Marketing de relacionamento, a sua empresa faz?

Muitas empresas focam em apenas atrair novos clientes para aumentar suas vendas e acabam esquecendo de seus fiéis consumidores, aqueles que apostam e confiam em sua marca no cotidiano.

Com a fidelização do cliente, você o torna um defensor de sua marca e faz ele ter a melhor experiência possível nos mínimos detalhes, além de colocar sua empresa na frente dos concorrentes, irá atrair mais clientes de forma natural que existe: o marketing boca a boca.

Para colocar a estratégia de marketing de relacionamento em ação busque colaboradores que abracem a ideia e que, além de atender bem, estejam empenhados em unir esforços em prol do sucesso dos clientes. Ter um time unido e inovador, que pensa em diferenciais para satisfazer e ajudar o cliente é um excelente começo.

Conheça algumas ações de relacionamento que você pode começar a fazer a partir de agora.

Programas de fidelidade

Esse tipo de relacionamento já é usado há muito tempo, principalmente por agências de viagens, bancos e restaurantes. A estratégia consiste em oferecer benefícios ao cliente para que compense mais consumir seu produto do que o da concorrência.

Existem diversas aplicações, mas geralmente funciona com uma pontuação. A partir de um certo limite gasto pelo cliente, ele pode trocar os pontos por algum benefício oferecido pela empresa.

Lembre-se que esse tipo de estratégia deve ser bem pensada e em nenhum momento pode gerar prejuízo para sua empresa.

Relacionamento nas redes sociais

Uma das formas eficazes de fazer marketing de relacionamento é através das redes sociais, por meio desta ferramenta a marca consegue criar novas relações e entender as já existentes, visualizando como os consumidores interagem com a marca.

Para um aprofundamento, é necessário utilizar análise de dados, um exemplo prático de como o marketing de relacionamento pode ajudar é o monitoramento de usuários que falam mal da sua marca, podendo criar uma estratégia para ampará-los, sanar os problemas e assim melhorar a avaliação da sua empresa, pois como comentamos neste artigo, avaliações e feedbacks são uns dos micro-momentos mais importantes da jornada de compra do consumidor.

Estar presente nas redes sociais que seu público-alvo está é fundamental para o Marketing de Relacionamento.

Outro método que pode ser utilizado no relacionamento com o cliente dentro do marketing digital é o inbound marketing e marketing de conteúdo. Automações de e-mail e artigos de blog que amparam o cliente e ensinam utilizar o seu produto são muito bem vistos, esses mecanismos têm outras diversas aplicações dentro do marketing de relacionamento, além de serem importantes para adquirir novos clientes.

O Inbound Marketing é uma das muitas formas de criar uma estratégia de relacionamento com o cliente.

Eu mesmo já fui alvo de Marketing de Relacionamento, foi uma estratégia perfeita que me conquistou.

O case da New Era Brasil

O ano era 2012 e a New Era, uma marca internacional de vestuário e acessórios, famosa por fabricar bonés de times de beisebol, futebol americano e basquete, abriu sua sub-sede no Brasil. Lembro que estava pesquisando para comprar um boné e acabei achando a página no Facebook, naquela época vazia, com poucas publicações e envolvimento.

Tempo depois percebi algum movimento, começaram a rolar alguns “quizzes” promocionais para se tornar o “Guardião New Era”, esse título imponente era para qualificar uma espécie de representante da marca que ajudaria no processo de qualidade, testando produtos, indicando melhorias, entre outras coisas. Seria escolhido apenas um representante por estado, ao longo de um mês, a disputa foi acirrada e mais participantes começaram a seguir a página e se envolver com as publicações.

Eu ganhei como representante do estado do Paraná, em troca recebi muitos produtos, lançamentos diversos e o mais importante, pude observar a construção de um case. A promoção durou por quase um ano e a New Era Brasil continuou a prosperar, sempre interagindo com o público, usando diferentes estratégias e o mais importante, priorizando e ouvindo o seu consumidor.

Depois de todo esse tempo minha fidelidade a New Era continua, se me perguntarem sobre bonés, eu tenho 1000 argumentos para defender os motivos da New Era ser a melhor! Hoje a página possui cerca de 800 mil seguidores, eles expandiram o negócio abrindo uma loja online e vendendo diretamente, além de outras coisas.

A New Era Brasil apostou em uma estratégia completa de marketing de relacionamento, mesclando feedback de consumidores, eventos e ações promocionais.

A Nubank respira marketing de relacionamento

Outra marca que me impressionou com a qualidade de seus serviços e relacionamento com o cliente foi a Nubank, desde a agilidade para fazer o cartão de crédito, um processo 100% digital, rápido e eficaz, até o suporte.

Aconteceu uma situação comigo em que perdi o meu cartão, solicitei suporte via comentário no Facebook e prontamente me responderam. Pediram para eu enviar um e-mail com meus dados e na sequência meu cartão seria reenviado.

Dito e feito, em menos de uma semana meu novo cartão chegou. Sem filas, sem demora e uma equipe extremamente atenciosa que ajuda em tudo o que  você precisa.

Eles chegaram com tudo e em 2017, na sua primeira participação, a Nubank conquistou a 3° posição em marketing de relacionamento no prêmio Exame/IBRC (Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente). A avaliação contou com 5122 pessoas em 148 cidades do Brasil.

Muitas empresas já adotaram o marketing de relacionamento e outras vêm implantando, logo a concorrência dentro do mercado aumenta constantemente.

Faça mais que um bom atendimento, a experiência do usuário é notada nos mínimos detalhes e, se sua empresa oferece um diferencial que o surpreende, pode ter certeza que ele irá se tornar um advogado da sua marca.

Clientes satisfeitos realizam mais compras, rendem mais faturamento e atraem novos clientes, a Apple é um exemplo claro, possui defensores e amantes da marca no mundo todo.

Marcas que se relacionam diretamente com o consumidor tendem a ser mais queridas, um contato mais próximo faz com que o cliente se sinta abraçado pela marca, posso afirmar com todas as letras que funciona!

Curtiu o artigo? Se quiser saber melhorar seu relacionamento e criar estratégias que funcionam, diga um oi, que nós podemos te ajudar!

Quatro técnicas para vender mais softwares

Quatro técnicas para vender mais softwares

Já falamos aqui no blog sobre a importância dos micro-momentos na jornada de compra do consumidor. Agora vamos dar algumas dicas sobre técnicas de vendas que podem ser utilizadas e também agregam muito valor para o seu negócio, trazendo vantagens para você e seu cliente. Queremos te ajudar a vender mais softwares!

Muitos profissionais da área de vendas já conhecem essas estratégias, mas se você nunca ouviu falar está aí uma excelente oportunidade para alavancar a sua empresa e começar a vender mais softwares.

1- Upsell

O upsell é uma estratégia para vender mais softwares, que consiste em oferecer outro produto além do item que o cliente já está interessado. Cria-se uma segunda oportunidade de vendas, baseando-se em um produto complementar. Por exemplo:

O consumidor está procurando um computador numa loja virtual, escolhe, efetua a compra e logo após ganha um cupom de desconto de 20% em um HD externo. Ou seja, é um item semelhante aos de interesse dele, essa oferta pode gerar uma boa oportunidade de negócio, pois o acessório é complementar ao computador.

O cliente gastaria R$ 2000,00 no computador, adquirindo HD externo ele gastou mais R$ 250,00. Isso faz com que o ticket médio aumente, subindo o faturamento do negócio.

Essa é uma técnica simples de utilizar, pois o item oferecido vai turbinar a compra inicial e se o comprador conseguir enxergar a vantagem, a chance de fechar o segundo produto é muito grande.

O upsell, quando usado corretamente, consegue despertar interesse em comprar algo a mais e aumenta a chance de fidelizar o cliente. Ele dever ser oferecido no momento da compra ou logo após ela ser efetuada.

Se você desenvolve mais de um tipo de software (que são complementares) e consegue estruturar o upsell, faça-o!

O upsell ajuda você a aumentar o ticket médio da sua empresa.

2 – Downsell

É muito utilizado para que as pessoas não abandonem planos, um exemplo prático disso são as operadoras de telefone. Você provavelmente já ligou para cancelar algum plano e o atendente na esperança que você continue ofereceu um downgrade do pacote? Reduzir alguns minutos, menor quantidade de dados de internet, todo esse esforço para não perder o cliente é válido e se chama “Downsell”.

Uma forma de evitar que o cliente chegue a esse ponto é utilizando o marketing de relacionamento. Ofereça um ótimo suporte, conteúdos de qualidade para que o cliente otimize sua experiência obtendo o melhor do seu serviço ou produto. Use as redes sociais para melhorar esse relacionamento, peça sugestões, feedbacks, mantenha uma comunicação ativa e amigável com o seu cliente, tudo isso tornará melhor a experiência dele.

Mas caso o cliente esteja decidido a cancelar, utilize o upsell para não perdê-lo e, ao mesmo tempo, criar uma vantagem para ele.

Use diversos canais para manter o bom relacionamento com o cliente e evite downsell.

3 – Cross Sell

É similar ao upsell, mas consiste em oferecer um produto que não tem nenhuma relação com o item que você está adquirindo.

Essa uma técnica mais complicada de se utilizar e nem sempre funciona, mas é possível, e todo e qualquer esforço para alavancar o seu negócio e vender mais softwares vale a e pena.

Geralmente tem um sucesso maior em lojas de varejo, por exemplo:

O cliente comprou uma torradeira e o vendedor pergunta se ele não quer levar uma sanduicheira, na tentativa de fazer um upsell. Porém ele recusa, então como última esperança ele pode perguntar se o cliente não está precisando de algum item para sala estar, como um abajur. Pode ser que ele nem se lembrasse mais que necessitava disso, mas aproveita que já está ali e adquire.

Se você trabalha com softwares para um mesmo segmentos, mas que não sejam essencialmente complementares, o cross sell pode ser uma boa aposta.

O Cross Sell pode ser mais uma oportunidade para você aumentar suas vendas

4 – Tripwire

Essa técnica ainda não é tão difundida aqui no Brasil, ela consiste em oferecer um produto mais barato para que você consiga a conversão final desejada.

Mas espera aí, por que eu vou oferecer um produto ou serviço se eu quero que o consumidor converta em outro? Parece estranho não parece?

Na estratégia de Tripwire você irá vender um produto semelhante ao seu item final, porém a um preço bem mais baixo, que seja quase no valor de custo.

Mas por que vender a um valor tão baixo?

Primeiro o consumidor irá ter a oportunidade de adquirir um produto mais acessível, ele vai poder testar, verificar se a qualidade é boa. Digamos que é a sua chance de encantar este cliente.

Agora, depois de satisfeito você pode trabalhar o pensamento do cliente para que ele busque o seu produto principal, pois ele já obteve uma experiência positiva com o seu primeiro item e agora pode estar preparado para confiar e investir em um produto de maior aquisição.

Vamos a um exemplo:

Vamos supor que o custo de um curso que você oferece é de R$ 100,00, para o Tripwire funcionar, esse curso tem que ser muito bom, valer mais do que essa quantia, para que o potencial cliente fique encantado pelo valor simbólico. Depois de conquistar uma experiência positiva com este item, como comentamos acima, o consumidor irá se sentir muito mais confiante a adquirir outro curso seu que custa R$ 2000,00.

Resumindo, são 3 itens são essenciais para que o Tripwire funcione:

  • Preço simbólico que irá atrair os clientes;
  • A qualidade do seu produto ou serviço deve conquistar e fidelizar;
  • Ofereça o produto principal, se você fez um ótimo trabalho no item 2, com certeza terá um espaço na cabeça do cliente e isso fará com que ele pense com carinho e opte pela sua marca;

É muito importante lembrar que a estratégia de Tripwire não pode gerar um custo para você.

Sempre que possível, pense em formas de integrar todas essas estratégias, um grande aliado para isso é o marketing digital, uma ferramenta que quando bem usada é poderosa e pode alcançar o seu público-alvo com precisão em um mercado tão concorrido como o tecnológico.

Gostou do artigo? Espero que essa leitura tenha te ajudado um pouco mais a entender sobre Upsell, Downsell, Cross Sell e Tripwire, e além disso,  que tenha contribuído para boas ideias de negócio. Se você quer descobrir mais sobre estratégias que irão ajudar sua empresa a ter um melhor desempenho, diga um oi, que nós podemos te ajudar!

Você conhece as tendências e as novas ferramentas do varejo?

Você conhece as novas ferramentas do varejo que estão cada vez mais ganhando forma e aceitação dos consumidores?

Nos dias atuais, é impossível fazer um planejamento estratégico sem ter em mente alguma ferramentas do varejo que possam auxiliar tanto na dimensão de propagação como de interação com o consumidor. As tecnologias revolucionaram a maneira de fazer compras e as estratégias de marketing.

Vale ressaltar que algumas ferramentas do varejo usadas hoje, já foram criadas há algum tempo, mas vêm ganhando força e novos meios de serem utilizadas.  GPS, RFDI, vídeo digital, biometria, reconhecimento de voz, transmissão sem fio, armazenamento de dados em nuvem e dispositivos móveis inteligentes são algumas das ferramentas do varejo para auxiliar o processo de distribuição, acompanhamento de carga, dentre outros.

 

  • Check-out automático, por mais que já esteja presente na maioria das redes de supermercados, ainda tem muitos estabelecimentos que podem se adequar. Trata-se de uma ferramenta do varejo usada para pesagem e preço de produtos, conhecidos como “caixas de mercado”.  Este equipamento minimiza o trabalho dos operadores de caixa e o consumidor tem autonomia para fazer a pesagem e o pagamento dos produtos.
  • Redes sem fio auxiliam na promoção diferenciada e no momento oportuno. Isso acontece pela identificação do aparelho e pela análise do perfil do consumidor. Algumas empresas já estão adotando os aplicativos e fornecendo experiências e promoções exclusivas para quem sempre está conectado. Assim, já é possível passar perto de alguma loja, por exemplo, e receber uma mensagem de alguma oferta de forma imediata.
  • Cartões inteligentes (cartão da loja) possibilitam o varejista ter todas as informações do consumidor. Desde a renda, últimas compras feitas e o perfil de consumista que ele tem. Algumas lojas já estão descartando o cartão inteligente e migrando direto para a biometria do cliente, que fornece segurança para o varejista e para o consumidor, pois algumas operações só podem ser utilizadas por meio da identificação de digitais, retinas, mãos e linhas do rosto.

Você conhece as ferramentas do varejo como o omnichannel, o mobile commerce e mobile payment e o social commerce?

Tenho certeza que sim, porém não com esses nomes. Essas são as novas ferramentas do varejo que estão sendo implantadas e estão ganhando novos engajamentos no varejo.

Omnichannel possibilita juntar a loja online com o offline, como? O próprio cliente pode verificar a disponibilidade de algum produto na loja física utilizando o aplicativo da marca. Assim, o cliente vê a disponibilidade, faz o pedido e ainda pode optar em receber o produto em casa.

Oferecer esta comodidade está deixando de ser novidade e está se tornando um requisito para as marcas estarem mais próximas do consumidor exigente.

 

O mobile commerce está consolidado há algum tempo nos países de fora e ganhou espaço no Brasil através da disponibilidade das redes móveis (3G), que faz com que as pessoas tenham o acesso à informação em vários lugares na palma da mão. Com isso, faz com que o consumidor possa verificar e fazer pesquisas de preços e produtos de qualquer lugar.

Aproveitando esse gancho, grandes marcas já têm lojas online específicas para usuários de smartphone. Poder propor experiência exclusiva para esses consumidor faz com que a compra impulsiva, por exemplo, quando o produto ofertado da loja física para o online for uma diferença de grande valor ou que ele possa ter algum benefício junto.

Como a compra pela internet está casa vez mais ganhando forma, uma nova ferramenta surgiu, o mobile payment, que permite que qualquer pessoa possa consultar suas finanças além de fazer pagamentos diretos pelo celular utilizando o cartão de crédito. Isto permite que o consumidor não precise mais enfrentar filas de banco com boletos, pois os pagamentos pode ser feita direto nos sites de compras. Comodidade e facilidade para o cliente!

Ferramenta do varejo;Mobile payment.

Algumas marcas fazem o uso de campanhas nas redes sociais para saber qual produto o cliente quer ver em sua loja favorita, ou qual sabor diferenciado quer experimentar. Assim a marca conhece o gosto do cliente. Esse tipo de abordagem chama-se social commerce, que é a ferramenta que possibilita ao cliente fazer parte da marca. Ele pode expor sua opinião sobre produtos e sugerir novas idéias, assim, o próprio consumidor também colabora com a compra de outros consumidores, respondendo comentários e expondo suas opiniões.

O grande diferencial de utilizar essas ferramentas é se desprender de um meio físico e ir ao encontro do cliente. As ferramentas do varejo são aliadas para melhorar os resultados de vendas dos varejistas e reduzir possíveis erros operacionais. Para implementar as ferramentas é preciso compreender exatamente o que se pretende atingir e isso não se resume a vendas imediatas. Lembre-se que todo passo diferente que é disponibilizado para o cliente tem um processo de adaptação e aceitação, o que leva algum tempo. E isso não funciona apenas para o consumidor, mas serve também para os próprios funcionários e responsáveis pelas vendas, que devem estar conscientes e confortáveis com as novas ferramentas implantadas

 

Então, estápronto para implementar as ferramentas em seu estabelecimento? Quer saber mais sobre ferramentas que podem ajudar sua empresa? Confira as 7 ferramentas que irão ajudar a organizar a sua empresa.

Quer mais dicas para sua empresa? Fica ligado aqui no nosso blog, toda a semana temos um artigo novo!

Como melhorar a velocidade de carregamento do seu site

Atualmente é fundamental que as marcas melhorem a velocidade de carregamento de seus sites, inclusive para que sejam bem ranqueados nos mecanismos de buscas. Hoje o tempo parece escasso e as pessoas querem agilizar tudo o que podem, ainda mais quando se trata de uma experiência online, como: acessar as redes sociais, ler notícias, comprar ou pagar contas.

Segundo Maile Ohye do Google, 2 segundos é um tempo de carregamento aceitável, mas espera-se que a página seja carregada em menos de meio segundo. A velocidade de carregamento é essencial para quem busca a estratégia de SEO “otimização para mecanismos de busca”.

E o que acontece quando a navegação não flui? Creio que todos já passamos por isso, estamos navegando na rede social, aparece um artigo interessante, você clica ansiosamente e não carrega. Segundo a Google, a maioria dos sites perde mais da metade dos visitantes durante o seu carregamento.

Uma pesquisa da Kissmetrics revelou que 40% dos visitantes desistem de sites que levam mais de 3 segundos para carregar. Já pensou o quanto você está deixando de vender por ter um site lento?

Se seu site não está otimizado, nem tudo está perdido. Existem ferramentas que avaliam o desempenho de sites em diversas plataformas, e a Google está disponibilizando a sua própria, a “Test my site” analisa os websites minuciosamente, detalhando o que está deixando lento e até faz uma comparação com sites de outras empresas similares a sua. Vamos destrinchar o relatório feito pela Google para você ficar por dentro de cada detalhe do que pode ser apontado e melhorado.

As pessoas estão cansadas de sites lentos, está na hora de melhorar a velocidade de carregamento do seu site.

A validação acontece em algumas etapas:

a) Dados do site:

    • Execução do javaScript
    • Verificação do HTML/CSS
    • Compactação

b) Usabilidade em dispositivos móveis:

    • Legibilidade do texto
    • Janela de visualização
    • Dimensionamento do contexto
    • Analise da conexão 3G


Ao fazer a validação desses dados, a ferramenta do Google traz uma curiosidade, dizendo que até 2020, cerca de 70% das conexões de celulares serão feitas em 3G ou velocidades mais lentas.

Após a validação, será encaminhado um e-mail com todos os detalhes da análise, nela contém 3 status: “Precisa de ajustes”, “pode melhorar” e “tudo certo”.

Então o relatório trará alguns tópicos e de acordo com cada status ele apresentará soluções tais como:

1 – Imagens pesadas

É importante entender de que forma deve-se exportar a imagem, pondere bem se ela terá alta qualidade e principalmente o formato. Quanto mais leve for a imagem mais rápido ela vai renderizar na tela do usuário, também é preciso analisar cuidadosamente   se  a imagem com qualidade baixa trará os resultados esperados do CSS.

Os formatos PNG, JPEG e GIF representam 96% do tráfego total de imagens da internet, sendo o PNG e o GIF formatos sem perdas.  Para imagens animadas é recomendado a utilização de vídeos ao invés do GIF, pois o site terá uma compactação melhor, e para imagens estáticas o PNG tem a melhor qualidade visual.

A extensão JPEG apresenta perdas, a compactação remove detalhes da imagem. Para este formato deve-se considerar reduzir a qualidade para 85%, se ela for maior deve – se utilizar a extensão progressiva do JPEG, que possui uma taxa de compactação maior que a extensão de linha de base.


2 – Hospedagem

A escolha do servidor é essencial visto que os planos básicos de hospedagem possuem limitações no processamento e podem fazer com que um site com muitos acessos fique lento ou saia fora do ar. O tempo de resposta do servidor deve ser menos de 200 ms,  considere fazer uma medição para comparar com a velocidade ideal, depois de corrigido é importante analisar periodicamente para que eventuais problemas não aconteçam.

3 –  Uso de Scripts

Os Scripts são necessários para que determinada função seja executada em seu site, é de extrema importância se atentar onde eles estão armazenados, quando estão dispersos em arquivos diferentes demandam mais tempo para que cada item seja aberto.

4 –  Aproveitar o processo de cache do navegador

O Download as vezes demanda muitas viagens entre o servidor e o cliente, isso pode acarretar um bloqueio de renderização de todo o conteúdo da página. A recomendação é de que cada recurso deve especificar uma política explícita de armazenamento em cache determinando quanto tempo, quem pode fazer, e como será feita a revalidação depois que a validade da política expirar.

5 –  Reduzir Recursos (CSS e HTML)

Qualquer detalhe que você puder reduzir, reduza. É possível fazer isso por meio de uma técnica chamada “minificação”, ela remove dados desnecessários sem afetar o processamento do recurso pelo navegador.

A Google recomenda a utilização de algumas ferramentas que podem auxiliar nesta tarefa tais como:

    • HTMLminifier
    • CSSNano
    • UglifyJS
    • Closure Compiler

O processo é muito fácil, para analisar e melhorar a velocidade de carregamento do seu site basta colocar a URL e pressionar a tecla enter

6 – Adaptação para dispositivos móveis

Os dispositivos móveis invadiram todos os lares na última década e cresce cada vez mais. Mas será que toda a web está adaptada para eles? A resposta é “não”. Infelizmente esses dispositivos são limitados pelo tamanho de sua tela, e variam muito entre smartphones e tablets além de outras plataformas, por isso se você quer manter seus visitantes é necessário esse processo de otimização.

Existem a algumas recomendações para deixar a otimização impecável e uma delas é utilizar a meta tag “viewport” no cabeçalho do documento, ela instrui o navegador a ajustar o dimensionamento da página.

7 – Evite redirecionamentos da página de destino

Problemas relacionados com a página de destino podem ocorrer quando se tem mais de um redirecionamento do URL fornecido a página de destino final. Esses redirecionamentos adicionam uma solicitação de resposta HTTP, ou seja pode ser que sejam necessárias várias viagens de ida e volta para concluir a busca DNS. Por isso deve-se priorizar minimizar o uso dos redirecionamentos, desta forma o site terá um bom padrão e um bom desempenho assegurado nesta etapa.

Abaixo segue alguns padrões de direcionamento:

Analise qual é a real necessidade dos redirecionamentos e elimine o que é desnecessário.

Não adianta ter um site graficamente maravilhoso, se ele não tem desempenho e nem mesmo é otimizado para todas as plataformas, busque sempre priorizar a experiência do usuário, dessa forma não só manterá mais visitantes em sua página, como também poderá ficar a frente da concorrência no ranqueamento orgânico do Google.

Seu site está muito lento e você não consegue resolver de forma alguma? Converse conosco!

Como vender produtos intangíveis (serviços)

Vender produtos intangíveis não é tão simples assim, pois um serviço é extremamente variável, não existe estoque e o consumo é feito no mesmo momento de “fabricação”. Essas são algumas características que tornam mais difíceis a precificação, a divulgação e a venda desse tipo de produto. Mas é possível usar técnicas para fortalecê-los! Entenda como fazer isso.

 

O que é produto tangível e produto intangível?

Quando compramos uma camisa, sabemos exatamente suas características: como vai ficar no corpo (ao provarmos), se as cores agradam, o tipo de tecido que ela tem e qual a sensação de colocá-la no corpo. Esse é um tipo de produto chamado de produto tangível. Produtos tangíveis são todos os que podem ser tocados, são aqueles que podemos pegar, experimentar, cheirar, sentir seu formato e seu gosto, etc. Eles podem ser colocados como destaque em uma vitrine, por exemplo.

Porém, quando se trata de produtos intangíveis é o oposto, são aqueles que não podemos fazer tudo isso. Normalmente são serviços, como advocacias, consultorias, consultas médicas, estéticas, entre outros. A qualidade de um serviço só pode ser comparada ao adquiri-lo, mas não podemos experimentar antes de comprar, diferente de um produto, que é possível avaliar um pouco da sua qualidade através do visão e do tato, por exemplo.

 

Então, como tangibilizar e vender mais produtos intangíveis?

Você pode começar agregando valor à eles. Promover estímulos é uma maneira de tangibilizar o seu serviço. Os serviços são vendidos como uma experiência, um momento, então o cliente precisa estar convicto em comprar o que lhe é oferecido sem poder de fato saber como é. Mas é possível fazer com que ele “tenha um gostinho” do seu serviço, dependendo do segmento, você pode oferecer uma consultoria prévia grátis, por exemplo, para o consumidor entender melhor o potencial do seu trabalho.

 

3 passos que aumentam as vendas de qualquer empresa de serviços.

 

Algumas dicas para você aplicar no seu negócio:

Localização e ambiente: o seu negócio está em uma área estratégica? O local sede da sua empresa é de extrema importância para determinados ramos de atuação. Por exemplo, se você tem uma padaria (produto tangível), ela precisa estar bem localizada, de fácil acesso ao consumidor e fácil visualização, com o ambiente interno é organizado e limpo.

Da mesma forma acontece com um escritório que vende serviço (intangível): A ambientação deve proporcionar sensações agradáveis, tudo isso tem que ser bem analisado e mostrado para o reconhecimento da empresa. Móveis confortáveis, temperatura agradável, incensos, aromatizantes ou flores são estímulos que proporciona bem-estar uma experiência diferenciada.

Já a localização acaba não sendo tão crucial quanto para empresas que vendem produtos, mas mesmo assim é importante montar o escritório em um bairro seguro, com rua asfaltada e vagas para estacionamento, por exemplo.

Localizacao para vender produtos intangiveis

A localização da empresa é um dos influenciadores para vender produtos intangíveis

5 dicas para escolher o ponto de sua empresa

Funcionários: é importante que os funcionários sejam “a cara” da empresa. Eles precisam transmitir a proposta que a empresa quer passar. É interessante que os funcionários trabalhem com uniforme para os clientes identificarem os vendedores facilmente, como as lojas de departamentos fazem, por exemplo. Além de criar um padrão de abordagem e atendimento.

Quando você compra um celular, os outros clientes devem passar pela mesma experiência positiva que você passou com um vendedor de determinada loja (assim esperamos que seja). Da mesma forma acontece com um atendimento padronizado que tangibiliza o serviço, onde há um processo claro, cada cliente tem o mesmo atendimento e diminui o risco de insatisfação.

Nem precisa falar que atender de forma diferenciada um cliente A e um B não é nada agradável, e nem que em todos os casos deve ser feito com alta qualidade, correto?

 

Equipamentos: equipamentos de qualidade usados na empresa se tornam muito atrativo para os clientes. Um exemplo disso é um salão de beleza, que usa produtos de boa qualidade e tem equipamentos profissionais, que consequentemente tem um valor agregado bem maior do que um salão que usa produtos populares e equipamentos de segunda mão. Não seria nada interessante se uma cliente do salão de beleza fizesse uma reclamação de que o mesmo produto usado no salão é o mais barato que ela pode encontrar em uma farmácia, por exemplo.

 

Identidade visual: a identidade da empresa é de extrema importância, na maioria dos casos ela é a porta de entrada para o cliente. Por exemplo são as empresas do segmento infantil, que precisam usar cores alegres e símbolos de entendimento fácil para os pequenos, trazendo uma compreensão maior do que se trata o produto. Ou usar cores sólidas e traços expressivos para uma advocacia, por exemplo, para demonstrar credibilidade.

Além disso, sua marca deve ser retratada com as características importantes que a empresa quer passar, como por exemplo: elegância, felicidade, simplicidade, etc. Os materiais de escritório impressos com papel e textura de qualidade também agregam um valor maior na percepção do cliente.

 

Preço: para tangibilizar o serviço através do preço, é preciso mostrar para o cliente muito além do que só aquilo que ele está comprando, fazer abordagens chamativas e persuadir de forma que pareça ser uma oportunidade única e imperdível, ou fazendo com que a sensação de confiança que o cliente sente com seu serviço, não vai encontrar em nenhum outro lugar.

Uma abordagem clássica é a “satisfação garantida ou seu dinheiro de volta”. Ou seja, a empresa está garantindo a qualidade do serviço a ser contratado, dizendo que está disposta a não cobrar caso o cliente não goste.

Como uma empresa de serviços cria valor?

 

Vender um serviço requer tanto cuidado quanto para vender um produto, pois é preciso convencer que os melhores momentos da vida do cliente serão impulsionados pelo fato de ele contratar seus serviços,  ou que os problemas dele só irão acabar com a ajuda da sua empresa. Busque ressaltar dentro da sua empresa, os principais diferenciais que possam ajudar a fortalecer as vendas do seu serviços, fazendo com que seus clientes enxerguem mais valor na compra.

 

Já sabe como melhorar a percepção do seu negocio vender produtos intangíveis? Quer tal reavaliar suas estratégias? Leia este artigo que te ajudará a revolucionar as suas estratégias de marketing.