Como desenvolver estratégias digitais para sua empresa

A presença online já é uma prioridade em grande parte dos setores no meio corporativo, porém, não é o suficiente para garantir o sucesso. Em meio a competitividade, estratégias digitais são decisivas para a promoção, fortalecimento e atração de novos clientes.

A visibilidade dos meios digitais e, consequentemente, das táticas direcionadas para eles, têm relação especialmente com o impacto das transformações digitais na jornada de compra das pessoas.

Dessa maneira, táticas que envolvem meios como redes sociais, mecanismos de pesquisa, blogs e sites são cada vez mais exploradas.

Entre as principais distinções dos meios tradicionais, é possível citar alternativas relativamente menos invasivas e um maior número de recursos para a definição e análise de métricas.

Quais são as estratégias de maior destaque?

Para que uma corporação consiga alcançar seus objetivos relacionados com o marketing, há possibilidade de empregar as mais variadas táticas. 

Como exemplo, ao longo do texto será adotada uma empresa da área de construção, que comercializa uma grande diversidade de produtos, desde misturador de argamassa até estruturas para telhado.

Entre as estratégias que podem ser adotadas, é possível conferir:

1) Marketing de conteúdo

Materiais valiosos são capazes não só de atrair os clientes em potencial, como também de converter e envolver de uma forma que contribua até mesmo com a fidelização. Nessa situação, materiais específicos para a audiência da empresa são elaborados. 

No caso de uma corporação voltada para área de construção, conteúdos com curiosidades sobre eletroduto corrugado, dicas de instalação, cuidados e outros pontos, podem ser vantajosos.

2) Redes sociais

Através das redes sociais, as marcas podem cultivar ainda mais a relação com os clientes, devido as possibilidades de interação. É preciso considerar que a cautela com a atuação deve existir, assim como em outras plataformas.

A abordagem deve ser adequada ao tipo de rede social selecionada, por exemplo, para o Facebook, a empresa pode postar uma imagem atrativa inspirada em um de seus produtos, como o piso mosaico ou um vídeo a respeito das vantagens que esse tipo de produto apresenta para a estética do ambiente.

3) E-mail marketing

Considerada uma das táticas mais tradicionais, o e-mail marketing é empregado em prol de elaborar e direcionar mensagens com diversas finalidades, como a consolidação da marca, comunicação com consumidores antigos ou em potencial e a realização de transações comerciais.

A grande vantagem desse tipo de comunicação, além da versatilidade, é a relação mais próxima estabelecida com os clientes.

4) SEO

Para as empresas que almejam um melhor posicionamento nos buscadores e, consequentemente, uma maior visibilidade em meio aos clientes em potencial, as técnicas de SEO (Search Engine Optimization) podem ser uma opção favorável.

São táticas específicas para otimizar as plataformas da corporação para os mecanismos, que contam com os bots, responsáveis pela indexação dos conteúdos e que só interpretam texto e códigos.

Como escolher as estratégias digitais?

Detectar quais são as estratégias mais promissoras para a empresa pode gerar grandes dúvidas a princípio, porém, quando se trata de marketing digital, uma grande vantagem são as possibilidades de alinhar diferentes técnicas para alcançar objetivos variados.

Por esse motivo, um dos pontos principais para identificar as táticas mais viáveis é justamente estabelecer quais são as metas da corporação.

Ainda mais, é interessante que exista o mapeamento digital interno e externo da marca. Em relação aos fatores internos, estão:

  • Estrutura organizacional;
  • Políticas;
  • Serviços e produtos;
  • Pessoas;
  • Competências.

Já os externos estão relacionados com as tendências, concorrência, dados do mercado e o público-alvo. Caso a empresa já possua presença digital, os processos operacionais e as experiências com o público-alvo também devem ser consideradas.

A importância do acompanhamento de métricas

Ao utilizar as métricas das estratégias digitais adequadamente, há grandes chances de ajustar cada tática implantada e potencializar os resultados de forma que oportunidades significativas sejam alcançadas.

Existem diversas métricas que podem ser acompanhadas e é preciso selecioná-las com cautela. Por exemplo, entre as métricas relevantes para o marketing de conteúdo está a taxa de conversão e o tempo gasto no site.

A taxa de conversão é uma métrica versátil, logo, o cálculo depende do tipo de meta traçada. A conversão pode representar um tipo de cadastro para baixar um material, como sobre dicas para instalação de aquecedor solar para piscina e novidades sobre a área.

A redução dessa taxa pode ser atrelada aos mais variados fatores, por exemplo, escassez de produção de materiais relevantes, falta de chamadas para ação nos conteúdos e sites estruturados inadequadamente.

Em relação ao tempo gasto no site, é interessante observar se há necessidade de ajustar fatores que impedem que as pessoas passem mais tempo navegando na plataforma da empresa.

Quando trata-se de recursos relacionados com a receita da marca, uma métrica de grande impacto é o ROI (Retorno Sobre Investimento), que pode ser avaliado conforme uma ou todas as estratégias.

Ao identificar o retorno obtido em relação ao valor investido, será possível ter conhecimento de um ROI positivo ou negativo, assim como de determinadas medidas que podem ser reparadas para otimizar a receita alcançada.

Há necessidade de apontar um erro muito comum relacionado às métricas, que é a valorização de fatores predominantemente associados aos números e curtidas.

Essas são as chamadas “métricas de vaidade” e ao focar o monitoramento apenas para elas, existirá escassez de dados para análises profundas e identificação de oportunidades enriquecedoras.

Conforme será apontado a seguir, há outros erros comuns ao se tratar das estratégias digitais e é importante que os profissionais estejam atentos para evitar grandes prejuízos.

As principais falhas na aplicação de estratégias

Certamente, com a implantação de técnicas digitais, a empresa pode alcançar os mais variados objetivos, como o aumento de vendas de seus produtos, como por exemplo, o de chapas perfuradas e outros itens da área de construção.

Em determinado momento, os profissionais observam que as aplicações não estão alcançando o que era esperado e, naturalmente, as falhas podem variar de acordo com cada empresa, mas há alguns pontos em comum, tais como:

  • Não investir em um site de qualidade;
  • Desvalorização da jornada do consumidor;
  • Falta de precisão ao definir a persona;
  • Negligenciar a concorrência.

É imprescindível que os empreendedores tenham consciência de que o site da empresa muitas vezes é responsável pela impressão de maior impacto nos clientes.

Conforme abordado, uma das métricas relevantes é justamente o tempo gasto no site, o que reforça a importância de evitar esse tipo de erro.

Por mais que outras plataformas sejam mais visadas para a implantação de estratégias, negligenciar um site bem estruturado pode trazer grandes prejuízos.

Um cliente que está em busca de corrimão em alumínio ou de qualquer outro produto pode recorrer facilmente ao site para a obtenção de maiores informações sobre a empresa e o que é comercializado.

Sendo assim, o site também é uma vertente das estratégias, por isso é importante garantir que funcione bem em diferentes dispositivos e disponha de todas as informações necessárias.

A jornada de compra dos consumidores é significativa para os mais variados aspectos nas estratégias digitais, pois é preciso compreender em qual etapa o cliente em potencial está para atraí-lo adequadamente.

São três estágios: descoberta, consideração e decisão. No primeiro, o cliente está no processo de descobrir que há um problema e buscar informações a respeito dele, por exemplo, sobre melhorias na estrutura metálica para telhado.

Na parte de consideração, o problema é compreendido de uma forma mais notável e é interessante que a empresa ofereça materiais com soluções. Afinal, é um momento decisivo para a captação.

No último estágio, que é representado pela decisão de compra, o consumidor está pronto para a ação, como para requisitar a instalação de chapa galvanizada em parte da cobertura. 

Por esse motivo, nesse estágio, comumente as marcas apresentam ofertas mais convidativas para a conversão de clientes em potencial.

A persona, também chamada de buyer persona, condiz com um perfil semi fictício do cliente ideal. Dessa maneira, as marcas podem desenvolver as táticas de acordo com o que os consumidores em potencial realmente buscam.

Esse tipo de definição é mais precisa do que no caso do público-alvo, pois abrange ambições, hábitos, desafios, preocupações em relação ao tipo de produto, entre outras possibilidades.

Além desses aspectos, sabidamente, focar no próprio negócio é crucial, porém, o conhecimento de mercado é decisivo para aprimorar as ações, o que também envolve analisar a concorrência.

A ideia é averiguar quais são os pontos de maior destaque, o que pode ser evitado ou até mesmo aprimorado. Mais precisamente, é uma forma de analisar o próprio trabalho e detectar as oportunidades.

Com as estratégias aplicadas de um modo adequado, a empresa pode alcançar níveis cada vez mais satisfatórios em seu desenvolvimento. Por essa razão, é interessante garantir que profissionais qualificados estejam a frente de cada tática.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Como melhorar a velocidade de carregamento do seu site

Atualmente é fundamental que as marcas melhorem a velocidade de carregamento de seus sites, inclusive para que sejam bem ranqueados nos mecanismos de buscas. Hoje o tempo parece escasso e as pessoas querem agilizar tudo o que podem, ainda mais quando se trata de uma experiência online, como: acessar as redes sociais, ler notícias, comprar ou pagar contas.

Segundo Maile Ohye do Google, 2 segundos é um tempo de carregamento aceitável, mas espera-se que a página seja carregada em menos de meio segundo. A velocidade de carregamento é essencial para quem busca a estratégia de SEO “otimização para mecanismos de busca”.

E o que acontece quando a navegação não flui? Creio que todos já passamos por isso, estamos navegando na rede social, aparece um artigo interessante, você clica ansiosamente e não carrega. Segundo a Google, a maioria dos sites perde mais da metade dos visitantes durante o seu carregamento.

Uma pesquisa da Kissmetrics revelou que 40% dos visitantes desistem de sites que levam mais de 3 segundos para carregar. Já pensou o quanto você está deixando de vender por ter um site lento?

Se seu site não está otimizado, nem tudo está perdido. Existem ferramentas que avaliam o desempenho de sites em diversas plataformas, e a Google está disponibilizando a sua própria, a “Test my site” analisa os websites minuciosamente, detalhando o que está deixando lento e até faz uma comparação com sites de outras empresas similares a sua. Vamos destrinchar o relatório feito pela Google para você ficar por dentro de cada detalhe do que pode ser apontado e melhorado.

As pessoas estão cansadas de sites lentos, está na hora de melhorar a velocidade de carregamento do seu site.

A validação acontece em algumas etapas:

a) Dados do site:

    • Execução do javaScript
    • Verificação do HTML/CSS
    • Compactação

b) Usabilidade em dispositivos móveis:

    • Legibilidade do texto
    • Janela de visualização
    • Dimensionamento do contexto
    • Analise da conexão 3G


Ao fazer a validação desses dados, a ferramenta do Google traz uma curiosidade, dizendo que até 2020, cerca de 70% das conexões de celulares serão feitas em 3G ou velocidades mais lentas.

Após a validação, será encaminhado um e-mail com todos os detalhes da análise, nela contém 3 status: “Precisa de ajustes”, “pode melhorar” e “tudo certo”.

Então o relatório trará alguns tópicos e de acordo com cada status ele apresentará soluções tais como:

1 – Imagens pesadas

É importante entender de que forma deve-se exportar a imagem, pondere bem se ela terá alta qualidade e principalmente o formato. Quanto mais leve for a imagem mais rápido ela vai renderizar na tela do usuário, também é preciso analisar cuidadosamente   se  a imagem com qualidade baixa trará os resultados esperados do CSS.

Os formatos PNG, JPEG e GIF representam 96% do tráfego total de imagens da internet, sendo o PNG e o GIF formatos sem perdas.  Para imagens animadas é recomendado a utilização de vídeos ao invés do GIF, pois o site terá uma compactação melhor, e para imagens estáticas o PNG tem a melhor qualidade visual.

A extensão JPEG apresenta perdas, a compactação remove detalhes da imagem. Para este formato deve-se considerar reduzir a qualidade para 85%, se ela for maior deve – se utilizar a extensão progressiva do JPEG, que possui uma taxa de compactação maior que a extensão de linha de base.


2 – Hospedagem

A escolha do servidor é essencial visto que os planos básicos de hospedagem possuem limitações no processamento e podem fazer com que um site com muitos acessos fique lento ou saia fora do ar. O tempo de resposta do servidor deve ser menos de 200 ms,  considere fazer uma medição para comparar com a velocidade ideal, depois de corrigido é importante analisar periodicamente para que eventuais problemas não aconteçam.

3 –  Uso de Scripts

Os Scripts são necessários para que determinada função seja executada em seu site, é de extrema importância se atentar onde eles estão armazenados, quando estão dispersos em arquivos diferentes demandam mais tempo para que cada item seja aberto.

4 –  Aproveitar o processo de cache do navegador

O Download as vezes demanda muitas viagens entre o servidor e o cliente, isso pode acarretar um bloqueio de renderização de todo o conteúdo da página. A recomendação é de que cada recurso deve especificar uma política explícita de armazenamento em cache determinando quanto tempo, quem pode fazer, e como será feita a revalidação depois que a validade da política expirar.

5 –  Reduzir Recursos (CSS e HTML)

Qualquer detalhe que você puder reduzir, reduza. É possível fazer isso por meio de uma técnica chamada “minificação”, ela remove dados desnecessários sem afetar o processamento do recurso pelo navegador.

A Google recomenda a utilização de algumas ferramentas que podem auxiliar nesta tarefa tais como:

    • HTMLminifier
    • CSSNano
    • UglifyJS
    • Closure Compiler

O processo é muito fácil, para analisar e melhorar a velocidade de carregamento do seu site basta colocar a URL e pressionar a tecla enter

6 – Adaptação para dispositivos móveis

Os dispositivos móveis invadiram todos os lares na última década e cresce cada vez mais. Mas será que toda a web está adaptada para eles? A resposta é “não”. Infelizmente esses dispositivos são limitados pelo tamanho de sua tela, e variam muito entre smartphones e tablets além de outras plataformas, por isso se você quer manter seus visitantes é necessário esse processo de otimização.

Existem a algumas recomendações para deixar a otimização impecável e uma delas é utilizar a meta tag “viewport” no cabeçalho do documento, ela instrui o navegador a ajustar o dimensionamento da página.

7 – Evite redirecionamentos da página de destino

Problemas relacionados com a página de destino podem ocorrer quando se tem mais de um redirecionamento do URL fornecido a página de destino final. Esses redirecionamentos adicionam uma solicitação de resposta HTTP, ou seja pode ser que sejam necessárias várias viagens de ida e volta para concluir a busca DNS. Por isso deve-se priorizar minimizar o uso dos redirecionamentos, desta forma o site terá um bom padrão e um bom desempenho assegurado nesta etapa.

Abaixo segue alguns padrões de direcionamento:

Analise qual é a real necessidade dos redirecionamentos e elimine o que é desnecessário.

Não adianta ter um site graficamente maravilhoso, se ele não tem desempenho e nem mesmo é otimizado para todas as plataformas, busque sempre priorizar a experiência do usuário, dessa forma não só manterá mais visitantes em sua página, como também poderá ficar a frente da concorrência no ranqueamento orgânico do Google.

Seu site está muito lento e você não consegue resolver de forma alguma? Converse conosco!

Como aproveitar o Big Data para criar um planejamento de mídia diferenciado

Como aproveitar o Big Data para criar um planejamento de mídia com ações diferenciadas
A grande pergunta para a leitura deste artigo é: sua empresa está preparada para utilizar as informações que os clientes fornecem todo dia na internet e transformá-las em um planejamento de mídia eficaz? Isso também é conhecido como big data.

Agora, pare por um minuto e reflita:

– Qual seu primeiro pensamento ao abrir os olhos? Você já parou para pensar nisso?

– No desenrolar do seu dia qual a quantidade de informações que você recebe até a hora do café da manhã?

– Você pega o celular para ver que horas são, mas já aproveita para dar uma olhada nas redes sociais e em algum portal de notícias?

Tenho quase certeza que você respondeu afirmativamente para todas ou quase todas as questões anteriores. Afinal, todo mundo precisa se manter informado. Principalmente se o seu trabalho envolve, de alguma forma, melhorar e surpreender a experiência para clientes.

A sua empresa está preparada para utilizar as informações que seus clientes recebem diariamente? Ou então, vamos pensar por outro ângulo, mais relevante para o momento em que vivemos: a sua empresa está preparada para aproveitar as informações que seus clientes fornecem? Você consegue imaginar um planejamento de mídia a partir dessas informações? O ambiente digital proporciona cada vez mais um maior número de dados referente aos hábitos de consumo, preferências, desejos e, porque não, sonhos dos consumidores. Cabe a cada empresa entender como transformar estes dados em informações chave para o negócio e assim oferecer uma experiência para o cliente.

Big data

Há muita informação disponível sobre os seus clientes. Através do avanço do marketing digital, isso está muito mais acessível atualmente. Imagem: saudebusiness.s3.amazonaws.com

Os consumidores estão cada vez mais informados

Consumidores informados exigem cada vez mais experiências satisfatórias em qualquer ambiente, tanto em uma loja virtual, quanto nas lojas físicas. Sua jornada de compra está sujeita a constantes modificações, isso devido às novas formas de compra e experiências pelas quais eles vivenciam e querem vivenciar.

As informações que buscam, seja antes de dormir ou ao acordar, são dados riquíssimos para que as empresas proporcionem tais experiências e assim consigam conquistar mais consumidores que se identifiquem com sua marca e com seu estilo de vida.

“Isso significa que a partir de agora devemos focar todos nossos esforços apenas nas mídias digitais para obter informações? Não!”

Significa que esta é a mídia com fonte de dados mais completos e com retorno mais rápido de dados. Para que assim você crie uma base de informações consistentes sobre o seu público-alvo, possibilitando tomadas de decisões mais certeiras, que podem ser executadas tanto no online, quanto no offline. Por isso, a informação do momento é: saiba transformar os dados (big data) em informações úteis para o seu negócio e proporcione experiências surpreendentes aos clientes. Uma forma de fazer isso de maneira eficiente, é aproveitando as informações big data nos planejamentos de mídia, que normalmente são feitos ao contratar uma agência de publicidade para trabalhar em campanhas.

Planejamento de mídia em agência de publicidade
Planejamento de midia

O planejamento de mídia é a principal ferramenta para determinar os rumos de uma comunicação integrada. Imagem: foundationadvertising.com

Afim de proporcionar uma experiência para o cliente, dentro de uma agência de publicidade, a elaboração do plano de mídia leva em consideração etapas carregadas de informações adquiridas dos mais diversos meios. É dessa forma que o planejamento de mídia é feito:

– Primeiro passo: a reunião inicial da agência com o cliente tem como objetivo elaborar o briefing. Procura-se entender aspectos como expectativas do cliente, a maneira como trabalha, como é seu relacionamento com o público-alvo da empresa, trabalhos já desenvolvidos e, basicamente, todos os dados relevantes para a criação de campanhas publicitárias ou de criação de marcas. O briefing caracteriza a etapa fundamental de todo o planejamento, pois é a partir destas informações que serão realizadas as próximas etapas e a agência pode utilizar de forma eficiente a verba disponível para criar ações.

Segundo passo: É a análise de mídias, aqui investigamos as informações citadas no começo deste artigo. Procurar entender as necessidades e desejos do público-alvo é fundamental, mas nunca se esqueça de encontrar o que ele está procurando de verdade! Parece confuso? Calma, está tudo sob controle, literalmente. Existem plataformas digitais que oferecem estes serviços para que você possa analisar dados e mensurar suas ações em tempo real. Isso significa que agora você possui um universo de informações ricas em torno do seu público-alvo, você pode visualizar o que seus consumidores estão procurando, quais os assuntos mais comentados, como interagem entre si, o que sentem, suas expectativas e até mesmo experiências que presenciaram com seus concorrentes. Percebeu que estamos com a galinha dos ovos de ouro em mãos?

“O marketing digital possibilita que você acompanhe a reação das pessoas e possa tomar decisões baseadas em dados para continuar na mesma linha de pensamento ou mudar sua estratégia, tudo isso em poucos cliques!”

– Terceiro passo: agora é hora de pensar no cronograma de mídia: quais ações estratégicas serão realizadas, em quais veículos de comunicação a execução será feita e qual será a periodicidade, todas essas decisões são feitas de acordo com a verba disponível, sempre pensando no público-alvo em primeiro lugar. Lembre-se: experiências positivas para o cliente geram identificação com a marca. Nesta fase do plano de mídia, utiliza-se planilhas de controle, que identificam de forma clara e objetiva o que, como, quando e onde será realizada cada ação.

– Quarto e último passo: Agora é o momento de colocar a mão na massa. Mas apenas colocar o plano para rodar não significa que o trabalho está concluído, você deve monitorar de perto as ações. Esteja pronto para fazer alterações no meio do caminho, isso é natural e provavelmente vai acontecer. Mas não se preocupe, essas alterações servirão para aperfeiçoar ainda mais sua estratégia. Além de garantir que tudo ocorra dentro conforme planejado.

Apesar do turbilhão de informações que você irá receber através do big data, não esqueça de tratar seu público como indivíduos únicos. As experiências que você irá proporcionar são a chance da sua marca se conectar com as pessoas e até mesmo reforçar a individualidade de cada um, através de ações que os façam sentir-se valorizados.

Caso seu objetivo final seja proporcionar um atendimento de excelência aos seus clientes, crie um ambiente dentro do seu negócio que propicie o alcance deste objetivo, indo de acordo com o que foi estabelecido no plano de mídia. Trace metas, métricas de avaliação, treinamentos, invista em sua equipe, seja no ambiente virtual ou físico, ambos devem andar de mãos dadas. Comunique-se. Por isso, engaje sua equipe a partir de seus valores e projeções futuras, para que todos realizem suas tarefas diária guiadas para o mesmo propósito. A partir desta preparação interna, você poderá desfrutar da sinergia de informações e apresentar uma experiência de valor ao seu consumidor final.