sacada da mídia programática está em comprar a audiência e não os canais (websites, onde os anúncios são exibidos), de forma bem prática, você define seu público-alvo, por interesses, comportamentos, entre vários outros filtros e a distribuição dos anúncios fica por conta do software. Com base no que você definiu, ele irá mostrar os anúncios em diferentes sites da web para o público certo.

Esse tipo de mídia também abre espaço para fazer variações de anúncios, dessa forma o sistema vai aprendendo como seu público interage, e mostra os anúncios de melhor desempenho, rotacionando e ajustando em tempo real.

A mídia programática é indicada para todos os tipos de negócios, com ela é possível fazer campanhas voltadas a branding, também é possível gerar mais tráfego para o seu website, além da geração de leads.

A mídia programática possui algumas vantagens, como:

1 – Remarketing

Você já entrou em algum site e depois se viu perseguido por diversos banners?

Esse é o famoso remarketing, um método que consiste em mostrar anúncios para consumidores que já fizeram algum tipo de interação com a marca. Essa prática tem a intenção de fazer com que os consumidores que visitaram o seu site e não finalizaram a compra, voltem.

Ao clicar em um anúncio, um cookie é armazenado em seu computador e fica disponível geralmente por 30 dias, através desse registro o Google consegue identificar e exibir anúncios similares, ou até mesmo ofertas. Você já experimentou botar algum item no carrinho de compras e não a finalizar? Se sim, aposto que logo depois você deve ter recebido um anúncio deste produto, com 20% de desconto.

O remarketing está disponível em diversas plataformas de publicidade online, como: Facebook, Google, e Instagram. Se possível deve-se utilizar todas, se a verba disponível for limitada, deve analisar em qual plataforma a maior parte do seu público-alvo está presente.

A partir de tags instaladas no website, essa ferramenta consegue acompanhar todos os visitantes, desta forma é possível você atingir todas as pessoas que entraram na página inicial do website ou visitaram páginas específicas. Estrategicamente, pode-se oferecer descontos e outros produtos similares de menor ou maior custo de aquisição, integrando técnicas como as de Tripwire.

O remarketing oferece inúmeras possibilidades, chances de mapear, entender seus clientes e melhorar suas vendas. Se você não faz ainda, deve começar agora mesmo.

 

2 – Segmentação assertiva

Uma vasta gama de filtros ficará a sua disposição para montar o público-alvo, além de que o aprendizado de máquina consegue identificar potenciais consumidores de acordo com seu objetivo, por exemplo: mostrar anúncios de conversão para potenciais usuários que convertem mais.

A segmentação de audiência é a grande força da mídia programática

3 – Monitoramento e gestão de investimento

Na Dashboard, é possível controlar todos os custos a qualquer momento, você pode aumentar e diminuir as verbas da campanha. Pode-se também programar horários para as veiculações de anúncios, afim de otimizar seu investimento.

No final de tudo é possível analisar as métricas, o Google Ads por exemplo, oferece relatórios de diversos tipos, com campos personalizados para que você possa melhorar ainda mais as campanhas.

A mídia programática vem crescendo aos poucos e junto ao machine learning está revolucionando a publicidade online.

Curtiu o artigo? Se quiser saber mais como integrar essas estratégias de mídia programática diga um oi, que nós podemos te ajudar!

Machine Learning e outras tecnologias que você precisa conhecer

Você aí já ouviu falar em Machine Learning, Deep Learning, Big Data, entre outros termos ligados a inteligência artificial?

De forma bem resumida, a inteligência artificial é uma forma de fazer com que máquinas imitem o comportamento humano, por exemplo, para resolver problemas e aprender com o que está à sua volta.

Esses termos que citei no início do texto têm sido discutidos com frequência de alguns anos pra cá e eram temas que só ouvíamos falar em filmes.

A verdade é que as máquinas estão cada vez mais inteligentes e a tecnologia avança sem limites. Felizmente, hoje já é possível ter um pouco dessa inteligência artificial em nossa rotina.

Vou contar um pouquinho mais sobre esse assunto, explicar o que são essas tecnologias e como elas podem ser úteis para sua empresa.

 

O que é Big Data?

Big Data é um termo utilizado para grande volume de dados, porém não é a quantidade de dados disponíveis que importa e sim como as empresas utilizam. Cabe aos especialistas de Big Data definirem estratégias e qual a melhor maneira de se utilizar esses dados.

Por exemplo, a varejista americana “Target” cruzou dados para descobrir alguns padrões de compras feitos por mulheres grávidas. Num desses cruzamentos foi possível verificar que essas mulheres compram grandes quantidades de loção sem perfume. Dessa maneira, a empresa pode oferecer diretamente descontos relacionados a itens para as gestantes, sabendo o que elas consomem.

 

O que é Machine Learning?

Se você está ligado em tecnologia, provavelmente já ouviu falar em “Machine Learning”, que significa: Aprendizado de máquina. Essa tecnologia já está em uso há algum tempo e consiste em tornar máquinas capazes de resolver problemas, assim como nós humanos fazemos, sem precisar de uma função pré-determinada como é feita na programação, com entrada e saída de dados. Os computadores poderão aprender sem utilização de programação.

Um exemplo de aplicação de Machine Learning é o Google Photos, o software possui um conjunto de regras, onde são mostrados vários exemplos ao sistema, até que ele comece a identificar padrões de fotos, diferenciando umas das outras e criando, por exemplo, um álbum apenas com fotos de pôr do sol.

A Machine Learning ou “aprendizado de máquina” tem a origem de reconhecimento de padrões, que justifica a teoria de que máquinas podem aprender sozinhas, sem serem programadas para realizar tarefas específicas, apenas contando com um grande volume de dados. Utilizando dados e algoritmos, as máquinas podem identificar padrões e, a partir deles, criar conexões inteligentes, assim aprendendo de forma inteligente sem alguma interferência humana.

Existem duas categorias de aprendizado: Supervisionada e não supervisionada.

No modelo supervisionado, os humanos precisam interagir controlando a entrada e saída de dados. Já no modelo não supervisionado, é utilizado o “Deep learning” ou “aprendizagem profunda”, que consiste em processar tarefas sem a interferência de humanos.

 

O que é Deep Learning?

Como falei anteriormente, o Deep Learning é uma subcategoria de Machine Learning, onde a aprendizagem profunda é relacionada ao uso de redes neurais para gerar melhorias, como reconhecimento de fala e visão computacional. Indo direto ao ponto, ela aborda a construção e formação de redes neurais, essas redes estão se tornando cada vez mais promissoras e aplicáveis para diversos fins, sobretudo em indústrias, saúde, marketing, educação, entre outras. O Deep Learning é a tecnologia base para ferramentas como o Google Tradutor e a Siri (assistente da Apple utilizada em seus sistemas operacionais). Com enorme quantidade de poder computacional, as máquinas podem agora reconhecer objetos e traduzir voz em tempo real. O Deep Learning é a inteligência artificial de forma aplicável.

Inteligência Artificial é a inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software.

 

Veja agora 5 Exemplos onde são utilizados o Machine Learning:

 

1 – Mecanismos de buscas

Os mecanismos de busca também estão investindo pesado no uso de inteligência artificial a fim de criar experiências de busca mais completas e precisas para os usuários. O Google sempre valorizou a inteligência artificial, procurando sempre exaltar a máxima experiência do usuário, para que sejam as melhores possíveis.

Em 2015 eles lançaram o Rank Brain que tornou-se mais uma peça do motor de buscas, o sistema aprende sozinho e consegue filtrar ainda as pesquisas, em menos tempo e proporcionando resultados mais exatos.

 

2 – Navegação inteligente

O Google Maps, e outras ferramentas GPS utilizam essa tecnologia para orientar motoristas no mundo inteiro para pegar caminho mais rápido.  O aprendizado de máquina considera todas as variáveis que estão acontecendo em tempo real no trânsito, incluindo congestionamentos, para traçar a melhor rota, além de coletar dados de todos os veículos, para fazer análises preditivas a partir de padrões identificados neles.

 

3 – Exibir publicidade personalizada para você

Algumas gigantes da internet como a Google, dominam e lançam tecnologias cada vez mais poderosas se tratando de anúncios online, atualmente elas possibilitam o anunciante atingir muitas pessoas, gastando menos recursos do que em mídias tradicionais. Usando o Machine Learning foi possível segmentar mais ainda a publicidade podendo filtrar em grande escala o público-alvo.

 

4 – Carros sem motoristas 

Muitos acharam que esse dia não iria chegar, mas eles já estão por aí, carros que se deslocam sem a necessidade de ter um humano no controle. O aprendizado de máquina foi essencial para que o algoritmo aprendesse os padrões de milhares de motoristas, e é possível identificar mudanças nos semáforos, padrões de faixas na pista e até mesmo pedestres.

Você viu como o Machine Learning já está revolucionando o mercado de um modo geral, então como isso pode ajudar a minha empresa?

5 – Chatbots

Pode ser que você tenha falado com alguma empresa por algum canal online e nem mesmo tenha percebido que o seu atendimento foi realizado via “chatbot”, ou seja um robô virtual que se comunica de forma similar a um humano.

Existem dois tipos de chatbots, um baseado em regras e outro chamado de smart bot que utiliza o Machine Learning, a maior parte dos bots que encontramos são baseados em regras, são mais simples, porém ainda sim são ótimos e ajudam muito. Aqueles que utilizam Machine Learning são complexos e realmente podem simular a função de um atendente virtual, geralmente são usados quando o usuário precisa de mais interações.

Alguns dos benefícios do chatbot são:

  • Otimizar esforços de marketing, devido a sua base de dados e aprendizado ele pode sugerir produtos personalizados ao usuário.
  • É uma tecnologia instantânea, rápida e fácil de utilizar, a partir do momento em que o cliente inicia o chat, ele será prontamente atendido.
  • Reduz o custo operacional, pessoas podem ser direcionadas para tratar assuntos mais complexos e que necessitam mais atenção.

Diversos segmentos já adotaram essa ferramenta, entre elas o ramo de restaurantes tem utilizado para automação de pedidos. Ao abrir a conversa do Facebook, você terá um atendimento todo personalizado onde o bot disponibiliza o cardápio, mostra as formas de pagamento e soluciona várias dúvidas.

A interação Homem-Máquina é o futuro das relações.

 

Bem, a Google possui uma das maiores equipes de Inteligência Artificial do mundo e ela pretende aplicar o aprendizado de máquina em suas plataformas de anúncios e análise de dados como o Google Ads e Analytics. Com o aperfeiçoamento desses serviços, torna-se muito mais fácil encontrar o seu público-alvo e atingi-lo com uma personalização bem específica, que possibilitará ir diretamente na “dor” do seu cliente.

Marketing e Inteligência Artificial andam lado a lado quando se trata de melhorias para atingir seu público-alvo. Com essas tecnologias podemos criar diferentes soluções, melhorar o desempenho das campanhas trazendo um ótimo resultado.

Quer otimizar suas campanhas através de plataformas tecnológicas e trazer um melhor resultado para sua empresa? Diga um oi, que nós podemos te ajudar!

 

Como o Araucária Residencial conseguiu 381 potenciais clientes interessados em comprar seu empreendimento em menos de 2 meses

Como conseguir clientes para vender imóveis

Neste artigo, eu vou te dar dicas práticas de marketing digital para vender imóveis, que com certeza podem te ajudar imediatamente a conseguir melhores resultados, principalmente se você adotar as estratégias de divulgação que estou propondo. Isso serve para todos os tipos de imóveis, desde os com valores mais baixos, como os que participam do programa Minha Casa Minha Vida, até os imóveis de médio e alto padrão, com valores mais elevados.

O que o artigo pretende ajudar a responder:

– Como divulgar um empreendimento imobiliário no facebook e ter resultados;

– Qual a verba ideal para divulgar um empreendimento imobiliário;

– Como preparar minha equipe comercial para dar a tratativa ideal para os contatos gerados;

Mas antes de partir para a ação, vou detalhar os ingredientes da receita de sucesso:

  1. Posts no Facebook: Esqueça os posts “bonitinhos”, mas ordinários. Isto é, posts que são produzidos sem planejamento adequado para criação de uma identidade de marca, mas que até são bonitos visualmente. Se não existe um planejamento visual para criar uma identidade para para a construtora, eles só servem para alimentar o ego da sua agência ou o seu próprio. E vem aquela velha pergunta: Você quer encher o ego ou o bolso?
  2. Anúncios patrocinados: Facebook é um veículo de comunicação e não uma instituição de caridade e qualidade é melhor que quantidade. Considere esses dois fatores e pare de fazer diversas postagens por semana que não são impulsionadas com uma verba adequada. Novamente, esse tipo de postagem só serve para uma coisa: Alimentar o ego de quem cria ou criar uma falsa sensação de que o empreendimento imobiliário está sendo bem divulgado. Quer fazer direito? Faça poucos posts, bem planejados e todos impulsionados, nunca muitos posts “engraçadinhos” sem planejamento.
  3. Meça resultados: Toda métrica tem que ser feita considerando o número de leads gerados. Leads são potenciais clientes que interagiram com uma empresa na internet. O caminho que um lead qualificado deve percorrer é: visitante > lead > oportunidade > venda. 1.000 visitas > 300 leads >100 oportunidades > 10 vendas. Isso é um funil de vendas!
  4. Automação de marketing: Sem um software de automação de marketing e geração de leads como o RD Station, por exemplo, você está apenas brincando no Facebook e não está tendo uma estratégia de marketing digital de verdade. Existem outros softwares que nós já testamos aqui na agência, mas nenhum se mostrou tão eficiente e tão bom quando se trata de suporte estratégico e técnico quanto o RD.
  5. Segmente seu público: Impulsionar no Facebook vai muito além daquele botão que ele oferece “impulsione aqui” e te permite selecionar apenas “região”, “sexo” e “idade” de quem vai receber a postagem. Dentro do gerenciador de anúncios, você tem diversas outras opções para segmentar seu público. Pare para pensar em quanta informação o Facebook possui sobre o comportamento de seus usuários. Você acha mesmo que ele não iria usar isso para vender espaços publicitários? Por exemplo: Você sabia que é possível anunciar no Facebook apenas para quem gosta de gatos e mudou o status de relacionamento para casado nos últimos 6 meses? Pois é…

Se quiser se aprofundar mais nesses assuntos, recomendo que baixe o nosso ebook “Principais ferramentas de marketing digital e como elas irão aumentar suas vendas“.

Principais ferramentas do marketing digital ebook

Agora que você já sabe conhece a “receita do sucesso”, vou explicar como fazer isso se transformar em uma máquina de vendas. Mas antes, dá uma olhada nesse pequeno glossário que preparei para te ajudar a entender melhor:

Leads: potenciais clientes que interagiram pela primeira vez com uma marca online.

RD: software de automação de marketing que monitora o comportamento dos leads e automatiza processos. Ideal para trabalhar Inbound Marketing.

Impulsionamento: É o valor programado para “pagar para o Facebook” mostrar o seu conteúdo para um perfil específico de pessoas.

Darkpost: Um post feito através do gerenciador de anúncios, que irá aparecer apenas para o público que você selecionou no patrocínio, caso você queira esconder a sua estratégia dos seus concorrentes.

Agora sim, vamos lá! Esses são os passos principais para você captar leads interessados em imóveis:

Passo 1:

Defina seu público-alvo, você também pode chamar de persona. Aqui nesse artigo a gente explica um pouco mais sobre o que são personas. É importante você definir sua persona para entender que tipo de conteúdo vai gerar curiosidade nesse perfil de público.

Passo 2:

Defina um conteúdo interessante para promover, pode ser uma tabela de preços, pode ser um guia com lista de imóveis com um determinado perfil. Mas evite os já manjados e batidos ebooks, facilite a vida do comprador.

Passo 3:

Defina uma verba. Para conseguir 381 leads na região de Ponta Grossa-PR que tem aproximadamente 350 mil habitantes, uma sugestão é dividir o número de habitantes por um número entre 80 e 200. Você terá uma verba razoável. 350.000/80 = R$ 4.375 sendo R$ 2.187 por mês. Essa é apenas uma fórmula, você precisa analisar uma série de outros fatores como margem de lucro, potencial de faturamento do negócio, etc. O que vale reforçar novamente, é que sem investimentos consistentes, sua estratégia de marketing digital para vender imóveis vai ficar comprometida.

Passo 4:

Monitore, através do RD Station, o índice de conversão e a qualificação dos seus leads.

Painel de monitoração de leads Inbound Marketing

Este é o painel simplificado de monitoração de leads no processo de Inbound Marketing.

Passo 5:

Treine sua equipe para receber os leads, integre eles na campanha, mostre o que está sendo divulgado e crie um script base. Aquele vendedor que fala:  “eu não preciso de script”. Repense se ele cabe em sua equipe, afinal, é a marca da sua construtora que esta em jogo. Vale criar gatilhos mentais específicos para cada abordagem ou para cada conversão realizada. Por exemplo, noivos que procuram o primeiro apartamento, serão impactados por palavras como: segurança, sonho, família, bebês. Veja maneiras de inserir essas palavras no script dos vendedores e assista a mágica acontecer!

Passo 6:

Monitore a evolução. Lembra que falei no início do caminho do lead?

Monitore quantas visitas viram leads. Quantos leads viram oportunidades. Quantas oportunidades fecham negócio. Aí pode surgir outra dúvida: “Como definir o que vira oportunidade?” Eu gosto da classificação que diz que o lead que tem as características básicas para se tornar um cliente é uma oportunidade. Isto é, possui a renda adequada? Possui interesse em comprar um imóvel com esse estilo que você está vendendo? Se ambas as respostas são sim, já podemos dizer que é um lead qualificado.

Conclusão

Repense suas campanhas a cada 2 meses. Esqueça de uma vez por todas essa loucura de ficar postando todo dia no Facebook, isso serve apenas para alimentar egos. Facebook é um veículo e marketing digital se faz com planejamento, investimento e métricas de resultado.

Se você precisa de ajuda para gerar mais leads e vendas em seus empreendimentos imobiliários, nós podemos te ajudar, converse com um especialista da yard.

CTA quero falar com um especialista em marketing

Como aproveitar o Big Data para criar um planejamento de mídia diferenciado

Como aproveitar o Big Data para criar um planejamento de mídia com ações diferenciadas
A grande pergunta para a leitura deste artigo é: sua empresa está preparada para utilizar as informações que os clientes fornecem todo dia na internet e transformá-las em um planejamento de mídia eficaz? Isso também é conhecido como big data.

Agora, pare por um minuto e reflita:

– Qual seu primeiro pensamento ao abrir os olhos? Você já parou para pensar nisso?

– No desenrolar do seu dia qual a quantidade de informações que você recebe até a hora do café da manhã?

– Você pega o celular para ver que horas são, mas já aproveita para dar uma olhada nas redes sociais e em algum portal de notícias?

Tenho quase certeza que você respondeu afirmativamente para todas ou quase todas as questões anteriores. Afinal, todo mundo precisa se manter informado. Principalmente se o seu trabalho envolve, de alguma forma, melhorar e surpreender a experiência para clientes.

A sua empresa está preparada para utilizar as informações que seus clientes recebem diariamente? Ou então, vamos pensar por outro ângulo, mais relevante para o momento em que vivemos: a sua empresa está preparada para aproveitar as informações que seus clientes fornecem? Você consegue imaginar um planejamento de mídia a partir dessas informações? O ambiente digital proporciona cada vez mais um maior número de dados referente aos hábitos de consumo, preferências, desejos e, porque não, sonhos dos consumidores. Cabe a cada empresa entender como transformar estes dados em informações chave para o negócio e assim oferecer uma experiência para o cliente.

Big data

Há muita informação disponível sobre os seus clientes. Através do avanço do marketing digital, isso está muito mais acessível atualmente. Imagem: saudebusiness.s3.amazonaws.com

Os consumidores estão cada vez mais informados

Consumidores informados exigem cada vez mais experiências satisfatórias em qualquer ambiente, tanto em uma loja virtual, quanto nas lojas físicas. Sua jornada de compra está sujeita a constantes modificações, isso devido às novas formas de compra e experiências pelas quais eles vivenciam e querem vivenciar.

As informações que buscam, seja antes de dormir ou ao acordar, são dados riquíssimos para que as empresas proporcionem tais experiências e assim consigam conquistar mais consumidores que se identifiquem com sua marca e com seu estilo de vida.

“Isso significa que a partir de agora devemos focar todos nossos esforços apenas nas mídias digitais para obter informações? Não!”

Significa que esta é a mídia com fonte de dados mais completos e com retorno mais rápido de dados. Para que assim você crie uma base de informações consistentes sobre o seu público-alvo, possibilitando tomadas de decisões mais certeiras, que podem ser executadas tanto no online, quanto no offline. Por isso, a informação do momento é: saiba transformar os dados (big data) em informações úteis para o seu negócio e proporcione experiências surpreendentes aos clientes. Uma forma de fazer isso de maneira eficiente, é aproveitando as informações big data nos planejamentos de mídia, que normalmente são feitos ao contratar uma agência de publicidade para trabalhar em campanhas.

Planejamento de mídia em agência de publicidade
Planejamento de midia

O planejamento de mídia é a principal ferramenta para determinar os rumos de uma comunicação integrada. Imagem: foundationadvertising.com

Afim de proporcionar uma experiência para o cliente, dentro de uma agência de publicidade, a elaboração do plano de mídia leva em consideração etapas carregadas de informações adquiridas dos mais diversos meios. É dessa forma que o planejamento de mídia é feito:

– Primeiro passo: a reunião inicial da agência com o cliente tem como objetivo elaborar o briefing. Procura-se entender aspectos como expectativas do cliente, a maneira como trabalha, como é seu relacionamento com o público-alvo da empresa, trabalhos já desenvolvidos e, basicamente, todos os dados relevantes para a criação de campanhas publicitárias ou de criação de marcas. O briefing caracteriza a etapa fundamental de todo o planejamento, pois é a partir destas informações que serão realizadas as próximas etapas e a agência pode utilizar de forma eficiente a verba disponível para criar ações.

Segundo passo: É a análise de mídias, aqui investigamos as informações citadas no começo deste artigo. Procurar entender as necessidades e desejos do público-alvo é fundamental, mas nunca se esqueça de encontrar o que ele está procurando de verdade! Parece confuso? Calma, está tudo sob controle, literalmente. Existem plataformas digitais que oferecem estes serviços para que você possa analisar dados e mensurar suas ações em tempo real. Isso significa que agora você possui um universo de informações ricas em torno do seu público-alvo, você pode visualizar o que seus consumidores estão procurando, quais os assuntos mais comentados, como interagem entre si, o que sentem, suas expectativas e até mesmo experiências que presenciaram com seus concorrentes. Percebeu que estamos com a galinha dos ovos de ouro em mãos?

“O marketing digital possibilita que você acompanhe a reação das pessoas e possa tomar decisões baseadas em dados para continuar na mesma linha de pensamento ou mudar sua estratégia, tudo isso em poucos cliques!”

– Terceiro passo: agora é hora de pensar no cronograma de mídia: quais ações estratégicas serão realizadas, em quais veículos de comunicação a execução será feita e qual será a periodicidade, todas essas decisões são feitas de acordo com a verba disponível, sempre pensando no público-alvo em primeiro lugar. Lembre-se: experiências positivas para o cliente geram identificação com a marca. Nesta fase do plano de mídia, utiliza-se planilhas de controle, que identificam de forma clara e objetiva o que, como, quando e onde será realizada cada ação.

– Quarto e último passo: Agora é o momento de colocar a mão na massa. Mas apenas colocar o plano para rodar não significa que o trabalho está concluído, você deve monitorar de perto as ações. Esteja pronto para fazer alterações no meio do caminho, isso é natural e provavelmente vai acontecer. Mas não se preocupe, essas alterações servirão para aperfeiçoar ainda mais sua estratégia. Além de garantir que tudo ocorra dentro conforme planejado.

Apesar do turbilhão de informações que você irá receber através do big data, não esqueça de tratar seu público como indivíduos únicos. As experiências que você irá proporcionar são a chance da sua marca se conectar com as pessoas e até mesmo reforçar a individualidade de cada um, através de ações que os façam sentir-se valorizados.

Caso seu objetivo final seja proporcionar um atendimento de excelência aos seus clientes, crie um ambiente dentro do seu negócio que propicie o alcance deste objetivo, indo de acordo com o que foi estabelecido no plano de mídia. Trace metas, métricas de avaliação, treinamentos, invista em sua equipe, seja no ambiente virtual ou físico, ambos devem andar de mãos dadas. Comunique-se. Por isso, engaje sua equipe a partir de seus valores e projeções futuras, para que todos realizem suas tarefas diária guiadas para o mesmo propósito. A partir desta preparação interna, você poderá desfrutar da sinergia de informações e apresentar uma experiência de valor ao seu consumidor final.

Quem são os influenciadores digitais e o que eles podem fazer pela sua marca?

Influenciadores digitais

Há muito tempo, plataformas como o Youtube e Snapchat têm tomado mais horas do consumidor que os meios tradicionais, como a TV e a leitura física. Principalmente devido a praticidade dos vídeos, no qual, inclusive, não dependemos do visual em muitos casos, o que também acaba substituindo a função do rádio.  Mas o que faz com que os mais jovens passem tanto tempo nas redes sociais e em plataformas de compartilhamento? Isso se dá pela ampla variedade de possibilidades que essas plataformas trazem. Mas há um motivo especial que talvez seja o principal de todos: a possibilidade de acompanhar, seguir, receber notificações, curtir, não curtir, responder, comentar, enfim, interagir com os chamados “influenciadores digitais”. Nas rodas de conversas dos adolescentes é possível notar uma crescente influência dos “Vlogger’s”, “Youtuber’s” ou, nesta denominação mais recente, “Digital Influencer’s”, que têm tomado cada vez mais o mercado publicitário, se tornando cada dia mais comum ver grandes marcas trabalharem com seus rostos, que ficaram conhecidos principalmente graças ao Youtube.

Mas o que faz destas pessoas “influenciadores de opinião”? A resposta pra isso depende de uma série de fatores, mas um fato em comum é que todos eles passam horas do dia falando sobre coisas que muitas pessoas gostariam de poder dizer, fazem tutoriais das coisas mais inusitadas ou simplesmente dão sua visão sobre determinado assunto. E talvez essa seja uma necessidade básica de todos nós, a de buscar informação onde quer que ela esteja e no formato que for possível, ainda que nos dias de hoje, a preferência seja pelo formato mais prático. E nisso se inclui também a busca pelos influenciadores, que mudam a nossa maneira de pensar e agir.

Uma marca que trabalha com influenciadores de maneira constante é o McDonald’s, que realizou uma ação com food trucks para divulgar sua nova linha de sanduíches com a assinatura do “Chef” e teve em suas ações a presença de vlogueiros de culinária. Outro exemplo é a Vivo, que produziu um documentário veiculado no Youtube, em formato de anúncios patrocinados, no qual a cada anúncio era possível assistir um novo trecho do curta que contava a trajetória e um pouco sobre a vida dos vlogueiros “gamers”, aqueles que criam conteúdo baseado apenas em jogos. E por aí vai, os nichos explorados dentro da plataforma são infinitos e a cada dia que passa aparecem novas maneiras de atrair e reter a atenção desse público, que quer ouvir e interagir apenas com aquilo que dá vontade. Nesse sentido, surgem marcas que enxergam essas oportunidades e investem em influenciadores para estampar suas campanhas. Isto tem dado muito certo, a ponto de existirem várias formas de anunciar quando se fala em usar um influenciador dentro de uma campanha.

Os formatos variam desde uma simples inserção do produto ou marca em uma publicação no Instagram, uma nova roupagem do já antigo “product placement” (nesse caso, normalmente o influenciador pode citar a marca falando sobre como gostou da experiência e recomendar aos seus seguidores), pode-se também utilizar influenciadores como modelos, como a Oi tem feito com o já famoso Whindersson Nunes, utilizando o youtuber em diversas situações inusitadas. Ainda há o formato em que a empresa pede para que os influenciadores falem sobre o produto nas vinhetas de seus vídeos, num formato de patrocínio narrado, estilo merchandising, bastante utilizado por canais “gamer”. Enfim, são infinitas as possibilidades quando se tem uma marca estabelecida e um influenciador repleto de seguidores que estão dispostos a fazer tudo o que lhes for indicado.

Uso de influenciadores digitais em uma campanha

O uso de influenciadores digitais é muito variado dentro da publicidade. Imagem: ruangmahasiswa.com

Porém, quando marcas pensam em utilizar influenciadores, que portam opiniões próprias e normalmente seguem em frente defendendo estas opiniões, é preciso que se tome um cuidado além do normal para não deixar que estas ideologias acabem indo contra os ideais da própria empresa. Por exemplo, existem canais muito famosos que falam sobre política, esse é um assunto ao qual as marcas devem manter uma certa distância, levando em consideração que o público pode e normalmente vai possuir uma variedade bem significativa de opiniões e crenças com relação a esse tipo de assunto. Embora em muitos casos o uso de influenciadores seja extremamente viável e benéfico, assim como toda ação em marketing, é preciso de planejamento e estudo sobre a sua real necessidade e objetivo.

Antes de mais nada, as marcas também devem agir como influenciadoras e, para isto, basta que estudem os comportamentos que vêm moldando a maneira como se consome mídia nos dias de hoje, algumas marcas já perceberam isso e além de usar influenciadores em suas estratégias, também procuram agir da mesma maneira que esses. Como por exemplo o Netflix, que utiliza uma comunicação extremamente horizontal com seu público e procura de maneira diferenciada manter o contato o mais pessoal possível, sem deixar aquela impressão de que falamos com um robô toda vez que precisamos sanar uma dúvida, criticar ou elogiar o serviço por meio de uma rede social. Essas marcas também percebem que para se tornarem influenciadoras, é preciso estar atento aquilo que o público busca, espera ou até mesmo pede. Ou seja, é preciso criar uma relação amigável com seu público, de maneira que ele sempre deixe vestígios do que espera da sua marca e de como ela pode ajudar a sanar uma necessidade ou anseio. Essas dicas simples podem fazer toda a diferença na avaliação entre ser influenciador ou precisar de um, ambas as possibilidades estão a disposição e podem ser utilizadas com muito sucesso, basta sabermos o porquê de fazer cada coisa.

O uso de influenciadores digitais faz parte de uma estratégia de marketing na internet. Quer mais dicas de marketing digital? Clique aqui.